B

BABAÇU
CUNHA, Teresinha Helena de Alencar. A coleta do babaçu no Alto do Carvão. t. XCI (1977): 161-182.

BAHIA
MARTINS Filho, Antônio. Sesquicentenário da Independência da Bahia. t. LXXXVIII (1974): 139-142.

BALAIADA – PARTICIPAÇÃO DO CEARÁ.
Documentos sobre a Balaiada. t. LXXX (1966): 253-276.
Cópias de 19 documentos pertencentes ao arquivo do Prof. Hugo Catunda. A maioria procede do município de Parnaíba (Piauí), contendo informações sobre aquele movimento revolucionário, e são dirigidos ao Pres. da Província do Ceará, Dr. João Antônio Miranda. Datam de junho a outubro de 1839.

BANCO DO NORDESTE DO BRASIL
ANDRADE, Francisco Alves de. O Banco do Nordeste no Instituto do Ceará. t. XCI (1977): 217-234.
BEZERRA Neto, Eduardo. Saudação ao Dr. Camilo Calazans de Magalhães como Sócio Benemérito do Instituto do Ceará. t. XCVIII (1984): 143-146.
HOLANDA, Nilson. Oração proferida por Nilson Holanda quando do recebimento do título de Sócio Honorário do Instituto do Ceará. t. XCI (1977): 238-244.
BANDEIRA DO BRASIL
AZEVEDO, Rubens de. O simbolismo da bandeira nacional.
t. XCVIII(1984):84-86.

BANDEIRA DO CEARÁ
AMORA, Manoel Albano. A bandeira do Ceará. t. LXXI (1957): 88-94.

BANDEIRA DO INSTITUTO DO CEARÁ
ARAÚJO, Paulo Ayrton. A bandeira do Instituto do Ceará. t. CII (1988):258-259.

BARATA, CIPRIANO (CIPRIANO JOSÉ BARATA DE ALMEIDA -1762-1838)- BIOGRAFIA.
SUCUPIRA, Luis. Luís. Cipriano Barata o esquecido. t. LXXXVI (1972):198-205.

BARBOSA, RUI (DE OLIVEIRA),- 1849-1923.BIOGRAFIA.

BONAVIDES, Paulo. Rui Barbosa: pensador político, advogado e constitucionalista. t. CIII (1989): 128-142.

BARLAEUS, GASPAR (1584-1648).- BIBLIOGRAFIA.
CASTRO, José Liberal de. 350º aniversário do livro de Barlaeus. t. CXI (1997) : 349-351 .

BARREIRA, DOLOR UCHOA (1893-1967). BIOGRAFIA.
ADERALDO, Mozart Soriano. Dois encontros no centenário de Dolor Barreira e Martinz de Aguiar. t. CVIII (1994): 23-28.
GONZALEZ, Henrique. Os mortos do Instituto (Pompeu Sobrinho e Dolor Barreira). t. LXXXIV (1970): 172-174.
MENEZES, Djacir de. Dolor Barreira. t. LXXXVI (1972): 84-85.
RIEDEL, Oswaldo de Oliveira. Discurso de posse no I.C. t. LXXXIII (1969): 167-173.
SOBREIRA, Amorim. Humanidade e Cultura. t. LXXXIII (1969): t. 142-154.
VASCONCELOS, Luís Cruz de. Dolor disse presente a imortalidade. t. LXXX (1966): 233-238.

BARRETO, Gerardo Dantas
Diacir Menezes ou um jurista filósofo brasileiro.
t. XCII (1978): 278-282.
Análise da formação e do pensamento filosófico do Prof. Djacir de Lima Menezes.

BARRETO, Gen. João de Deus Menna.
Potiguara – Reparação de uma injustiça.
t. LXXXII (1968): 305-309.
Resumo da vida militar do general cearense Tertuliano de Albuquerque Potiguara, nascido em 27.04.1873. “Se todos os oficiais brasileiros são da vossa tempera e do vosso valor, o Brasil é digno de respeito”. (Citação em Ordem do Dia do Exército Francês, na Grande Guerra de 1914-1918). O A. procura tirar do esquecimento histórico o nome de um grande militar brasileiro que não foi mais destacado porque sempre esteve ao lado da “legalidade”, nos movimentos da década de 1920, no Brasil.

BARRETO, MONS. JOVINIANO.
SOBREIRA, Pe. Azarias. Mons. Joviniano Barreto. t. LXXX (1966): 145-152.

BARROS, A. Fernandes.
Camocim e a empresa Lorentzen.
t. LXXXIV (1970): 259-251.
Registro histórico sobre uma companhia de navegação norueguesa que existiu em Camocim, Ceará, em 1900.
_____ O eclipse de 1919.
t. LXXXV (1971): 213-214.
Comentário sobre o eclipse total do sol, ocorrido em 1919, visto da cidade de Sobral, Ceará, com a presença de vários cientistas internacionais que vieram para ali por ser um dos pontos da terra onde ocorreria o fenômeno com maior intensidade.

BARROS, JOAQUIM ALERANO BANDEIRA DE (1882-1955).- BIOGRAFIA.

BARROS, Luís Teixeira. O centenário do Dr Alerano de Barros. t. XCV(1982): 213-229.

BARROS, LUÍS TEIXEIRA. (1920). BIOBIBLIOGRAFIA.
GIRÃO, Raimundo. Discurso pronunciado na sessão solene de 25.08.1955. t. LXIX (1955): 261.

BARROS, Luís Teixeira.
Algumas considerações sobre o problema da revisão histórica.
t. LXXII (1958): 59-74.
O A. procura demonstrar a importância de uma revisão histórica mais científica para o melhor conhecimento da história brasileira. Citando autores de renome, o trabalho desenvolve-se sobre três enfoques: “o valor do passado”, “a conspiração contra a verdade”, “o Brasil real e o Brasil oficial”. Trata-se de um estudo objetivo e bem fundamentado.
_____ Ismael de Andrade Pordeus.
t. LXXVIII (1964): 138-146.
Necrológio de Ismael de Andrade Pordeus. Registra dados biográficos do falecido.
_____ Revolução e Tradição.
t. LXXXV (1971): 246-257.
Revolução e Tradição, seu significado atualmente. Destaca: fases de uma revolução; a ilógica das revoluções; as revoluções brasileiras; o conceito de Tradição; a grande ameaça. O estudo contém boas referências bibliográficas.
_____ A consolidação da Independência.
TE.5 (1972): 140-160.
As dificuldades ocorridas no processo de Independência do Brasil, destacando a participação do Ceará e comentando o reconhecimento da Independência por outros países.
_____ Barão de Studart
t. LXXXIX (1975): 188-190.
Comentário biográfico.
_____ O Instituto do Ceará e a pesquisa histórica.
TE.6 (1977): 65-67.
_____ O centenário do Dr. Alerano de Barros.
t. XCVI (1982): 213-229.
Joaquim Alerano Bandeira de Barros, pernambucano de nascimento, exerceu a magistratura no Ceará durante trinta e três anos (1905-1939). O A. entremeia dados biográficos do pai com acontecimentos políticos e sociais vividos por ele, até 1940, em Assaré, Iguatu, Viçosa e na deposição do Presidente do Estado do Ceará, Nogueira Acioli.
_____ Interpretação dos fatos históricos.
t. C (1986): 291-301.
O A. discorre sobre as dificuldades do historiador em reconstituir e explicar os fatos históricos. Destaca os conhecimentos básicos necessários para esse fim. Dentre as ciências auxiliares da História ressalta a Geografia.
_____ Os presidentes do Ceará de Franco Rabelo até 1930.
TE.8 (1987): 215-224.
Resumo histórico de cada administração.
_____ Complexidade dos fatos históricos.
t. CI (1987): 226-235.
Comentário sobre as variações da historiografia devido as tendências pessoais do historiador. Destaca os perigos dos erros, preconceitos e falsas apreciações na reconstituição da História.
_____ José Honório Rodrigues.
t. CII (1988): 150-152.
O A. comenta a importância do historiador José Honório Rodrigues, falecido em 1988, na evolução dos estudos históricos no Brasil.
_____ O centenário da Escola Militar do Ceará.
t. CIV (1990): 35-36.

Breve registro histórico. A Escola Militar do Ceará foi criada em maio de 1889 e existiu por oito anos (1897) participando em acontecimentos históricos relevantes nos primórdios da República no Ceará.
_____ O 7 de Setembro e a Semana da Pátria.
t. CIV (1990): 176-184.
Antecedentes e proclamação da Independência do Brasil. A instituição da Semana da Pátria, comemorada durante algumas décadas no Brasil, foi iniciativa do jornalista, administrador e político cearense Luís Sucupira quando Deputado Federal pelo Ceará, na legislatura de 1934.

BARROS, Luitgarde Oliveira Cavalcanti.
Uma vida um testemunho.
t. CVIII (1994): 270-275.
Antropóloga e professora da UFRJ, a A. evoca a memória do Pe. Azarias Sobreira (1894-1974) e destaca detalhes de sua vida ligadas ao Pe. Cícero Romão Batista, líder religioso e político de Juazeiro, no centenário de seu nascimento.

BARROS, PEDRO JOSÉ DA COSTA (1779-1839) – BIOGRAFIA.
GIRÃO, Raimundo. Costa Barros, esse desconhecido. TE. 5 (1972): 96-101.

BARROSO, Antonio Girão.
O telurismo e a obra de Girão.
t. CII (1988): 338-339.
O A. refere-se ao historiador Raimundo Girão.

BARROSO,-BENJAMIM LIBERATO. (1859-1933) – BIOGRAFIA.
LEÃO, João SARAIVA. Homens insignes de Quixeramobim. t. LXX (1956): 147;

BARROSO, Domingos Braga.
O Dr Fernandes Távora e a Tribuna.
t. XCI (1977): 306-309.
O A. destaca as qualidades pessoais e de político do Dr. Manoel do Nascimento Fernandes Távora e faz referência ao jornal Tribuna, por ele dirigido até o seu último número, publicado em 18.08.1924.

BARROSO. GUSTAVO ADOLFO LUÍS GUILHERME DODT DA CUNHA (1888-1967). BIOGRAFIA.
CAMPOS, Eduardo. Vida e glória de Gustavo Barroso. t. CII (1988): 19-28.
CARVALHO, Nair de Morais. Gustavo Barroso. t. LXXVIII (1964): 160-164.
GIRÃO, Raimundo. Gustavo Barroso. t. LXXIII (1959): 292-303.
SOBREIRA, Pe. Azarias. Gustavo Barroso – fascinante individualidade. t. LXXV (1961): 110-120.
SUCUPIRA, Luis. Gustavo Barroso. t. LXXX (1966): 217-220.

BARROSO, JOSÉ PARSIFAL (1913-1986) – BIOGRAFIA.
ADERALDO, Mozart Soriano. Recebendo Parsifal Barroso no I.C. t. LXXXI (1967): 289-295.
_____ Parsifal Barroso.
t. C (1986): 355-358.
ARAÚJO, Paulo Ayrton. Discurso de posse no I.C. t. C (1986): 271-277.
RIBEIRO, Raimundo Aristides. Parsifal Barroso, o Professor. t. C (1986): 97-98.

BARROSO, José Parsifal.
Opinião de Parsifal Barroso.
t. LXXX (1966): 307-308.
Carta dirigida ao jornalista Pantaleão Damasceno sobre pesquisas feitas pelo historiador e professor norte-americano BillyChandler, referentes à abolição da escravidão no Ceará. Pantaleão criticou a indiferença do I.C. sobre o que foi descoberto no tocante a lapsos existentes na historiografia daquele fato, descobertos por aquele pesquisador.
_____ Discurso de posse como sócio efetivo do Instituto do
Ceará.
t. LXXXI (1967): 296-306.
Parsifal sucedeu a Ismael Pordeus, do qual faz breve comentário biográfico.
_____ O centenário da Rede de Viação Cearense.
t. XCI (1977): 90-97.
O A. registra várias informações sobre o tema, destacando a primeira concessão imperial de ferrovia no Ceará, através do Decreto nº 1983 de 08.10.1857, e a presença da The South American Railway Construction Company Limited que mandou incinerar documentos referentes a “Companhia Cearense da Via Férrea de Baturité. Sobre esse assunto ver SOUSA, José Bonifício de. Para a história financeira do Ceará. t. LXXVII (1963): 91-106.
_____ O Senador Pompeu – um cabeça chata autêntico, político
realista e anti-impostor.
t. XCI (1977): 187-214.
Estudo biográfico sobre o Senador Thomaz Pompeu de Sousa Brasil.
_____ O cearense Delmiro.
t. XCIII (1979): 79-90.
O A. defende as origens cearenses de Delmiro Augusto da Cruz Gouveia, considerado o pioneiro da energização da cachoeira de Paulo Afonso, no começo do século XX.
_____ Pompeu Sobrinho, o doutor máximo do Ceará.
t. XCIV(1980):302-312.
O A. destaca a importância de Thomaz Pompeu Sobrinho na vida cultural cearense.
_____ Saudação a Tácito Theóphilo Gaspar de Oliveira.
t. XCV (1981): 119-130.
Discurso proferido na posse do Gen. Tácito Theóphilo Gaspar de Oliveira como sócio efetivo do Instituto do Ceará.
_____ Vivências políticas.
t. XCV (1981): 246-247.
Refere-se à criação de duas medalhas condecorativas pelo governo do Estado do Ceará: uma, instituída para a Polícia Militar do Ceará, denominada Medalha Senador Alencar e outra civil, Medalha da Abolição.
_____ Dom José Tupinambá da Frota.
t. XCVI (1982): 231-237.
Panegírico a Dom Tupinambá da Frota, Bispo de Sobral, no seu centenário de nascimento.
_____ “In Memoriam” do mestre Saraiva Leão.
t. XCVI (1982): 255-260.
Palestra proferida na 6ª Convenção da família Saraiva Leão, em Baturité (Ce), em homenagem ao Médico Professor João Batista Saraiva Leão.
_____ Carlos Feijó da Costa Ribeiro – sacerdote da medicina.
t. XCIX (1985): 114-120.
Comentário biográfico.

BARTOLOMEU, FLORO.-VER-COSTA,FLORO BARTOLOMEU DA

BASTIDE, ROGER
MENEZES, Eduardo Diatahy BEZERRA de. A tradição letrada e a memória dos movimentos populares no Brasil (Roger Bastide e o caso Caldeirão) t. CX (1996): 105-130.

BATISTA, PE. CÍCERO ROMÃO – (1844-1934) – BIOGRAFIA

BARROS, Luitegarde de Oliveira Cavalcante. Uma vida em testemunho. t.CVIII (1994): 270-275.
CATUNDA, Hugo. Documentos sobre a Questão Religiosa do Juazeiro. t. LXXV (1961): 266-297.
FREITAS, Antônio Gomes de. India Jucá, bisavó do Padre Cícero. t. LXXXII (1968): 285-287.
MARANHÃO, José Leite. Padre Cícero paranóico? t. LXXX (1966): 242-247.
SOBREIRA, Pe. Azarias. O Padre Cícero e a Instrução. t. LXXXII (1968): 41-46.
_____ Luminosas coincidências.
t. LXXXIII (1969): 88-91.
SUCUPIRA, Luís. O Patriarca de Juazeiro. t. LXXXIV (1970): 168-171.

BATURITÉ – HISTÓRIA.
ARRUDA, Miguel Edgy Távora. Os Arruda de Baturité. t. XCII (1978): 87-113.
FURTADO, Aloísio, S.J. Os índios Baiacus e a formação da aldeia de Monte-Mor – o Novo – Baturité. t. LXXX (1966): 301-302.
LEAL, Antônio Vinícius BARROS. Conquista e povoamento do maciço de Baturité. t. LXXXVI (1972): 194-197.

BAUMGART, EMÍLIO HENRIQUE – (1890-1943) – BIOGRAFIA.
CASTRO, José – Liberal de. O centenário de Emílio Baumgart. t. CIV (1990): 121-140.

BECK, Mathias.
Carta de Beck que trata do Ceará.
t. LXXVIII (1964): 195-200.
Carta escrita em francês e datada da Ilha de Barbados em 8 de outubro de 1654.

BELMAR, ALEXANDRE.
MATOS, Odilon Nogueira de. O Ceará visto por um viajante francês pouco conhecido. t. XCV (1981): 243-245.

BENEDITINOS – HISTÓRIA.
FURTADO, Aloísio, S.J. A epopéia beneditina no Ceará. t. LXXX (1966): 182-190.
LUNA, Dom Joaquim G. de. A ordem beneditina e sua organização. t. LXXI (1957): 58-65.
SILVA, Hugo Victor de Guimarães e. O sobrado do Dadá. t. LXXXII (1968): 291-293.

BENEVIDES, AUGUSTO TAVARES DE SÁ – CRÍTICA LITERÁRIA.
ADERALDO, Mozart Soriano.
Augusto Tavares Benevides o biógrafo de Mombaça. t. XCIV (1980):35-56.

BENEVIDES, Augusto Tavares de Sã.
Um ramo da família Sá, de Sousa, Paraiba, no Ceará.
t. LXXVI (1962): 140-152.
Informações históricas e dados genealógicos da família São da Paraíba, desde suas origens até a atualidade.

BENEVIDES, CARLOS MAURO CABRAL (1930) – BIOGRAFIA.
ADERALDO, Mozart Soriano. Saudação a Mauro Benevides. t. XCIX (1985): 128-141.
ARARIPE, J.C. de ALENCAR. O Ceará na presidência do Senado. t. CVI (1992): 191-197.

BENEVIDES, Mauro.
Discurso pronunciado no Senado Federal em 04.03.1977.
TE. 6 (1977): 94-96.
Registro histórico sobre o nonagésimo aniversário de fundação do I.C.
_____ O centenário de morte do Senador Pompeu.
t. XCI (1977): 330-343.
Discurso pronunciado no Senado Federal. Registra dados biográficos do homenageado.
_____ Discurso de posse no I.C. como sócio efetivo.
t. XCIX (1985): 142-150.
Mauro Benevides sucedeu ao Pe. Misael Gomes da Silva., sobre o qual fez breve síntese biográfica.
_____ Sobre o centenário de José Oswaldo de Araújo.
t. CVIII (1994): 263-264.
Registro no Senado feito na sessão de 14.03.1994.

BENEVIDES, Irelano Porto.
O recrutamento “primitivo” de mão-de-obra como violência cultural e a “ideologia da vadiagem” na sociedade colonial brasileira.
t. CVI (1992): 297-308.
Análise histórico sociológica. Estudo bem elaborado, baseado em dezessete fontes bibliográficas.

BENÍCIO, MANOEL.
FALCÃO, Rubens. “O Rei dos Jagunços”. t. LXXXVII (1973): 147-149.

BEZERRA, ANTÔNIO – VER – MENEZES, ANTÔNIO BEZERRA DE,

BEZERRA – GENEALOGIA.

BEZERRA Neto, Eduardo. Fontes sobre as origens da família Bezerra em Pernambuco, Portugal e Galícia. t. CVIII (1994): 109-121.

BEZERRA NETO, EDUARDO DE CASTRO (1934) – BIOGRAFIA.
FURTADO, Francisco de Assis Arruda. Saudação a Eduardo Bezerra Neto no seu ingresso no I.C. t. XCIX (1980): 265-269.

BEZERRA Neto, Eduardo.
O primeiro Voluntário do Ceará e a Batalha de Tuiuti.
t. LXXXI (1967): 314-316.
Trata-se de Israel Bezerra de Menezes, primeiro Voluntário da Pátria, cearense, alistado para combater na Guerra do Paraguai. Registra alguns dados referentes a esse fato.
_____ Discurso de posse no I.C.
t. XCIV (1980): 273-280.
Eduardo Bezerra sucedeu a José Guimarães Duque no I.C., do qual faz uma boa dissertação biográfica.
_____ O Senado Estadual do Ceará.
t. XCVII (1983): 8-17.
Síntese, bem informativa, sobre a adaptação política do Ceará à vida republicana, no período de 1889 a 1892.
_____ Saudação ao Dr Camillo Calazans de Magalhães, como
Sócio Benemérito do I.C.
t. XCVIII (1984): 143-146.
Calazans foi Presidente do Banco do Nordeste do Brasil, Diretor do Banco do Brasil, Presidente do Instituto Brasileiro do Café.
_____ Os Câmara – Suas origens e fixação no Ceará.
t. C (1986): 37-55.
Genealogia – História.
_____ A idéia republicana em marcha.
TE. 8 (1987): 121-138
Síntese histórica sobre a implantação da República no Ceará, desde as primeiras manifestações republicanas até a consolidação, no final do século. O A. enumera e esclarece os acontecimentos baseado em pesquisas em onze fontes bibliográficas.
_____ Ascendentes açorianos da família Castro. Séculos XVI a
XVIII.
t. CII (1988): 63-75.
Genealogia da família Castro. Estudo comentado.
_____ Dimensão histórico-política do Duque de Caxias.
t. CII (1988): 184-194.
Conferência realizada no I.C. em 22.08.1988, dedicada a Caxias. Realça suas virtudes cívicas.
_____ Saudando Paulo Elpídio de Meneses Neto, em sua posse
como sócio efetivo do I.C.
t. CIV (1990): 196-198.
_____ Fontes sobre as origens da família Bezerra em
Pernambuco, Portugal e Galícia.
t. CVIII (1994): 109-121.
Estudo genealógico baseado em boas fontes históricas.
_____ Contribuição açoriana ao desenvolvimento do Ceará nos
séculos XVIII e XIX.
t. CXI (1997): 207-220.
Comentário histórico com referências bibliográficas.
_____ Saudando Pedro Sisnando Leite.
t. CXI (1997): 299-301.
Discurso proferido na posse de Pedro Sisnando Leite como sócio efetivo do I.C.

BEZERRA, João Clímaco.
História do Ceará holandês.
t. LXXI (1957): 230-233.
Registro bibliográfico do livro do mesmo título, de autoria do Gen. Carlos Studart Filho. Transcrição do jornal Unitário, de Fortaleza.
_____ Historiografia cearense.
t. LXXX (1966): 306-307.
Apresentação,comentada, do livro de Carlos Studart Filho – Os aborígines do Ceará – um dos livros mais completos da historiografia cearense sobre o assunto.

BÍBLIA
SUCUPIRA, Luís. São Jerônimo, o tradutor da Bíblia. t. XCIV (1980): 121-134.

BIBLIOTECA PÚBLICA DO ESTADO DO CEARÁ – HISTÓRIA.
MOURA, Edson. Subsídios para a história da Biblioteca Pública do Ceará.t. LXXVII (1963): 329-332.

BIBLIOTECONOMIA CURSO DE (UFC).
PEREIRA, Cleide Ancilon de Alencar. As bibliotecas da Universidade Federal do Ceará. t. LXXX (1966): 298-301.

BIBLIOTECAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ.
PEREIRA, Cleide Ancilon de Alencar. As bibliotecas da Universidade Federal do Ceará. t. LXXX (1966): 298-300.

BITTENCOURT, Ângelo.
Carlos Studart.
t. LXXXIII (1969): 221-223.
Anotações biográficas do genitor do historiador Carlos Studart Filho.

BIVAR, C.S. de.
Vindo do sertão do Ceará, chega preso a vila de Caetité, na Bahia, em trânsito para Ouro Preto, a caminho da Corte, o famoso padre José Martiniano de Alencar.
t. LXXXIX (1975): 227-228.
Transcrição de original existente no Arquivo Nacional. Atestado médico datado de 05.14.1825, afirmando que o Pe. José M. de Alencar está acometido de “vários tumores nas nádegas” não podendo prosseguir viagem. Somente a 17.05.1825 o preso chegou a Ouro Preto.

BOLETIM DO I.C.- 1940-1942 e 1950-.1956 – ESTUDO HISTÓRICO BIBLIOGRÁFICO.
SOUSA, Maria da Conceição. Boletim do I.C. 1940-1956. t. XCV (1981): 175-206.

BOMILCAR DA CUNHA, ÁLVARO. 1874-1957. BIOGRAFIA.
FURTADO, Andrade. A sombra da Cruz. t. LXXI (1957): 185-189.
LINHARES, Mário. Álvaro Bomilcar. t. LXXI (1957): 227-229.

BONAVIDES, PAULO FERNANDES (1925) – BIOBIBLIOGRAFIA.
GIRÃO, Raimundo. Discurso pronunciado… quando tomaram posse dez novos sócios efetivos do I.C . t. LXIX (1955): 263.

BONAVIDES, Paulo.
O partido político no Brasil.
t. LXXIX (1965): 5-17.
Explicação da história do partido político no Brasil, desde sua origem no Império, até a atualidade, destacando, no final, um enfoque sociológico do partido político brasileiro anterior a Revolução de 1964.
_____ A opinião pública em face das instituições políticas.
t. LXXXII (1968): 5-17.
Análise da importância da “opinião pública” no Estado Liberal. O A. expõe todas as conotações dela no processo político moderno, desde sua origem até a atualidade, questionando os seguintes aspectos: o Estado Autoritário e a Opinião Pública; a Sociedade de Massas e a natureza irracional da Opinião Pública; possível restauração do prestígio da opinião pública; a Opinião Pública e os meios de propaganda.
_____ Livros na vitrina.
t. LXXXIII (1969): 210-211.
Crítica bibliográfica do livro “Temas Sociais” de Carlos Studart Filho, publicado pela Imprensa Universitária do Ceará. 1969.
_____ A evolução constitucional do Brasil.
t. C (1986): 216-226.
Conferência realizada na Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais.
_____ Rui Barbosa: pensador político, advogado e
constitucionalista.
t. CIII (1989): 128-142.
Comentário sobre a figura eclética de Rui Barbosa de Oliveira no cenário político e jurídico brasileiro. O A. é jurista, professor e nome destacado em Direito Constitucional.

BOTELHO, Caio Lóssio.
Discurso de posse no I.C.
t. XCVIII (1984): 104-115.
Caio sucedeu ao Dr José Magalhães no I.C., do qual faz uma síntese biobibliográfica.
_____ A implantação da “hora de verão” na zona equatorial é
um erro geográfico.
t. C (1986): 109-115.
O A. prova técnica e cientificamente, ser inoperante a implantação da “hora de verão” na zona equatorial. Esse fato foi comprovado e corrigido posteriormente.
_____ A visão de Clodomir Vianna Moog sobre as culturas

Brasileira e americana e os problemas dos países subdesenvolvidos do Terceiro Mundo.
t. CI (1987): 99-114.
Apreciação e crítica sobre a tese de Vianna Moog, no livro “Bandeirantes e Pioneiros”, no tocante as diferenças das civilizações brasileira e norte americana. O A. rebate, com argumentos históricos as afirmações defendidas por aquele historiador.
_____ O desafio da posição e do espaço cearense.
TE.8 (1987): 385-436.
O A. analisa a dinâmica do relacionamento do homem com seu meio geográfico e cultural e a capacidade que tem de vencer desafios, no decorrer de sua história. Nesse contexto geral, questiona, e procura explicar, a problemática do desenvolvimento cearense frente ao fenômeno das secas.
_____ A visão de Spengler sobre a crise do Ocidente.
t CII (1988): 76-80.
Análise da obra ‘Decadência do Ocidente”, de Spengler. O A. demonstra, com objetividade, uma visão quase premonitória da realidade atual do mundo ocidental, vista a muito tempo por aquele fi1ósofo alemão.
_____ Saudação ao Prof. Vladir Meneses em sua posse no I.C.
t. CII(1988): 229-236.
_____ A impropriedade da “hora de verão” na Zona Equatorial.
t. CIII (1989): 208-213.
O A. confirma, com mais dados, trabalho anterior (t. C (1986):109-115), no qual demonstra a impropriedade da “hora de verão” abranger todo o Brasil.
_____ O secular problema da Seca.
t. CV (1991): 95-108.
Explicação científica das secas do Nordeste brasileiro. O A. conclui ser ela uma “anomalia climática”, afirmando que a solução para minorar seus efeitos somente poderá ser encontrada através de uma equipe interdisciplinar para organizar um projeto com aquela finalidade.
_____ Estudos geográficos.
t. CVI (1992): 115-125.
O A. afirma que o “separatismo” no Brasil é absurdo, pois é o único “Estado do planeta, onde o País, o Povo, a Nação se integraram numa simbiose e numa coesão tão sólida que dividi-lo, somente admitindo-se um fatalismo histórico.” Refere-se, também, a um “perigo amarelo” representado pelo Japão e a China.
_____ Uma visão geofísica da Seca.
t. CVII (1993): 97-107.
Análise climático-geofísica sobre o fenômeno das secas no Nordeste brasileiro. O A. afirma que o clima do Semi-árido Tropical difere do Semi-árido Temperado e discorda da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (FUNCEME) que emprega o modelo referencial do Semi-Árido Temperado americano (Arizona-Texas) e o de Israel. O fenômeno El Niño é explicado.
_____ O problema do açude Castanhão.
t. CVII (1993): 277-280.
O A. analisa os prós e contras sobre a construção do açude Castanhão, localizado no rio Jaquaribe. Duas opções foram discutidas: a primeira defendia a realização de uma única barragem, armazenando 6,8 bilhões de m3 de Água; a segunda, a construção de dez (10) açudes de 500 milhões de m3 ao longo do rio Jaguaribe.
_____ Saudação a Oswaldo Evandro Carneiro Martins em sua
posse no I.C.
t. CIX (1995): 225-234.
_____ Culto as nossas origens.
t. CX (1996): 205-210.
Comentário elogioso às qualidades colonizadoras de Portugal ao ter definido as bases da civilização brasileira.
_____ El Niño: seca e chuva.
t. CXI (1997): 241-249.
Estudo geográfico meteorológico sobre o fenômeno El Niño, realizado por um especialista sobre o assunto.

BRAGA, MONS. ANTÔNIO TABOSA (1874)- BIOGRAFIA.
OLIVEIRA, Dom Expedito Eduardo de. Três personagens no centenário de Dom Manuel da Silva Gomes, Mons. Antônio Tabosa Braga e Pe. Guilherme Wassen.
t. LXXXVIII (1974): 149-159.

BRAGA, DESCARTES SELVAS (1892-1966) – BIOGRAFIA.
AZEVEDO, Miguel Ângelo de. Descartes Selvas Braga. t. CVI (1992): 231-232.

BRAGA, Genesino.
Sobre o mito imortal.
t. LXXXV (1971): 275-276.
O A. rememora dados biobibliográficos do Gen. Carlos Studart Filho, destacando o livro “Temas médicos e outros temas”.
_____ O cantor do Solimões
t. XC (1976): 198-201.
Comentário biográfico sobre o poeta cearense José Quintino da Cunha.
_____ Aquarela cearense.
t. LXXXVIII (1974): 218-220.
Elogio a vários intelectuais cearenses da atualidade. Trans. do Jornal do Comércio, da cidade de Manaus, de 19.09.1974.

BRAGA, JOÃO DE BARROS – CEARÁ COLÔNIA.
“Carta que o Exmo. Vice-Rei deste Estado escreveu ao Governador de Pernambuco sobre o novo imposto no gado que passa pelo rio São Francisco para essa capitania.” t. LXXI (1957): 234-236.

BRAGA, RAIMUNDO RENATO DE ALMEIDA ( 1905-1968)
OLIVEIRA, Guarino Alves de. Jubileu do I. C. no primeiro centenário de sua fundação. TE.8 (1987): 467.

BRAGA, RENATO. NECROLÓGIO.
FIGUEIREDO Filho, J. de. O Vice Reitor Renato Braga. t. LXXII (1968): 302-304.

BRAGA, RENATO – CRÍTICA BIBLIOGRÁFICA.
NASCIMENTO, F.S. Historiador da Comissão Científica escreve uma Enciclopédia do Ceará. t. LXXVIII (1964): 271-273.
_____ Legado cultural do Prof. Renato Braga.
t. LXXXIII (1969): 215-217.

BRAGA. Renato.
Plantas do Ceará.
t. LXIX (1955): 100-119.
Registro alfabético das plantas encontradas no Ceará com sua classificação científica, abrangendo as letras C a D. Vide t. LXV (1951): 229-256
_____ Saudação a Walderi Uchoa.
t. LXXI (1957): 190-192.
Discurso. Registra alguns dados biógráficos do recipiendário.
_____ Introdução da semente pecuária.
t. LXXVIII (1964): 28-33.
Síntese histórica sobre as origens da pecuária nas Américas. O A. comenta a presença de animais autóctones entre os indígenas, além de outras curiosidades.

BRAGANÇA, Dom Carlos Tasso de Saxecoburgo e.
Joaquim Caetano da Silva – Contatos com D. Pedro II.
t. LXXIII(1959): 96-103
Comentário sobre o valor intelectual de Joaquim Caetano da Silva (1810-1873) – filólogo, historiador e diplomata, registrando sua biobibliografia. Transcreve três cartas dirigidas ao Imperador D. Pedro II, datadas de 1857, 1859 e 1860. Caetano foi ilustre polígrafo brasileiro e profundo conhecedor da questão de fronteiras entre o Brasil e a França sobre o território do Amapá. É autor do livro “L’Oyapock et L’Amazone – Question Bresilienne e Française”, um dos principais documentos usado pelo Barão do Rio Branco na “Questão do Amapá”.

BRAGANÇA – GENEALOGIA.
STUDART Filho, Carlos. A dupla bastardia da Família Imperial brasileira. t. LXXVIII (1964): 35-56.

BRASIL – CULTO ÀS ORIGENS.

BOTELHO, Caio Lóssio. Culto às nossas origens (Portugal), t. CX (1996): 205-210.

BRASIL, JOSÉ CARDOSO DE MOURA ( 1846-1928) BIOGRAFIA.
LEÃO, João Batista SARAIVA. Moura Brasil. t. XCVI (1982): 399-405.

BRASIL, THOMAZ POMPEU DE SOUSA (1818-1877) SENADOR – BIOGRAFIA.

BARROSO, José Parsifal. O Senador Pompeu um cabeça chata autêntico, político realista e anti impostor. t. XCI (1977): 187-214.

BENEVIDES, Mauro. O centenário de morte do Senador Pompeu. t. XCI (1977): 330-340.
PINTO, José Marcelo de Alcântara. Thomaz Pompeu de Sousa Brasil (Um Senador do Império) – Esboço biográfico. t. C (1986): 126-136. t. CI (1987):85-98. t. CII (1988): 104-120.
TÁVORA, Virgílio. Homenagem ao Senador Thomaz Pompeu de Sousa Brasil. t. XCI (1977): 325-329.

BRASIL, THOMAZ POMPEU DE SOUSA (1852-1929) – BIOGRAFIA.
OLIVEIRA, Guarino Alves. Jubileu do Instituto do Ceará no transcurso do Primeiro centenário de sua fundação. TE.8 (1987): 447.

BRASIL, Thomaz Pompeu de Sousa.
Um episódio deplorável de nossa história.
t. LXXX (1966): 289-292.
Trata-se de um acontecimento sangrento das lutas entre Conservadores e Liberais, no Ceará; o assassínio do Major João Facundo de Castro Meneses (Liberal), em dezembro de 1841. Trans. do Almanaque do Ceará, ano 1922.

BRASIL SOBRINHO, THOMAZ POMPEU DE SOUSA (1880-1967) – BIOGRAFIA.
Ver
ADERALDO, Mozart Soriano. Livros e idéias. t. XCIV (1980): 143-146.
ANDRADE, Francisco Alves de. Frondes e raízes do Ceará. t. LXXI (1957): 178-184.
_____ Três humanistas do Instituto do Ceará. t. LXXXII (1968): 23-32.
_____ Abrangência e atualidades de Pompeu Sobrinho. t. XCIV (1980): 351-381.

BARROSO, José Parsifal. Pompeu Sobrinho doutor máximo do Ceará. t. XCIV (1980): 302-312.
FURTADO, Manuel Antônio de Andrade. Jubileu literário. t. LXX (1956):152-156.
GONZALEZ, Henrique. Os mortos do Instituto (Pompeu Sobrinho e Dolor Barreira). t. LXXXIV (1970): 172-174.
OLIVEIRA, Guarino Alves de. Jubileu do Instituto do Ceará no transcurso do primeiro centenário de sua fundação. TE.8 (1987): 448-449.
OLIVEIRA, João Hipó1ito Campos de. Os presidentes do Instituto do Ceará. TE.6 (1977): 448-449.
RIEDEL, Oswaldo de Oliveira. Pompeu Sobrinho e o álcool da mandioca. t. XCIV (1980): 11-14.
SOUSA, Maria da Conceição. Bibliografia de Thomaz Pompeu Sobrinho. t. XCIV (1980): 249-264.
VALDEZ, Alba. O sábio Pompeu Sobrinho através de uma interpretação. t. LXXI (1957): 56-57.

BRASIL Sobrinho, Thomaz Pompeu de Sousa.
As migrações paleolíticas e as inscrições rupestres da América.
t. LXIX(1955): 5-20.
Ocupação da América por grupos humanos pré-históricos, destacando o território brasileiro e o Ceará. Não há referência a fontes documentais usadas, mas reproduz inscrições rupestres, em folhas anexas.
_____ Algumas inscrições rupestres inéditas do Estado do Ceará.
t. LXX (1956): 115-126.
O A. dividiu o território cearense em quatro zonas: Bacia do Banabuiu, Planalto dos Inhamuns, Serra da Ibiapaba e Médio Jaquaribe. São reproduzidas dezesseis “estampas” (fora do texto) e um mapa localizando os locais onde são encontradas as citadas inscrições.
_____ Saudação aos sócios do I.C.
t. LXXI (1957): 173-177.
Palestra pronunciada na primeira sessão do I.C. em 1957. Sugere o estudo da história cearense de modo interpretativo…”Até aqui, as nossas investigações tem sido quase totalmente dirigidas para arquivos e livros; muito pouco para o campo das realizações completas para o palco ecológico da natureza.”
_____ Orientação científica na luta contra as Secas.
t. LXXII (1958): 5-14.

Breve comentário sobre o fenômeno das Secas. Pequeno histórico sobre a criação e desenvolvimento da “Inspetoria Federal de Obras Contra as Secas (IFOCS). O A. critica a falta de “rigor científico” “na execução de obras contra as secas. Registra uma valiosa lista de publicações de caráter científico sobre o tema referente a Astronomia, Geografia, Botânica e Fitogeografia, Meteorologia e Clima, Hidrografia, Piscicultura, “Secas e suas soluções”.
_____ Valorização do Nordeste (um plano de estudo sócio-
cultural da área nordestina.
t. LXXV (1961): 151-162.
O A. sugere a participação da Universidade Federal do Ceará (através do Instituto de Antropologia) e do I.C. na realização de um estudo sócio-cultural do território cearense. Esse estudo poderia contribuir para o desenvolvimento de outros fatores culturais da região.
_____ Projeto de pesquisa sócio-culturaI no Ceará.
t. LXXVI (1962): 74-101.
Esquema minucioso e objetivo para o conhecimento da realidade sócio-cultural cearense. Os trabalhos de pesquisa estavam programados para seis anos de duração. Não foram concluídos. O fator ecológico era valorizado.
_____ Alguns problemas da História.
t. LXXVII (1963): 63-76
Teoria da História. O A. questiona a Natureza, o Fato e o Processo Histórico. O enfoque sobre o tema é rico de conhecimentos, expresso em linguagem própria.
_____ Onomástica indígena cearense.
t. LXXVIII (1964.): 5-27.
Não é um trabalho específico de “onomástica indígena” é mais de pré-história do Nordeste brasileiro. Não registra referências bibliográficas ou bibliografia.

BRASIL SOBRINHO, THOMAZ POMPEU DE SOUSA BIBLIOGRAFIA.
SOUSA, Maria da Conceição. Bibliografia de Thomaz Pompeu Sobrinho. t. XCIV (1980): 249-264.

BRASIL Neto, Thomaz Pompeu de Sousa.
Agradecimento proferido em nome da família Pompeu, na sessão solene no I.C., em homenagem ao Senador Pompeu, no centenário de seu falecimento.
t. XCI (1977): 211-214.

BRÍGIDO, João.
“Fortaleza de 1845 – Almanaque do Ceará para o ano de 1845, voltar organizado de memória, e sob documento.”
t. LXXII (1958): 230-256.
Trabalho atribuído a João Brígido sob o pseudônimo de OUTRO ARAMAC. Foi publicado parceladamente no jornal UNITÁRIO, de Fortaleza, em 1903. Contém informações gerais sobre Fortaleza, em 1845. Descrição detalhada das ruas,. casas e nomes de seus habitantes, profissionais liberais, funcionários públicos, artesãos, comércio e outros dados. São informações importantes para o conhecimento da vida sócio-econômica da capital cearense naquela época.
_____ A casa nº 67 do Largo do Rocio.
t. XC (1976): 187-189.
O A. refere-se a casa na qual morou o Senador Pe. José Martiniano de Alencar, no velho Rio de Janeiro, antes da reforma do prefeito Francisco Pereira Passos, e evoca sua vida política.

BRIGIDO, JOÃO. EQUÍVOCOS DE.
FREITAS, Antônio Gomes de. Vários artigos:… Equívocos de João Brígido. t. LXXX (1966): 277-282.

BRITO, José Jorge Leite de.
Kilian van Renselaer e o Ceará antes dos holandeses.
t. C (1986): 99-108.
Importantes informações históricas sobre os holandeses no Nordeste do Brasil, contendo referências bibliográficas.

BRITO, RAIMUNDO DE FARIAS (1862-1917) – CRÍTICA FILOSÓFICA.
AMORIM, José Sobreira de. Estímulo a Verdade. t. LXXVI(1962):115-123