A
Abadia
de Santa Cruz de Quixadá
Rescrito e despacho para a ereção canônica da
Abadia de Santa Cruz de Quixadá.
t. XVII, 299-300.
O rescrito é datado de 8-11-1901 e o despacho de 14-9-1903.
Abastecimento
Documentos para a história do Brasil e especialmente a do Ceará.
Coleção Studart.
t. XXVI, 97-230.
Os documentos ns. 377,383, 384, 391, 399, 400 e 408 dizem respeito a
questões de abastecimento. Para os títulos, vide a entrada
principal.
Abdicação
de D. Pedro I.
Precizo dos sucessos que ocazionarão o Grande Acontecimento do
Faustozo Dia SETE DE ABRIL, dirigido aos Cearenses pelos seus Deputados
abaixo assinados.
t. XXVII, 307-311.
Abolição
AMARAL, Angêlo do
Lei de 13 de maio.
t. XXI, 331-336.
FAZENDA, Vieira
Ventre livre.
t. XXI, 33-38.
Abolição
no Ceará
FONSECA, Júlio César da, filho (1853-1931).
Em torno da abolição.
t. XXXVIII, 355-360.
MARTINS, Antônio
Para a história da libertação dos escravos no Ceará,
etc.
t. XI, 105-112.
SOUSA, Eusébio de
O Ceará e a Abolição.
t. XXXVII, 385-390.
ABREU,
Cruz
Aspiração malograda.
t. XLII, 123-131.
Oferece alguns dados biográficos de Vicente Machado Pimentel,
um dos primeiros estudantes do Liceu Cearense e que ali chegou a lecionar.
Indo para o Rio, para fazer o curso universitário em 1849, aí
faleceu em 1853, sem ter atingido o seu fito. Dá os nomes de
alguns de seus colegas que chegaram a ocupar altas posições
sociais.
Paulino Nogueira.
t. XLVI, 45-49.
Pequena e resumida biografia de Paulino Nogueira Borges da Fonseca,
acompanhada de uma notícia bibliográfica, extraída
do Dicionário Biobibliográfico Cearense, do Barão
de Studart.
Presidentes do Ceará. Segundo Reinado. Cel. Joaquim Mendes da
Cruz Guimarães, 2o vice-presidente em exercício. (De 1o
de agosto de 1850 a 16 de novembro de 1850).
t. XXXVI, 3-43.
História da administração do Coronel Joaquim Mendes
da Cruz Guimarães, vice-presidente que exerceu de 1-8-1850 a
16 de novembro do mesmo ano a presidência do Ceará. Conta
as repercussões da política federal no Ceará e
os sucessos políticos da província. Conservadores (caranguejos)
dificultaram as atividades administrativas do vice-presidente em exercício
e a Assembléia, não reconhecendo a legitimidade de seu
governo, nem sequer lhe enviava as leis votadas. Cita algumas medidas
de interesse geral tomadas por Mendes. Fala na existência de uma
biblioteca de empréstimo (1849). Trata-se de trabalho não
ordenado e pouco informativo nos fatos mais essenciais.
Presidentes do Ceará. Segundo reinado. 16o presidente, Fausto
Augusto de Aguiar.
t. XXXIII, 110-197.
O A. oferece dados biográficos de Aguiar e relata seu período
de governo no Ceará de 13-5-1848 a 1-8-1850. Transcreve uma descrição
publicada no jornal Pedro II, órgão do partido caranguejo,
do baile que lhe foi oferecido dez dias depois de sua posse, interessante
como demonstração do jornalismo da época. Descreve
a situação da população, da iluminação
e cemitérios. Da p. 124 a 143 disserta sobre a instrução,
dando as cadeiras lecionadas, os nomes de vários professores
e os compêndios adotados. transcrevendo longos trechos do Relatório
de 1849 do Dr. Tomás Pompeu de Souza Brasil, sobre a instrução
secundária e primária na Província. Há dados
sobre ordenados dos professores e número de escolas. Trata, a
seguir, da força pública, comandada pelo Tenente-Coronel
Luís Antônio Favila (falecido em 1868), de quem oferece
dados biográficos, Os nomes dos oficiais e tabelas de vencimentos
(143-164). Fala da constituição da justiça e dá
a lista dos jurados. Trata da polícia, dando traços biográficos
de seu chefe, Dr. Miguel Joaquim Aires do Nascimento. Dá os nomes
dos juízes de Direito, juízes municipais e promotores
da Capital e das comarcas, dando um ou outro dado biográfico
dos mesmos.
Presidentes do Ceará: Segundo Reinado, 16o presidente, Fausto
Augusto de Aguiar. (Continuação).
t. XXXIV, 3-139. 3 retrs.
O A. continua a estudar a administração de Aguiar passando
em revista as várias repartições como a Secretaria
do Governo, a da Polícia, a tesouraria provincial e geral, a
alfândega, os correios, as freguesias. Descreve as eleições,
para a Câmara e juízes de paz, que se procederam em 7-9-1848,
transcrevendo peças oficiais sobre as lamentáveis ocorrências
deste dia. Transcreve uma poesia satírica sobre as eleições
da autoria de Pedro Pedreira, bem como um artigo do correspondente do
Correio Mercantil do Rio de Janeiro. Analisa as dificuldades de Aguiar
com o corpo legislativo da Província, transcrevendo enormes trechos
do Relatório oficial lido a 1-7-1848. Aí se encontram
dados estatísticos sobre as finanças e a produção
do Estado. Indica as leis aprovadas durante a sessão legislativa
de 1848. Fala dos trabalhos da Assembléia de 1849 e das condições
financeiras da Província. Mostra a força da oposição
dirigida por Tristão de Alencar Araripe e transcreve a representação
dirigida ao Governo Imperial e por aquele deputado contra os despotismos
de Aguiar. Transcreve várias outras peças assinaladas
por Tristão de Alencar Araripe e indica as leis votadas em 1849.
Descreve os reflexos da política imperial no Ceará e as
eleições de 24-2-1849, dando os nomes dos candidatos e
dos eleitos; os trabalhos da Assembléia de 1850, transcrevendo
trechos do Relatório apresentado pelo Presidente em 28-6-1858;
acontecimentos políticos e a retirada em 3-8-1850 de Aguiar da
Província. É artigo cheio de dados e informações,
mas pobre na ordenação dos fatos e na apuração
crítica, de seleção dos principais sucessos. O
A. não tem critério metodológico.
Presidentes do Ceará. Segundo Reinado, 17o presidente, Ignácio
Francisco Silveira da Motta. (Depois Barão de Vila Franca). (De
16 de novembro de 1850 a 6 de julho de 1851).
t. XXXVIII, 125-195. retr.
O A. historia a administração de Inácio Silveira
da Mota (1815-1885), chegado ao Ceará em 14 de novembro de 1850,
tomando posse a 16. Sua principal preocupação foi combater
a criminalidade que infestava a zona limítrofe entre o Ceará
e o Piauí, para o que julga imprescindível a colaboração
do governo do Piauí. Dá as várias medidas tomadas
e mostra como os criminosos eram protegidos por grupos políticos.
Trata ainda das finanças do Estado, da fuga dos presos da cadeia
de Icó em 21 de maio de 1851, dos melhoramentos materiais feitos
durante sua gestão, tais como a penitenciária de Fortaleza,
a melhoria do porto dessa cidade, a máquina de descaroçar
algodão, a luta contra as formigas que devastavam a lavoura,
etc. Trata de outros pequenos fatos de menor importância e transcreve
a mensagem que os liberais lhe entregaram, saudando-o, quando passou
o governo ao seu substituto, e a sua resposta, em agradecimento. Dá,
no final, pequena nota biográfica de Silveira da Mota que teve
o título de Barão de Vila Franca em 1875. Foi durante
sua administração que Gonçalves Dias esteve no
Ceará, a fim de examinar as bibliotecas, arquivos e repartições
públicas.
Presidentes do Ceará. Segundo Reinado. 18o presidente, Dr. Joaquim
Marcos de Almeida Rêgo (de 6 de julho de 1851 a 28 de abril de
1853).
t. XLII, 33-63. retr.
Historia a administração de Almeida Rego, médico
que, nomeado presidente da Província, em 31-5-1851, aí
chegou a 4 de julho do mesmo ano. Conta a introdução da
terapêutica homeopática no Ceará em 1849 e os que
a praticavam. Enumera as farmácias existentes. A febre amarela,
vinda do Sul, assolara também o Ceará. O autor fala das
medidas que foram adotadas para combatê-la e transcreve um ofício
do médico de pobreza e provedor de saúde, Dr. Liberato
de Castro Carreira, no qual este diz que o único tratamento aplicado
era o homeopático. Transcreve alguns documentos oficiais sobre
o escoamento da Lagoa do Garrote.
Presidentes do Ceará. Segundo Reinado. 18o Presidente, Dr. Joaquim
Marcos de Almeida Rêgo (de 9 de julho de 1851 a 28 de abril de
1853). (Continuação).
t. L, 129-186.
Continuando seu estudo sobre a administração de Almeida
Rêgo, fala das obras públicas que se iniciaram ou se fizeram
durante seu governo, como as da cadeia e as do trapiche. Notícia
a abertura da Assembléia Provincial em 1-9-1852, dá os
nomes dos membros da mesa e das comissões permanentes. Nessa
sessão de 1852 começou o apanhamento taquigráfico
dos debates, sendo o contrato feito com João Ferreira Vilela.
Dá os títulos das leis aprovadas e resume o relatório
de 1852, do presidente Almeida Rêgo, no qual ele fala da situação
do ensino e dá os nomes dos professores, as cadeiras que ensinavam
e os seus vencimentos. Relata o autor as eleições gerais
de 1852 e os distúrbios que se verificaram. A 28-4-1853 Almeida
Rêgo passou o governo ao seu sucessor.
Presidentes do Ceará: Segundo Reinado. 18o Presidente, Dr. Joaquim
Marcos de Almeida Rêgo (de 9 de julho de 1851 a 28 de abril de
1853). (Continuação).
t. XLVIII, 173-184.
O A. conta a luta de Almeida Rêgo contra a febre amarela e os
principais casos fatais da epidemia.
Presidentes do Ceará. Segundo Reinado. 18o presidente, Dr. Joaquim
Marcos de Almeida Rêgo (de 9 de julho de 1851 a 28 de abril de
1853). (Continuação).
t. XLIX, 101-160.
Continuando seu estudo sobre a administração do Dr. Almeida
Rêgo, o A. dá notícia das principais vítimas
da febre amarela no ano de 1851. Transcreve comentários da Imprensa
da época sobre a dedicação dos médicos.
Regista o aparecimento do Compêndio de Geografia de Pompeu e dá
notícia das reedições da obra. Refere-se aos principais
fatos ligados ao combate da epidemia de febre amarela. Dá os
nomes da mesa e das comissões permanentes da Assembléia
Provincial, inaugurada a primeiro de outubro. Nessa legislatura foi
aprovado o projeto de criação da taquigrafia, contratando-se
para isso um profissional. Foram aprovadas 30 Resoluções,
cujos títulos o A. transcreve. Resume os pontos principais do
relatório de Almeida Rêgo. Dá os resultados das
eleições de deputados provinciais para o biênio
1852-1853.
O regresso dos heróis.
t. XXXVI, 226-240.
Descreve o desembarque festivo, a 31-3-1870, no Rio de Janeiro, do 26o
batalhão de voluntários que voltava da Guerra do Paraguai.
Cearenses formavam a quase totalidade do batalhão, que era chefiado
pelo General Antônio Tibúrcio Ferreira de Sousa.
ABREU, João Capistrano de (1853-1927).
Carta a Antônio Bezerra.
t. XLV, 280-281.
Ceará e Rio Grande. (DO Jornal, Rio, anno 2o, n. 285).
t. XXXV, 141-145.
Artigo transcrito dO Jornal, de 7-7-1920, e reimpresso também
na 3a série de Ensaios e Estudos, ed. da Sociedade Capistrano
de Abreu (Rio, 1938. pp. 49-54). Discute a questão de limites
entre os dois Estados, que se iria encerrar no Supremo Tribunal. Admira-se
o A. de que neste debate de fundo histórico se tenha esquecido
um fato de fundamental importância: durante quase um Século
o Ceará andou ligado ao Maranhão. Escreve sobre essa junção
e fala da anexação do Ceará, dizendo não
saber se foi incorporado com os antigos limites ou recebendo novos.
Lembra a Representação da Câmara de São José
de Ribamar, de 15-5-1700, pela qual se verifica que o marco que dividia
o Rio Grande do Ceará fica circunvizinho ao porto do Touro, e
que esse marco deve ser o mencionado por Betendorf. O Barão de
Studart faz uma pequena nota, dizendo ter sido a questão decidida
a favor do Rio Grande do Norte.
Em memória de Eduardo Prado.
t. XXXIII, 286-293.
Trata-se do prefácio à História da Missão
dos Padres Capuchinhos, de Claude dAbbeville, na edição
fac-similar da Série Eduardo Prado, de 1922. O Prefácio
foi aqui publicado antes que o livro fosse entregue ao público,
devido à demora na reprodução fac-similar. A Sociedade
Capistrano de Abreu, nas suas publicações, incluiu este
trabalho na 2a Série dos Ensaios e Estudos, 1932, pp. 231-240.
Sobre uma história do Ceará.
t. XIII, 22-33.
Capistrano de Abreu, depois de escrever que o Ceará é
o Estado do Norte que mais se dedica à sua história, louva
os estudiosos, esta Revista, e especialmente o Dr. Guilherme Studart.
Estuda sua obra Datas e fatos para a história do Ceará,
que alcança até o reconhecimento da Independência
do Ceará e desenvolve alguns comentários sobre a história
cearense. Considera Datas e Fatos como resultado de muitos anos de esforço
indefesso e de investigação conscienciosa, donde a segurança.
a precisão e a abundância das informações.
Este trabalho, tirada a parte inicial sobre os estudos históricos
no Ceará, foi transcrito em Caminhos e Povoamento do Brasil,
edição da Sociedade Capistrano de Abreu, 1930, pp. 219-231.
Tricentenário do Ceará.
t. XVIII, 57-69.
Transcrição dA Notícia do Rio de Janeiro. O A.
refere-se a dois trabalhos publicados pelo Barão de Studart por
ocasião do tricentenário do Ceará: um relativo
a Martim Soares Moreno e outro aos jesuítas Francisco Pinto e
Luís Figueira. Analisa o primeiro e faz muitas referências
ao segundo. Trata-se de excelente trabalho crítico.
Reproduzido em Caminhos antigos e Povoamento do Brasil, edição
da Sociedade Capistrano de Abreu, 1930, pp. 235-247.
Um livro sobre a Marquesa de Santos.
t. XXXV, 285-298.
Crítica ao livro de Alberto Rangel, D. Pedro I e a Marquesa de
Santos. Elogia o livro dizendo que saiu com documentação
forte e sólida e que dificilmente se encontraria trabalho nacional
lançado em alicerces tão profundos e seguros. Analisa
as relações de D. Pedro e D. Domitila de Castro Canto
e Melo (1797-1867). Este artigo foi primeiramente publicado no Jornal
do Comércio, de 10-6-1917, e depois reproduzido nos Ensaios e
Estudos, 2a série, edição da Sociedade Capistrano
de Abreu (Rio, 1932. pp. 155-172).
Vaz de Caminha e sua carta.
t. XXIV, 134-147.
Este estudo foi primeiramente publicado na Revista do Inst. Hist. e
Geog. Brasileiro, t. 71, parte 2, 1908. Revisto pelo autor, foi depois
reproduzido no Livro de Ouro comemorativo do Centenário da Independência
Brasileira (Anuário do Brasil). Trata-se de excelente estudo
crítico sobre a Carta de Caminha. Começa com uma notícia
bibliográfica sobre as várias edições da
Carta e fornece alguns dados biográficos de Pero Vaz de Caminha.
KATZER, Friedrich
Paizagens do Ceará. Trad. de Capistrano de Abreu.
t. XVII, 291-298.
ALENCAR, Mário
Sobre um livro de Capistrano de Abreu.
t. XXVIII, 309-318.
BARREIRA. Dolor
Por que não escreveu Capistrano de Abreu a História do
Brasil?
t. LVII, 223-229.
CALÓGERAS, João Pandiá
Capistrano de Abreu.
t. XLI, 259-272.
Capistrano de Abreu. Sua moléstia e seus últimos momentos.
t. XLI, 273-27S.
Transcrevem-se, do Correio do Ceará, de 16 de setembro de 1927,
trechos de uma interessante carta escrita por uma senhorita que assistiu
os últimos momentos de vida de Capistrano de Abreu.
LIMA, Alceu de Amoroso
Capistrano de Abreu.
t. XLII, 132-142.
Trata-se de excelente artigo em que o autor, a propósito da edição
dos Capítulos de História Colonial, pela Sociedade Capistrano
de Abreu (Rio, 1928), estuda o papel de Capistrano na historiografia
brasileira e a contribuição original da obra então
reeditada.
MOTA, Leonardo Ferreira da (1891-1948).
Capistrano de Abreu anedótico.
t. LVI, 55-78.
PRADO, Aécio
Reminiscências. O brasileiro que mais sabe...
t. XXXII, 74-79.
SALLES, Antônio
Reminiscências. Capistrano de Abreu.
t. XLI, 253-258.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
João Capistrano de Abreu.
t. XLI, 243-252.
ABREU,
João da Cruz
(Necrológio).
t. LXI, 298.
ABREU,
Júlio
O Padre Domingos da Mota Teixeira e a Vigararia do Icó.
t. LXVIII, 143-148.
As notas biográficas são colhidas de fontes indiretas,
de valor desigual, e ainda assim recortadas de informações
sobre terceiros.
A velha Academia de Olinda.
t. LX, 86-110.
Dá o autor a lista dos bacharéis cearenses formados pela
Faculdade de Olinda, a partir de 1832, até 1854, com ligeiros
dados biográficos dos mesmos.
A velha Academia de Olinda. (Continuação).
t. LXII, 189-217.
Destaca alguns estudantes que, tendo-se bacharelado em Olinda, mais
tarde se notabilizaram. Obedece à cronologia das turmas de bacharéis
(1832-1836).
A velha Academia de Olinda. (Continuação).
t. LXIII, 20-48.
O autor continua seu estudo sobre os bacharéis da Academia de
Olinda, abrangendo as turmas de 1836 a 1839.
A velha Academia de Olinda. (Continuação).
t. LXIV, 142-167.
Dá os nomes e dados biográficos dos bacharéis formados
em Olinda, nas turmas de 1840 a 1854.
Em torno da nomeação de um Bispo Coadjutor.
t. LVIII, 182-190.
Trata do pedido feito ao Governo Imperial pelo Bispo D. Luís
Antônio dos Santos, em fins de 1887, da nomeação
de um Bispo Coadjutor. Transcreve a correspondência trocada entre
o Bispo e o Barão de Cotegipe. Diz o autor ignorar se chegou
a efetivar-se a nomeação. É trabalho de compilação.
sem pesquisa original. Evocações e sindicâncias.
(Meio Século de uma tragédia).
t. LV, 205-224.
O autor evoca a data de 16 de fevereiro de 1892, quando o General José
Clarindo Queirós foi deposto do Governo do Ceará pela
oficialidade do 11o Batalhão de Infantaria e pelos alunos da
Escola Militar. Relembra as atividades oposicionistas do General Clarindo
contra Floriano Peixoto e cita alguns trechos do pedido de habeas-corpus
feito por Rui Barbosa no Supremo Tribunal Federal, em favor dos treze
oficiais superiores, inclusive o General Clarindo, que assinaram o Manifesto
contra Floriano Peixoto.
A lenda de uma bofetada.
t. XLVIII, 189-201.
O A. procura refutar que o Senador José Martiniano de Alencar
tivesse esbofeteado Cândido José de Araújo Viana,
Marquês de Sapucaí, ministro do Império, nos corredores
do Senado. Diz que esse fato não passa de mera exploração
política. O maior general de um hemisfério. Um centenário
memorável.
t. IIIX, 240-251.
O A., querendo relembrar o centenário da terminação
da guerra farroupilha e a pacificação do Rio Grande do
Sul, compila opiniões e trechos de autores e obras publicadas
de merecimento desigual, sendo algumas de caráter secundário.
Ressalta a figura do Duque de Caxias.
ABREU,
Sílvio Froes de
A comissão científica de 1859.
t. XXXIII, 196-207.
Sugerida no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro
a idéia da organização de uma comissão científica
para estudar alguns pontos menos conhecidos do País e aprovado
o projeto pelo governo, o Ceará foi a região escolhida.
Chefiada pelo Conselheiro Dr. Francisco Freire Alemão Cisneiro,
foi a mesma dividida em 5 secções: geológica, zoológica,
botânica, astronômica-geográfica-etnográfica
e de descrição de viagem. O A. dá os nomes dos
componentes dessas secções e uma rápida notícia
de suas atividades. A comissão partiu do Rio em 26-11859 e demorou
cerca de dois anos e meio, deixando o Ceará em 13-7-1861. O trabalho
é datado do Rio, janeiro de 1919.
A glaciação de Agassiz e a relatividade de Einstein.
t. XL, 91-94.
A propósito da Teoria da Relatividade, tão discutida no
Brasil, especialmente porque Einstein dissera que o céu do Ceará
a confirmava, o A. lembra a expedição científica
de J. L. R. Agassiz ao Brasil, em 1885, e sua teoria da glaciação
pleistocênica, baseada nas serras cearenses. A teoria foi refutada
pelo Barão de Capanena e mais tarde por J. C. Branner. Diz que
se deve esperar com paciência outro Branner, que refute as teorias
de Einstein. O salitre no Ceará.
t. XXXVI, 172-177.
Conta a expedição de 1799-1800. de João da Silva
Feijó, em busca de salitre, e a exploração das
nitreiras encontradas. Com a guerra de 1914-18, procurou-se salitre
no Ceará e Piauí, sem resultados apreciáveis. Schisto
bituminoso da Chapada do Araripe. Ceará.
t. XXXVIII. 363-377.
Excelente estudo sobre a ocorrência de carvão de pedra
no Ceará. O A. resume as várias pesquisas de Marcos de
Macedo, do Barão de Capanema, do Conde Adolpho van den Brule,
do Dr. Arrojado Lisboa. Faz um apanhado geral da geologia, dos afloramentos
do xisto, analisa as propriedades físicas e químicas,
constituições, origem e idade do xisto. As considerações
gerais procuram chamar atenção para o aspecto econômico
da questão. Para o autor, a propalada fertilidade do Cariri é
função de sua formação geológica.
Faz referências à cidade do Crato, principal centro da
zona, e diz que os xistos betuminosos do Cariri talvez possam resolver
o problema do combustível para o estabelecimento de indústrias
e os meios de locomoção.
Sobre a gênese dum Schisto bituminoso do Ceará.
t. XL, 12-19.
O A. fala sobre a tese apresentada por C. Eg. Bertrand ao Congresso
Geológico Internacional. em 1900, sobre carvões gelósicos
e carvões húmicos. Há nesse trabalho referências
a um xisto betuminoso do Ceará. No arquivo do geólogo
brasileiro Gonzaga de Campos encontrou Fróis de Abreu a tradução
da memória de Bertrand sobre xisto do Ceará. Copiou-a
e publicou-a aqui.
O Titânio no Ceará.
t. XXXVI, 219-224.
O A. fala da ocorrência do titânio no Brasil e especialmente
no Ceará.
Academia
Brasileira dos Esquecidos.
t. LX, 188-197.
ALVAREZ, Martins d Academia Brasileira dos Esquecidos t. LX, 188-197.
Academia
Cearense e Academia Cearense de Letras (1894-1930).
Por Leonardo Mota.
t. LIV. 73-80.
Academia
de Olinda
ABREU, A velha Academia de Olinda.
t. LX, 86-110; t. LXII, 189-217; t. LXIII, 20-48; t. LXIV, 142-187.
Accioly,
Antônio Pinto Nogueira
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Geografia do Ceará.
t. XXXVII, 160-384.
Dados biográficos do Dr. Antônio Pinto Nogueira Acioli,
que governou o Ceará de 1896 a 1900, de 1904 a 1908 e ainda de
1908 a 1912, pp. 230-231.
Acre
BULCÃO, José Pedro Soares (1873-1942).
O comendador João Gabriel. A origem do nome Acre.
t. XLVI, 25-40.
Plácido de Castro.
t. LI, 185-199.
Subsídio para a história do Departamento do Alto Purus.
t. LIV, 5-21.
Acta da acclamação do Senhor Dom Pedro 2o por unanime
acclamação dos povos. Imperador Constitucional e Defensor
Perpetuo do Imperio do Brazil.
t. VI, 68-70.
Oferecida pelo Dr. Paulino Nogueira Borges da Fonseca. Datada de 29-5-1831,
e realizada nos paços da Câmara Municipal da cidade de
Fortaleza. E assinada pelos vereadores e pessoas presentes.
Acta
da la reunião preliminar para a creação de um Club
Republicano na cidade do Aracaty.
t. XIV, 280-284.
Datada de 21-4-1870. Em nota, o Barão de Studart explica que
não teve vida o Clube de que se publica esta ata da sessão
preliminar, mas que foi novamente criado em sessão solene inaugural
de 27-10-1872. Dá os nomes dos sócios do Clube.
Acta
da 1a vereação da Villa Nova de Soure.
t. V, 236.
É datada de 17-10-1759. Foi oferecida pelo Dr. Guilherme Studart.
Actas
da Camara do Crato. De 11 de maio até 27 de janeiro de 1823.
t. XXV, 201-221.
Atas de importância incontestável para a história
do Crato. Nas sessões de 11 e 19-5-1817 registram-se as medidas
tomadas contra a revolução republicana desse ano, que
estourara em Pernambuco e teve suas ramificações no Ceará.
A Revolução se fez em 3-5-1817 e a restauração
da monarquia em 11-8-1817.
Açúcar
STUDART Guilherme, barão de (1856-1938).
Azevedo de Montaury e seu governo no Ceará.
t. V, 5-81.
Açudes
e Reservatórios
BRASIL, Thomaz Pompeu da Sousa, Sobrinho.
A capacidade irrigatória do açude Orós.
t. XLI, 159-166.
Açude Quixeramobim, t. XXVI, 215-279.
O fator moral nas construções dos grandes açudes.
t. XLVII, 77-88.
REVY, Júlio J.
Reservatório no Açude do Boqueirão de Lavras.
t. XV, 104-106.
ADAM,
PAUL
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Estrangeiros e Ceará.
t. XXXII, 191-274.
Notícia de Paul Adam, p. 260.
ADERALDO,
Mozart Soriano
Colonização das terras devolutas do Ceará. (Subsídios
para a solução de um problema).
t. LXII, 296-319.
Excelente estudo, com um resumo histórico do povoamento, fatores
principais do povoamento, resumo histórico da legislação
cearense sobre terras devolutas e das tentativas de apropriação
indébita das terras devolutas. O autor estuda o aspecto jurídico
da administração das terras devolutas, faz uma sinopse
do Serviço de Colonização de Minas Gerais para
cujo estudo fora comissionado pelo Secretário de Agricultura
e Obras Públicas do Ceará. Finalmente, na conclusão
apresenta suas sugestões para a solução do caso
cearense. Estudo de objetivos práticos e muito bem fundado na
apreciação histórica.
Considerações em torno das três últimas reformas
administrativas do Ceará.
t. LXV, 110-133.
Estudo rico em informações toponímicas, em que
o A. alude ao decreto-lei federal n. 311, de 2-3-1928, que dispôs
sobre a divisão territorial do País, e ao decreto estadual
n. 169, de 31-31938, modificado pelo de n. 262, de 2-6-1938, e retificado
pelo de n. 378, de 20-10-1938, que deu execução ao decreto-lei
federal. Trata também do decreto estadual n. 346, de 1-9-1938,
que adotou as normas sugeridas pelo I.B.G.E. para a fixação
da nova divisão territorial e da toponímia no Estado,
decreto em parte alterado pelo de n. 391, de 11-11-1938, referentemente
ao prazo fixado. O A. trata, ainda, da primeira reforma administrativa,
consubstanciada no decreto-lei estadual n. 448, de 20-12-1938, que fixou
os limites intermunicipais e interdistritais e alterou a toponímia
de várias cidades e vilas, a vigorarem de 1-1-1939 a 3112-1943.
Esse decreto-lei extinguiu 21 distritos, criou 32 distritos, transferiu
de um Município para outro 4 distritos, transferiu as sedes de
4 distritos e alterou os topônimos de 115 núcleos de população
(vilas ou cidades). O critério adotado foi o de, dentro do território
cearense, não coexistirem dois topônimos iguais. Ainda
trata o A. da segunda reforma administrativa, feita pelo decreto-lei
estadual no 1114, de 30-12-1943, pela qual foram adotados 17 novos topônimos
de cidades e 117 de vilas, criandose um distrito novo. O novo critério
seguido foi o de não coexistirem topônimos iguais em todo
o território nacional, prevalecendo os mais antigos dentro de
cada categoria (vilas, cidades e capitais). O A. fornece preciosos dados
informativos sobre cada um deles. Finalmente, trata o A. da lei estadual
n. 1.153, de 22-11-1951, que fixou a nova divisão territorial
do Estado a vigorar até dezembro de 1953. Esse diploma legal
criou 16 novos municípios, transferiu de um Município
para outro 1 distrito, criou 41 distritos, suprimiu 6 distritos e alterou
os topônimos de 5 cidades e 9 vilas, revigorando algumas antigas
denominações. O A. finaliza críticando essa última
reforma.
Discurso ao ser recebido como sócio.
t. LXIV, 290-399.
Nesse discurso, o A., entre outras coisas, estuda a cidade de Fortaleza
de 1887, ano da fundação do Instituto do Ceará,
com seus costumes e tradições.
Pe. Francisco Longino Guilherme de Melo. (O Verdeixa Mossoroense).
t. LXVIII, 69-83.
Biografia de um sacerdote que viveu em Mossoró e outras regiões
nordestinas no decorrer do Século XIX, convulsionando a política
com seu gênio violento. Trabalho onde se colhem informações
sobre os costumes da época e da região.
Minha árvore genealógica. (Modesta contribuição
ao estudo da genealogia cearense).
t. LXIV, 61-94.
Em atendimento a um apelo do Instituto do Ceará, empenhado em
divulgar a genealogia das principais famílias cearenses, o A.
divulga a sua, com informações que interessem ao sociólogo
e ao antropólogo, além de outros.
A reforma administrativa de 1953.
t. LXVII, 291-294.
O A., que havia estudado as reformas administrativas do Ceará
de 1938, 1943 e 1951, aponta as irregularidades da de 1953. Nessa reforma,
foi mudado o nome de 1 Município, transferida a sede de outro
Município, criados 8 distritos novos, mudado o nome de 1 distrito
e transferido 1 distrito de um Município para outro.
Adhesão
do Ceará à Confederação do Equador.
t. esp. 1924, 594-600.
Discurso pronunciado em nome do Instituto do Ceará por Antônio
Augusto de Vasconcelos por ocasião da comemoração
do primeiro centenário da adesão do Ceará à
Confederação do Equador.
Administração
Barba Alarde, pelo Barão de Studart.
t. XXII, 327-369.
Administração
da Capitania do Ceará Grande.
MONTAURY, João Baptista de Azevedo Coutinho.
Notícia geral da Capitania do Seará Grande. (Da Colleção
Studart).
t. XLIX, 85-100.
Administração
de João Carlos Augusto de Oeynhausen no Ceará. Parte documental.
Documentos pertencentes à Colleção Studart.
t. XXXVI. 241-279.
Publicação de documentos oficiais relativos à administração
de João Carlos Augusto de Oeynhausen e Gravenburg, Marquês
de Aracati, que governou o Ceará de 1803 a 1807. A parte cronológica
desse trabalho foi publicada nesta Revista, t. III, p. 168.
Administração
de João Carlos Augusto dOeynhausen no Ceará. Documentos
da Colleção Studart. (Continuação da Revista
de 1925).
t. XL, 133-192.
Continua-se aqui a publicação das peças oficiais
relativas à administração de Oeynhausen no Ceará,
de 1803 a 1807. A parte cronológica, feita pelo Barão
de Studart, foi publicada nesta Revista, t. III, p. 168 e sgts.
Administração dos Correios do Ceará. Por M. Satyro.
t. XXXVII, 156-159.
História a administração dos Correios do Ceará,
dá os nomes dos chefes ou administradores do serviço postal
e enumera os prédios em que tem ele funcionado.
A administração Homem de Mello e a Revista do Instituto
do Ceará
Por Antônio Bezerra de Menezes.
t. X, 209-214.
A administração Homem de Mello e a Revista do Instituto
do Ceará. Por Paulino Nogueira Borges da Fonseca.
t. X, 96-105.
Paulino Nogueira transcreve uma carta que lhe endereçou o Barão
Homem de Mello a propósito do artigo de Antônio Bezerra
de Menezes, Descrição da cidade de Fortaleza. Reclama
contra a completa omissão que nela se dá de tudo quanto
fez a administração Homem de Mello e resume suas principais
medidas. A carta é datada de 25-2-1896. O Barão Homem
de Mello governou a Província do Ceará de 1865 a 1866.
Administração Manoel Ignacio de Sampaio. (1o Visconde
de Lançada).
Parte chronologica. Pelo Barão de Studart.
t. XXX, 201-247.
Adoção
VASCONCELOS, Abner Carneiro Leão de
Aspecto sucessorio da adopção.
t. I, 79-87.
AGASSIZ,
Jean Louis Rodolphe (1807-1873).
ABREU, Sílvio Fróes de
A glaciação de Agassiz e a relatividade de Einstein,
t. XL, 91-94.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Estrangeiros e Ceará.
t. XXXII, 191-274.
Notícia sobre Agassiz e o Ceará, pp. 213-216. Estiveram
os Agassiz no Ceará em 1865. Trata-se de boa nota biobibliográfica.
Agricultura
Duque, J. Guimarães
Algumas lições históricas na agricultura.
t. LXVIII, 252-256.
AGUIAR,
Fausto Augusto de
ABREU, Cruz
Presidentes do Ceará. Segundo Reinado. 16o presidente, Fausto
Augusto de Aguiar.
t. XXXIII, 110-197, t. XXXIV, 3-139. 3 retrs.
AGUIAR,
João José Ferreira de, barão de Catuama (1810-1888).
Barão de Catuama. João José Ferreira de Aguiar.
t. XXV, 124-128.
AGUIAR,
Martins, vide Silva, Antônio Martinz Aguiar e AGUIAR, Osvaldo.
Eusébio de Souza (Necrológio).
t. LXI, 210-215.
ALBUQUERQUE,
Diogo Coelho de
Carta Patente de nomeação de Diogo Coelho de Albuquerque
para Capitão-Mor do Ceará. (Da Colleção
Studart).
t. XXVI, 45-46.
Esta Carta Patente foi extraída da Biblioteca Nacional de Lisboa,
Chancelaria de D. João IV, Livro 19, f. 57v. Diogo Coelho foi
nomeado aos 13-7-1645. Governou até 1646, quando seguiu para
o Rio de Janeiro.
ALBUQUERQUE,
Duarte Coelho de
Documentos para a História do Brasil e especialmente a do Ceará.
(Colleção Studart).
t. XXIV, 215-399.
ALBUQUERQUE,
Jerônimo de
MORENO. Diogo de Campos Jornada do Maranhão por Diogo de Campos
Moreno, sargento-mor do Estado do Brazil.
t. XXI, 209-330.
Treslado do auto e mais diligências que se fizerão sobre
as datas de terras da capitania do Ryo grande. que se tinhão
dado. (Documento da Colleção Studart).
t. XXIII, 112-159.
ALBUQUERQUE,
João Cavalcante de
Documentos para a História do Brasil e especialmente a do Ceará.
(Colleção Studart).
t. XXIV, 215-399.
Documento n. 70: 10 de junho de 1649. Atestação passada
a João Cavalcanti de Albuquerque. (Com assinaturas autógrafas
de João Fernandes Vieira, Francisco Barreto e Manuel de Abreu
Soares).
ALBUQUERQUE,
José Mariano de
Documentos para a história da revolução de 1817.
t. XXVIII, 3-57.
Documentos importantíssimos para a história da revolução
de 1817 em Pernambuco. Tratam-se das perguntas feitas a José
Mariano de Albuquerque. Transcrevem-se as seis perguntas e respostas
feitas no dia 30 de outubro de 1818, bem como a acareação
do referido preso, com Manuel de Azevedo do Nascimento.
ALBUQUERQUE,
Manuel Soriano d (1877-1912).
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Os mortos do Instituto.
t. XXIX, 361-398.
Dados biográficos do Dr. Manuel Soriano dAlbuquerque, pp. 380-384.
Aldeia
de Paupina
Dous documentos referentes à antiga aldeia de Paupina.
t. XXVII, 225-227.
ALECRIM,
João da Costa
MARTINZ, Antônio, filho
Ligeiras notas sobre João da Costa Alecrim.
t. LVIII, 191-194.
ALENCAR,
Álvaro Gurgel de (1861-1945).
General Antônio de Sampaio.
t. XLIII-XLIV, 40-47.
O A. fala do falecimento do General Sampaio em Buenos Aires e da trasladação
de seus restos mortais para Fortaleza. Durante a cerimônia, falou
o Dr. Augusto Gurgel, cujo discurso é transcrito (42-47).
O cólera morbus no Ceará. Cólera epidêmico.
t. LVII, 35-38.
O cólera-morbus, que atacara o Rio de Janeiro em 1855, grassou
na Província do Ceará em 1862. sendo várias as
localidades atingidas. Em Icó, sobretudo, houve o maior número
de casos fulminantes, distinguindo-se os Drs. Pedro Théberge
e Rufino de Alencar na luta contra a epidemia. Trata-se de pequeno subsídio
para a história da Medicina no Ceará.
Discurso.
t. L, 119-122.
Pronunciado durante a cerimônia da incorporação
da casa de José da Alencar ao Museu Histórico do Estado.
Discurso.
t. LI, 409-411.
Pronunciado na sessão de 28 de fevereiro de 1937, do Congresso
Regional de História e Geografia promovido pelo Instituto do
Ceará.
Des. Álvaro Gurgel de Alencar.
Necrológio pelo Des. Abner de Vasconcelos e Dr. Dolor Barreira.
t. LIX, 261-269.
Álvaro Gurgel de Alencar foi juiz, professor de Direito e autor
do Dicionário Geográfico, Histórico e Descritivo
do Estado do Ceará (1903).
ALENCAR,
Bárbara de
CARVALHO, José
Heroína nacional. Bárbara de Alencar.
t. XXXIV, 199-220.
FONSECA, João Nogueira Borges da
D. Bárbara e o Governador Sampaio.
t. XLII, 106-113.
ALENCAR,
Carlos Augusto Peixoto de
Carta ao Padre Marcos de Araújo Costa.
t. LVI, 135-138.
Carta datada do Ceará, 17-5-1843, em que trata do assassinato
de Reinero dAlencar Rodovalho, dizendo que quem o assassinou foi a tropa
de primeira linha que veio de Oeiras e que o capitão Manuel Rodrigues
nenhuma parte teve nisso. No final há uma nota biográfica
sobre o Padre Marcos (1778-1850).
ALENCAR,
Celso de
Um católico íntegro e um cientista notável.
t. esp. 1938, 91-93.
Notícia biográfica do falecido Barão de Studart.
Transcrição dA Voz de S. Antônio, dezembro, 1938.
ALENCAR,
José Martiniano de (1829-1877).
BARROSO, Z.
Uma página da História Pátria. José de Alencar.
t. XXXII, 345-357.
BRASIL, Thomás Pompeu de Sousa, sobrinho.
José Martiniano de Alencar. O Homem.
t. XLIII XLIV, 1-19.
Oferece o A. alguns dados biográficos de José de Alencar
e traça o seu perfil literário, analisando suas principais
obras.
CARVALHO, José
Heroína nacional. Bárbara de Alencar.
t. XXXIV, 199-220.
A casa de José de Alencar. Discurso por Álvaro de Alencar.
t. L, 119-127.
COSTA, Antônio Theodorico da (1861-1939).
A minha homenagem.
t. XLIII-XLIV, 37-39.
Trecho de discurso ou artigo, louvando José de Alencar e congratulando-se
com a inauguração do monumento erigido à sua memória
em Fortaleza.
José de Alencar.
t. XI, 142-182.
Transcrição de vários artigos publicados na Imprensa
brasileira quando da inauguração da estátua de
José de Alencar no Rio de Janeiro. Os principais artigos são
os do Jornal do Comércio, de 1-5-1897, e da Gazeta de Notícias,
de 2-5-1897.
JUSTA, José Lino da (1863).
O Centenário de José de Alencar. (Discurso).
t. XLIII-XLIV, 29-36.
Discurso com algumas considerações sobre a obra literária
de José de Alencar. Não chegou a ser pronunciado.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
José Martiniano de Alencar.
t. XLIII-XLIV, 20-28.
Notícia biobibliográfica de José de Alencar. São
registadas suas principais obras, com as várias edições.
ALENCAR,
José Martiniano de, padre (1794-1860).
Carta que aos Eleitores da Província do Ceará dirige José
Martiniano dAlencar, deputado pela mesma Província.
t. XXVII, 312-363.
Carta datada de 8-9-1830. Censurada sua conduta na Câmara por
alguns jornais, Alencar se dirige aos eleitores cearenses dando-lhes
conta de sua conduta na primeira sessão da mesma Câmara.
Divide sua carta em três partes, em que trata: 1) das matérias
que deram motivo à censura, ou seja, por ter votado pela validade
das eleições do Rio Grande do Sul, das eleições
em geral e pela não exclusão de José Clemente Pereira;
2) das matérias gerais, ou seja sobre o seu modo de votar em
relação às leis de responsabilidade dos empregados
públicos, sobre os abusos da liberdade de Imprensa, orçamento
e outras; 3) das coisas peculiares ao Ceará, ou seja sobre o
seu modo de votar nas várias questões surgidas relativamente
à província. Transcreve discursos que proferiu nas várias
ocasiões, em defesa de seus pontos de vista, e apela para o julgamento
de seus eleitores.
Cartas do Padre José Martiniano de Alencar, Presidente do Ceará,
a Manuel do Nascimento Castro e Silva, Ministro e Secretário
de Estados dos Negócios da Fazenda.
t. XXII, p. 3-103.
É desnecessário chamar atenção para a importância
dessa correspondência.
Como diz o Barão de Studart, em nota à p. 104, ela lança
luz precisa sobre os acontecimentos e sobre os homens daquela época,
não só cearense como no Brasil em geral.
A primeira carta é datada do Ceará, 16-11-1834, e a última
também do Ceará, 29-7-1837. Os originais se encontram
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro (Ceará, lata n. 1, maço
n. 44). As cópias foram feitas pelo Barão de Vasconcelos
e o confronto das cópias com os originais pelo Barão de
Vasconcelos, Barão de Studart e Capistrano de Abreu. As cartas
de resposta de Castro e Silva, publicadas adiante, guardavam-se no arquivo
da família Alencar. O Barão de Vasconcelos copiou os originais
e ofereceu as cópias ao Instituto. São transcritas das
pp. 104-154.
Discurso.
t. XVI, 114-129.
Entre outras peças, é aqui transcrito um discurso de Alencar
na presença do Imperador sobre o assassinato do Major João
Facundo de Castro Menezes.
Duas falas do Senador Alencar.
t. LXI. 283-297.
Fala do Padre José Martiniano de Alencar, presidente da província
do Ceará, abrindo a 2a Sessão Ordinária da Assembléia
da mesma Província a 1-8-1836 (283-292); e Relatório abrindo
a 3a Sessão, a 1-8-1837 (292-297).
ABREU, Júlio.
A lenda de uma bofetada.
t. XLVIII. 189-201.
Amora, Manoel Albano
A outra Súplica.
t. LXV, 172-174,
CÂMARA, J. E. Torres
A Confederação do Equador. José Martiniano de Alencar.
t. esp. 1924, 273-354.
CARVALHO, José
Heroína nacional. Bárbara de Alencar.
t. XXXIV, 199-220.
Da correspondência do Senador Alencar.
t. XXXIII, 274-285.
FONSECA, Paulino Nogueira Borges da (1842-1908)
O Padre Ibiapina.
t. II, 157-220.
Presidentes do Ceará. Período regencial. 7o Presidente,
Senador José Martiniano de Alencar.
t. XII, 34-57 e 89-166; t. XIII, 47-106 e 199-216.
Presidentes do Ceará. Segundo reinado. 10o presidente, senador
José Martiniano de Alencar.
t. XVI, 5-29.
Um trecho da vida do Senador Alencar narrado por um seu parente.
t. XXXVI, 328-330.
Narra episódios da fuga de Alencar depois do fracasso da Confederação
do Equador.
Precizo dos successos que occazionarão o Grande Acontecimento
do Faustozo Dia SETE DE ABRIL, dirigido aos Cearenses pelos seus Deputados
abaixo assignados. (Padre José Martiniano de Alencar e outros).
t. XXVII, 307-311.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Cearenses presidentes da província do Ceará.
t. XXXVI, 236-241.
Faze o bem, não cates a quem, ou uma página da vida do
Senador Alencar. t. 1, 87-91.
ALENCAR,
Mario de
Sobre um livro de Capistrano de Abreu.
t. XXVIII, 309-318.
A propósito do livro Capítulos de História Colonial.
Transcrição do Jornal do Comércio, do Rio de Janeiro,
de 25-10-1907. Há observações e reparos valiosos,
devido ao contacto do autor com o grande históriador.
ALENCAR,
Peixoto de
Discurso.
t. XVI, 114-120.
Entre outras peças, é aqui transcrito um discurso do deputado
Peixoto de Alencar na presença do Imperador sobre o assassinato
do Major João Facundo de Castro Menezes.
Alencares
de sangue e afins. Por João Nogueira Jaguaribe.
t. LIV, 99-118.
Alexandre
de Moura e os jesuítas Gomes e Nunes.
t. XVI, 263-264.
Documento da coleção Studart, datado de Setúbal,
20-101620, e assinado por A. de Moura. O documento trata do pedido feito
por ele a respeito de jesuítas que o acompanhassem à conquista
do Maranhão.
Algodão.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Administração Barba Alardo.
t. XXII, 327-369.
Alimentação
PAULET, Antônio José da Silva
Descripção geografica abreviada da Capitania do Ceará.
t. XII, 5-33.
ALMEIDA,
Eufrásio de
BARREIRA, Dolor Uchoa
Eufrásio de Almeida
t. LXIII, 134-144.
ALMEIDA,
Fernando Henrique Mendes de
Aplicação de um moderno princípio doutrinário.
t. LV, 9-11.
O autor procura interpretar os artigos 174 e 180 da Constituição
de 1937.
ALMEIDA,
Joaquim de Toledo Piza e (1842-1908).
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Os mortos do Instituto em 1908.
t. XXII, 394-416.
Dados biográficos do Conselheiro Joaquim de Toledo Piza e Almeida,
pp. 409-411.
ALMEIDA,
José Martiniano de
Duas cartas de 1825. (Copiadas e offerecidas pelo consócio Barão
de Studart).
ALMEIDA,
Manoel Esteves d’
Registro de memoria dos principaes estabelecimentos, factos e casos
raros accontecidos nesta villa do Aracaty, feita segundo a ordem de
S. M., de 27 de Julho de 1782 pelo Vereador Manoel Esteves dAlmeida,
desde a fundação da dita villa, até o anno presente
de 1885.
t. 1, 83-86.
Datado de 30 de dezembro de 1795. Historia a fundação
da Vila, no lugar do Aracati, em 1748, e dá notícia da
grande fábrica de carne-seca, da importância do comércio,
exportação do algodão em 1795, assim como trata
da grande seca de 1790-1794 e de seus terríveis efeitos, inclusive
a epidemia de varíola em 1793. Aracati era então a mais
populosa e mais rica comarca do Ceará, fazendo negócios
que orçavam em 400 mil cruzados. A cópia foi oferecida
por Júlio César da Fonseca Filho (1850-1931).
Alto
Purus, Departamento do
BULCÃO, José Pedro Soares (1873-1942).
Subsídio para a história do Departamento do Alto Purus.
t. LIV, 5-62.
ALVAREZ,
José Martins d
Academia Brasileira dos Esquecidos.
t. LX, 188-197.
Notícia, baseada em Rocha Pita e Alberto Lamego, sobre a Academia
Brasileira dos Esquecidos, fundada na Bahia em 1724, funcionando até
1725.
Dados biográficos.
t. LX, 289.
ALVES,
Joaquim
Discurso.
t. esp. 1938, 8-10.
Proferido por ocasião do sepultamento do Barão de Studart,
em nome da Sociedade Cearense de Geografia e História.
Discurso.
t. LVIII, 220-226.
Recepção do novo sócio Dr. Manuel do Nascimento
Fernandes Távora.
A divisão do Ceará em regiões naturais.
t. LXV, 134-138.
O A. atendendo à designação do Diretório
Regional de Geografia expõe a divisão do Estado do Ceará
em regiões naturais: Região Litorânea (8 municípios),
Região das Serras Litorâneas (5 municípios), Região
da Uruburetama (3 municípios), Região da Ibiapaba (9 municípios),
Região Central (20 municípios), Região Jaguaribana
(17 municípios), Região Sul (17 municípios). O
A. em quadro especifica os municípios, população
e área. Excelente contribuição geográfica.
O ensino primário na primeira metade do Século XX.
t. LXVIII, 128-142.
Magnífica contribuição para a história do
ensino primário no Ceará e Brasil, apoiada em base estatística
(1900-1950), inteligentemente interpretada.
Juazeiro, cidade mística.
t. LXII, 73-101.
Admirável estudo sobre as origens do misticismo brasileiro, sobre
o misticismo em Juazeiro e sobre o Padre Cícero e sua influência
nos sertões do Nordeste. Objetivo, conciso, o autor analisa a
formação psicológica do sertanejo e as razões
do seu misticismo.
O vale do Cariri.
t. LIX, 94-133.
Excelente estudo sobre as características físicas, a flora,
o povoamento, as datas de Sesmarias, a população, a vida
econômica, o custo da vida e a vida cultural do vale do Cariri.
Monografia histórico-geográfica, competentemente realizada.
Trabalho objetivo, exemplar para estudos locais.
Registo bibliographico.
t. XLIII-XLIV, 364-374.
Notícia bibliográfica do livro Nas fronteiras do Nordeste,
de Joaquim Alves, assinada J. S. (372-373).
DUQUE, Guimarães
Discurso de posse no Instituto do Ceará
t. LXVII, 305-314.
SERAINE, Florival
A morte de Joaquim Alves.
t. LXVI, 30-35
ALVES,
José Luís (1832-1938).
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Os mortos do Instituto em 1908.
t. XXII, 394-416.
Dados biobibliográficos de José Luís Alves, pp.
413-414.
AMARAL,
Alberto
Para a história de Sobral.
t. XXXIII, 259-260.
Dá uma lista dos padres filhos de Sobral ordenados até
o ano de 1916.
Para a história de Sobral.
t. XLV, 122-132.
O A. transcreve trecho de uma carta que lhe dirigiu Monsenhor Fortunato
Aires Linhares, a propósito do nome dado à cidade de Sobral.
Para o autor, Monsenhor Linhares é um dos mais competentes conhecedores
das origens da cidade. O ouvidor Carreira e Sá, que deu nome
à cidade, era natural do distrito de Sobral, freguesia ou Município
de Vizeu ao norte de Portugal. Isto coincide com as opiniões
do autor, sustentadas em trabalho anterior, do que divergiu Eusébio
de Sousa.
A seguir, transcreve o termo e o levantamento do pelourinho na criação
da vila de Sobral, em 1773. Dá vários dados históricos
sobre os primitivos habitantes da ribeira do Acaraú, tribos,
imigrações, primeiros sesmeiros, estabelecimentos de fazendas
de gados, etc. Finalmente, transcreve a escritura de doação
de 100 braças de terra, feita em dezembro de 1756 pelo capitão
Antônio Rodrigues Magalhães e sua mulher ao Orago de Nossa
Senhora da Conceição, terra que ainda hoje constitui o
patrimônio da Padroeira de Sobral.
Para a história de Sobral.
t. LIV, 272-275.
Dá o ato de constituição da comarca e os nomes
dos juízes de Direito a partir de 1841, dos juízes municipais
e de órfãos a partir de 1831, dos promotores formados
a partir de 1845 e dos curas e vigários.
O Senador Francisco de Paula Pessoa.
t. LXIV, 203-209.
Bosquejo biográfico do Senador Francisco Paula Pessoa (1795-1879),
nascido em Granja.
Para a história de Sobral. Coleção Alberto Amaral.
t. LV, 225-226.
AMARAL, Ângelo do
Lei de 13 de maio.
t. XXI, 331-336.
Convidado pelo Barão de Vasconcelos a opinar sobre a exatidão
de sua afirmativa de que a Pedro Pereira da Silva Guimarães cabia
a glória de ter proposto pela primeira vez no Parlamento um projeto
de extinção da escravidão e se ao Ceará
a honra de ter sido a primeira província a realizá-la,
o A. confirma as afirmações do Barão (artigo publicado
no t. XX, 1906). Lembra fatos pessoais relativos ao projeto de emancipação,
ocorridos na época em que ele exercia a deputação
federal.
AMORA,
Gil
O Município de Baturité. Chronica.
t. III, 177-197.
O autor, quando no exercício do cargo de juiz municipal e de
órfãos do Município de Baturité, encontrou
alguns documentos inéditos no Arquivo da Câmara Municipal
sobre a proclamação da república de 1824 (Confederação
do Equador). Publica dois documentos: o primeiro, datado de 10 de outubro
daquele ano, que é o juramento de fidelidade à Confederação.
O 2o, datado de 3 de novembro de 1824, de fidelidade e homenagem a S.M.I.,
é acompanhado de um termo de juramento. Faz antes algumas considerações
sobre a criação da Vila de Monte-Mor Novo da América
e o Município de Baturité, seus costumes, agricultura,
clima, educação, receita e despesa. É valiosa descrição
históricogeográfica. Foi oferecido pelo sogro do autor,
Coronel Manuel Francisco da Silva Albano.
AMORA,
Manoel Albano
A outra Súplica.
t. LXV, 172-174.
O A. reproduz e comenta um soneto que Alencar escreveu em 1817, quando
preso, dirigido ao Governador Sampaio. Salienta que a Súplica
de 1825 não foi a primeira.
ANCHIETA,
José de, padre (1534-1597)
FURTADO, Manoel Antônio de Andrade.
O IV Centenário de Anchieta.
t. XLIX, 71-83.
MARQUES, Xavier
As relíquias do Padre Anchieta. Communicação apresentada
ao Instituto Historico da Bahia.
t. XXVIII, 108-116.
As relíquias do Padre Anchieta. Nova communicação
ao Instituto Historico da Bahia.
t. XXVIII, 303-308.
ANDRADE,
Francisco Alves de
A propósito do centenário do Dr. Tomás Pompeu de
Sousa Brasil
t. LXVI, 5-29.
Excelente estudo biográfico e crítico sobre o presidente
do Instituto do Ceará Tomás Pompeu de Sousa Brasil (1852-1929)
e sua obra.
Discurso ao ser recebido como sócio.
t. LXV, 290-300.
Fala de seu antecessor Álvaro Bomilcar da Cunha.
O pioneiro do folclore no Nordeste do Brasil.
t. LXII, pp. 243-265.
Bibliografia de Juvenal Galeno da Costa (1836-1931), nascido em Fortaleza,
autor de numerosos trabalhos folclóricos. O estudo é excelente,
baseado em bibliografia selecionada e rico de apreciações
críticas.
Saudação a Guimarães Duque, (Discurso).
t. LXVII, 295-304.
ANDRADE,
José Júlio de
Uma confissão.
t. LIV, 119-124.
Transcreve a história de sua vida, que lhe contou o Padre Vítor
Nicolau Perron, primeiro missionário e depois pároco de
Almeirim.
ANDREONI,
João Antônio
Trechos de cartas do jesuíta Pe. João Antônio Andreoni,
escriptas nas Cartas Annuas de 1714-16-21.
t. XXXVI. 77-81.
Tratam-se de importantes cartas ânuas do grande escritor da Cultura
e Opulência do Brasil por suas drogas e minas (1711). Na primeira
notícia o estado espiritual da província do Brasil e narra
a luta que se deu na Prefeitura do Ceará entre os selvagens e
portugueses. É datada de 15-6-1714. A segunda, de 24-12-1716,
conta a visita do padre Antônio Guedes a Ibiapaba, bem como outros
fatos relativos à situação dos índios no
Ceará. A terceira, de 24-3-1721, é sem importância
quanto ao texto, levantando apenas a duvida quanto à morte de
Antonil até então tida, pelos seus melhores biógrafos,
como tendo se dado em 1716. A carta, escrita em 1721, faz ruir esse
seguro dado.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Uma questão bibliográfica. Carta do Barão de Studart
a Capistrano de Abreu.
t. LIV, 68-69.
Anexação
do Ceará ao Maranhão.
Documentos para a história do Brasil e especialmente a do Ceará.
Colleção Studart.
t. XXXV, 3-137. Índice dos docs., 138-140.
Os documentos ns. 275, 278, 284 dizem respeito à anexação
do Ceará ao Maranhão.
Anexação
do Pará aos Estados Unidos, Proposta de
SANTOS, João Brígido dos (1829-1921).
Homens da terra. Eduardo Francisco Nogueira Angelim.
t. XXIII, 266-279.
ANGELIM, Eduardo Francisco Nogueira ( -1882).
SANTOS, João Brígido dos (1829-1921).
Homens da terra. Eduardo Francisco Nogueira Angelim.
t. XXIII, 266-279.
Anistia
Lord Cochrane e Tristão Gonçalves. (Documentos da Colleção
Tristão Araripe).
t. XXVII, 268-270.
ANTA,
João de Andrade Pessoa (1787-1825).
Duas cartas de 1825. (Copiadas e offerecidas pelo consocio Barão
de Studart).
t. XXIX, 345-347.
Martins, Vicente, padre Pessoa Anta. (Biographia).
t. XXXI, 280-335.
SANTOS, João Brígido dos (1829-1921).
Biographias. Coronel João de Andrade Pessoa Anta.
t. III, 61-75.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Ligeiros traços biographicos dos martyres de 1824.
t. esp. 1924, 618-634.
Dados biográficos do Coronel Pessoa Anta, p. 626-628.
Antiga
história do Brasil. Por Carlos Studart Filho.
t. XLII, 169-198.
ANTONIL,
André João, vide ANDREONI, João Antônio (1650-1716/21?)
Antoniu, Malatios Nakad Z. padre
STUDART. Guilherme, barão de (1856-1938).
Estrangeiros e Ceará.
t. XXXIII, 239-248.
Entre outros estrangeiros que estiveram no Ceará, o A. regista
o nome do padre Malatios Nakad Z. Antoniu com uma pequena notícia.
Apontamentos biographicos do Pe. A. Chevalier, lazarista.
t. XVII, 251-290.
Em nota à p. 252 o autor anônimo informa que seu trabalho
foi escrito em agosto de 1901 e que por motivo de força maior
só agora pôde ser publicado. O Padre Pedro Augusto Chevalier
nasceu em França em 1831 e morreu no Ceará em 17 de junho
de 1901. Foi um dos fundadores do Seminário do Ceará e
trouxe 20 irmãs de caridade para lá em 1865, as quais
fundaram o Colégio da Imaculada Conceição. Viveu
37 anos no Ceará.
Apontamentos
para a chronica do Ceará: A Junta de Delegação
Expecionaria do Ceará ao Piauhy e Maranhão. 1823.
t. XX, 112-142.
Historia a viagem e os feitos da expedição que, dirigida
pelo governador das armas do Ceará, José Pereira Filgueiras,
e o primeiro vogal do governo, Tristão Gonçalves Pereira
de Alencar, lutou pela libertação do Piauí e do
Maranhão do domínio português. Relata o que se deu
com a capitulação de Caxias a 31 de julho de 1823. O autor
reivindica para a expedição do Ceará os maiores
esforços pela independência do Maranhão e Piauí
do domínio português. É valiosa contribuição,
baseada em boas fontes.
Apontamentos
sobre Patrício da Nobrega e Vasconcellos.
t. XII, 212-213.
Documento oferecido pelo Dr. G. Studart. Cópia dos Papéis
do Conselho Ultramarino. nomeações de pessoas para o posto
de mestre-de-campo.
Aracati
Autos da creação e divisão do curato de Aracaty.
t. VI, 82-87.
Oferecidos pelo Dr. Guilherme Studart. São datados de 28-7-1780.
Decreto real com relação ao termo assignado à villa
do Aracaty.
t. VI, 176-187.
Datado do Rio de Janeiro, 16-2-1820.
Um edital que mandou a Camara de Aracaty affixar no lugar da extrema
de Mossoró.
t. VI, 219-221.
Para a história do Aracaty. Termo de vereação da
Camara em 17 de setembro de 1785.
t. XII, 266-269.
Documento da Coleção Studart.
Provisão regia demarcando o terreno que se deve dar à
villa do Aracaty.
t. VI, 217-218.
Datado de Lisboa, 17-12-1793.
Registo de memoria dos principais estabelecimentos, feitos e casos raros
accontecidos nesta villa do Aracaty, feita segundo a ordem de S.M.,
de 27 de julho de 1782 pelo Vereador Manoel Esteves dAlmeida, desde
a fundação da dita Villa. até o anno presente de
1885.
t. I, 83-88.
SANTOS, Benedicto A. dos
Para a história de algumas localidades cearenses.
t. XXIII, 189-265.
O A. trata. entre outras localidades, da história de Aracati,
pp. 222-235.
ARACATY,
marquês de, vide GRAVENBURG, João Carlos Augusto dOyenhausen
e, marquês de Aracati.
ARAGÃO,
Manoel Ximenes de (1807).
Memorias do Professor Manoel Ximenes de Aragão. As phases de
minha vida. Genealogia.
t. XXVI, 47-157.
O A., nascido em 1807, conta fatos por ele presenciados, ligados à
Confederação do Equador, à morte do Padre Mororó
e de Pessoa Anta, julgamentos das comissões militar e matuta,
seca de 1825 e seus terríveis efeitos, curso da moeda falsa denominada
xem-xem, episódios de lutas entre as famílias Mourão
e Menezes e, finalmente, episódios da Balaiada. Refere uma operação
cirúrgica a que assistiu com a aplicação do ópio
como anestésico, alguns costumes familiares e especialmente costumes
sertanejos na cura de doenças e feridas. A dor de dentes, por
exemplo, não tinha tratamento e levava o paciente à cama
(vide p. 124). Relata o rapto de sua noiva e as obrigações
que daí se seguiram.
Trata-se, realmente, de valiosa memória para a história
da vida e dos costumes do Interior do Ceará.
Estas Memórias foram conseguidas do autor, professor primário
velho e cego, pelo Coronel João Brígido dos Santos. O
original foi levado para o Rio de Janeiro por Capistrano de Abreu e
se encontrava no arquivo do Instituto Histórico e Geográfico
Brasileiro.
ARANHA,
Manoel Guedes
Opinião de Guedes Aranha sobre o commercio do Ceará.
t. XX, 94.
Oferecido pelo Barão de Studart. Extraído do manuscrito
Papel Político sobre o Estado do Maranhão apresentado
em nome da Câmara ao Senhor Rei Dom Pedro Segundo por seu Procurador
Manoel Guedes Aranha. Anno de 1682. Biblioteca Nacional de Lisboa, E.
5.33, p. 229.
Já fora impresso na Revista do Instituto Histórico e Geográfico
Brasileiro, t. 46, parte 1, pp. 1-160. A cópia foi extraída
por Antônio Henriques Leal do manuscrito Obras de vários
autores, existente na Biblioteca Nacional de Lisboa. Foi escrito em
1682 e plagiado em 1693 pelo padre João de Sousa Ferreira, na
América Abreviada, também publicada na Revista do Instituto
Histórico e Geográfico Brasileiro, t. 57, parte 1, pp.
5-153.
ARARIPE,
Tristão de Alencar (1821-1908).
Carta do Illmo. snr. Conso Alencar Araripe ao Director da Revista do
Instituto do Ceará.
t. 129-133.
Acusa o recebimento do folheto sobre Martim Soares Moreno e estende-se
em considerações sobre a formação de nome
de cidades, dizendo que se tivesse de ser mudado o nome da Capital do
Ceará opinaria que se adotasse a denominação Morenópolis
(em homenagem a Soares Moreno) e não Iracema, conforme sugerira
o Barão de Studart.
Expedição do Ceará em auxílio do Piauhi
e Maranhão.
t. XXVII, 242-248.
Embaraçada que foi a proclamação da Independência
no Piauí e Maranhão por adversários dela, o Ceará,
pelo seu governo provisório, decidiu mandar uma expedição
de auxílio àquelas províncias sob as ordens de
José Pereira Filgueiras e Tristão Gonçalves de
Alencar Araripe. O A. conta essa expedição e o assédio
de Caxias, até a rendição de José da Cunha
Fidié, em lo de agosto de 1823. Para melhor conhecimento da ação
do Ceará, Araripe publica os seguintes documentos: 1) Deliberação
do Governo Provisório do Ceará, 2) Correspondência
oficial da junta expedicionária. 3) Peças oficiais concernentes
ao assédio e rendição de Caxias. A pequena introdução
de Araripe é datada do Rio, 29-31885. Em nota final se diz que
os diversos outros documentos podem ser lidos na Revista do Instituto
Histórico e Geográfico Brasileiro, t. 48, 1885.
Independência do Maranhão. Memoria lida no Instituto Historico
e Geografico Brazileiro.
t. XXVII, 249-260.
Narra o autor a chegada de Cochrane ao Maranhão e a proclamação
da Independência na Capital da província em 28-71823. Nega
que a independência daquela província tenha sido conseqüência
apenas da ação daquele almirante e diz que o movimento
pela proclamação da independência partiu do Interior
para a Capital e que quando Cochrane chegou ao Maranhão a província
já estava quase toda sob o domínio dos independentes,
auxiliados pelos cearenses e piauienses. Todo o seu estudo é
desenvolvido no sentido de provar essa tese.
Independencia no Maranhão. Trechos de uma Memoria lida no Instituto
Historico e Geographico Brazileiro.
t. XV, 77-83.
Transcrição da Revista do Instituto Histórico e
Geográfico Brasileiro, 1885. O A. conta o papel que representaram
na Independência do Maranhão as forças cearenses
e piauienses e o auxílio de Lord Cochrane. No livro posteriormente
publicado História do Ceará ocorre este trecho.
Letreiros lapidares.
t. XXII, 359-377.
Tratam-se de notas e comentários à obra do padre Francisco
Teles de Menezes Lima, autor do Mapa curioso de novo descoberto. Discute
alguns letreiros lapidares encontrados pelo referido padre no Ceará.
Retificações históricas.
t. XXVII, 261-267.
Artigo de crítica à História da fundação
do império brasileiro de João Manoel Pereira da Silva,
em que aponta várias inexatidões contidas nessa obra e
procura corrigi-las. Este estudo fora publicado em 1883.
ABREU, Cruz
Presidentes do Ceará. Segundo Reinado. 16o presidente, Fausto
Augusto de Aguiar. (Continuação).
t. XXXIV, 3-139. 3 retrs.
Com retrato de Araripe.
OLIVEIRA, João Baptista Perdigão de (1854-1929).
Um capítulo da história do Ceará. Ligeiras retificações
por J. B. Perdigão de Oliveira. Conquista dos indígenas.
t. IV, 118-154. Com 16 docs. p. 131 e sgts.
Artigo de crítica à História da Província
do Ceará, do Conselheiro Araripe.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Os mortos do Instituto, em 1908.
t. XXII, 394-416.
Notícia biobibliográfica de Alencar Araripe, pp. 403-409.
ARARIPE,
Tristão de Alencar, Júnior (1848-1911).
Relação dos documentos e notas sobre a História
do Ceará colhidos pelo conselheiro Tristão de Alencar
Araripe e oferecidos ao Instituto Histórico do Ceará por
seu filho o Dr. T. A. Araripe Júnior.
t. XXV, 58-60.
Precede a publicação dessa Relação uma carta
de Araripe Júnior ao Barão de Studart que diz enviar alguns
documentos e a relação dos mesmos. É datada de
14-1-1910. A seguir, pp. 61-101, são publicados os três
primeiros documentos relacionados.
CASTELO, José Aderaldo Biografia literária de Araripe
Júnior. O homem e a época.
t. LXII, 221-242.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Os mortos do Instituto.
t. XXV, 372-382.
Dados biográficos de Tristão de Alencar Araripe Júnior,
pp.378-382.
ARARIPE,
Tristão Gonçalves de Alencar (1790-1824).
Documentos para a história de 1824. (Offerecidos pelo Barão
de Studart).
t. XL, 79-82.
Cartas de Tristão Gonçalves a Manoel Paes de Andrade,
presidente do governo da província de Pernambuco, datadas de
30 de abril, 3, 5 e 11 de maio de 1824.
Lord Cochrane e Tristão Gonçalves. (Documentos da Colleção
Tristão Araripe.).
t. XXVII, 268-270.
A morte de Tristão Gonçalves em Santa Rosa. Homenagem
do Ceará ao grande republicano.
t. XXVI, 24-26.
SOUSA, Eusebio Neri Alves de (1883-1947)
A epopéia de Santa Rosa. Para o genial autor do Terra de Santa
Cruz.
t. XXXV, 368-375, t. XXXVI, 15-23.
Tristão Gonçalves. As brilhantes festas de 31 de outubro,
primeiro centenário do combate de Santa Rosa, no qual tombou
o grande heroe cearense.
t. XXXVI, 27-39.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Ligeiros traços biographicos dos martyres de 1824.
t. esp., 1924, 618-634.
Dados biográficos de Tristão Gonçalves de Alencar
Araripe, pp. 618-621.
Araújo,
Vicente Ferrer de Barros Wanderley de (1857-1915)
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Os mortos do Instituto.
t. XXIX, 361-398.
Dados biográficos do Dr. Vicente Ferrer de Barros Wanderley de
Araújo, pp. 395-397
ARAÚJO,
Antônio Gomes, padre
Os Arnaud no Cariri.
t. LXVII, 68-80.
O A. mostra a influência baiana na formação da gente
caririense. Estuda os Arnaud, cujo chefe, João Correia Arnaud,
foi fundador da Missão Velha no Século 18 e deixou grande
descendência.
As
armas do Ceará. Lei n. 393 de 11 de setembro de 1897.
t. XI, 228.
Esta lei dispõe sobre as armas do Estado do Ceará.
As
armas do Estado. Por C.A. Rocha Carneiro.
t. XLVIII, 272-275.
O A. critica a lei estadual n. 393, de 22-9-1897, que mandou adotar
as Armas do Ceará. Diz que o brasão está descrito
no texto da lei em absoluto desacordo com a tecnologia heráldica
e faz um apelo no sentido de que sejam retificadas as falhas e redigida
a legenda corretamente, mediante novo decreto.
ARMSTRONG,
D.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1923).
Extrangeiros e Ceará.
Notícia de D. Armstrong, pp. 226-227.
ARNAUD,
João Correia
ARAÚJO, Antônio Gomes, padre
Os Arnaud no Cariri.
t. LXVII. 68-80.
Arneiroz,
Freguesia de
MORAES, Francisco Carlos de, padre
Apontamentos sobre as Freguezias de Arneiroz e Saboeiro.
t. XVI, 72-82.
Informa sobre os vigários e visitadores das duas freguesias e
sobre as prestações de contas dos vigários.
Arquivo
de Alberto Rangel.
t. LVI, 139-141.
Transcrição da Gazeta da Tarde do Rio de Janeiro, de 6-31883,
sob o título A terra da luz (notas colhidas na Biblioteca Nacional,
em 14-7-1942). O artigo comenta um telegrama vindo do Ceará em
que os membros da Sociedade Cearense Libertadora se dizem cercados de
um aparato bélico assombroso, mas que a isso respondem com novas
libertações de escravos.
Arraial.
(Villa de S. João da Uruburetama). Por Soares Bulcão,
t. XLV, 145-178.
ARRAIS,
R. Monte
A influência portuguesa na formação social do Brasil.
t. XLIX, pp. 74-93.
O autor pretendeu escrever artigo de caráter interpretativo baseado
em sociólogos modernos, mas, na realidade, a não ser as
expressões científicas, nada é novo. Trata dos
primeiros contatos.
ARRUDA,
Edgar Cavalcante de
Notas para a genealogia das famílias Holanda Cavalcante e Arruda.
t. LVI, 226-234.
Arthur
Vianna. Membro correspondente do Instituto do Ceará.
t. XXVII, 220-224.
Notícia biobibliográfica de Artur Viana (1873-1911), diretor
da Biblioteca Pública do Pará, membro da comissão
de limites entre o Pará e o Amazonas e entre o Pará e
Mato Grosso, sócio correspondente do Instituto do Ceará.
Artigos
1o e 2o do Regimento dado a André Vidal de Negreiros a 14 de
abril de 1655, os quaes se referem ao Ceará.
t. XIII, 217.
Nomeado por resolução régia de 25-8-1654, capitão
general do Estado do Maranhão, chegou André Vidal de Negreiros
ao Maranhão e tomou posse a 11-5-1655. Deixou o governo em 23-9-1656.
O Regimento constava de 58 artigos. Aqui se reproduzem apenas os dois
referentes ao Ceará.
Ascendentes
paternos do Dr. Leandro Bezerra Monteiro. (Segundo papeis do Archivo
da família).
t. XXIX, 69-76.
Notícia genealógica do Dr. Leandro Bezerra Monteiro sobre
quem já publicou esta revista (t. 19) um artigo biográficogenealógico.
Assaltos
dos Francezes à Capitania Na Sa da Conceição: (Doc:
offerecido pelo B. de Studart).
t. XX, 341-342.
Cópia da Biblioteca Nacional de Lisboa, Coleção
Pombalina. É datado de 13-6-1692.
Assembléia
Constituinte, Pedido em 1849 de uma
Um documento histórico de 1849. Pedido de uma Assembléia
Constituinte.
t. XXXVI, 227-229.
A Assembléia Provincial. Processos de magistrados. Por Benedito
Santos.
t. XXIV, 105-122.
ASSIS,
Joaquim Maria Machado de (1839-1908).
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Os mortos do Instituto em 1908.
t. XXII, 394-416.
Dados biobibliográficos de Machado de Assis (pp. 411-412).
Associações
e estabelecimentos nacionais e estrangeiros em relação
com o Instituto do Ceará.
t. XXIV, 423-425; t. XXVI, 410-413; t. XXIX, 416-419; t. XXXII, 379-383;
t. XXXVI, 514-519.
Atas
das sessões do Instituto do Ceará.
t. I, 7 (1887) e t. LI (1937), Ata da fundação do Instituto
do Ceará; t. II, 87 (1888); t. III, 76 (1889); t. XLIII-XLIV,
386-422 (1929); t. XLV, 241-288 (1930); t. XLVI, 331-352 (1931); t.
XLVII, 237-268 (1932); t. XLVIII, 286-307 (1933); t L, I-XXVII (19341935);
t. LI, I-XXIV (1936); t. LIII, XXII (1937-1938); t. LIV, 288-304 (1939);
t. LV, 261-282 (1940); t. LVI, 244-268 (1941); t. LVIII, 257-272 (1942);
t. LVII, 297-314 (1943); t. LIX, 293-304 (1944); t. LX, 291-308 (1945);
t. LXI, 299-313 (1946); t. LXII, 431-445, (1947); t. LXIII, 283-306
(1948); t. LXIV, 400-455 (19491950); t. LXV, 304-328 (1951); t. LXVI,
321-383 (1952); t. LXVII, 321-340 (1953); t. LXVIII, 277-293 (1954).
ATHAYDE,
Austregesilo
Barão de Studart.
t. esp. 1938, 74-75.
Boa crônica sobre a perda do Barão de Studart. Transcrita
da Revista do Conselho Central Metropolitano da Sociedade de São
Vicente de Paulo, setembro e outubro de 1938.
AUGUSTO,
José vide MENEZES, José Augusto Bezerra de
AULER,
Guilherme
Aspectos da vida de D. Luiz de Bragança.
t. LV, 96-108.
Estuda D. Luiz de Bragança como escritor, no Instituto Histórico,
na Grande Guerra de 1914-18, como pretendente ao Trono e também
suas cartas.
Auto
da creação da Villa de S. Bernardo do Governador (Docs.
offos pelo Sar. Eduardo, Marques Peixoto, secretario do Archivo Publico
Nacional).
t. XX, 231-253.
Auto
da creação e levantamento da povoação de
S. Vicente Ferrer das Lavras na Mangabeira em villa, mandado fazer pelo
muito alto e poderoso rei e senhor nosso, o Sr. Dom João VI...
sendo encarregado desta diligencia, por provisão do mesmo senhor
de nove de Agosto de mil oitocentos e dezessete, o Dr. José Raymundo
de Passos de Porbem Barbosa...t. IV, 300-304.
Datado de 8-1-1818. Transcreve-se o respectivo alvará, de 20-5-1816.
O pelourinho foi levantado e a vila erecta em 8-11818. A cópia
foi oferecida pelo Dr. Guilherme Studart.
Auto
de corpo de delicto que mandou proceder o Juiz de paz do primeiro anno,
Capitão-mór Joaquim José Barbosa, no cadáver
do Major João Facundo de Castro e Menezes, assassinado no dia
antecedente. Discursos, que na presença de S. M. o Imperador,
recitarão os Snrs. Senador Alencar, deputado Peixoto de Alencar,
Dr. José Lourenço, presidente da camara da capital do
Ceará, sobre o assassinato do vicepresidente Facundo.
t. XVI, 114-120.
Da Coleção Studart. Discursos transcritos do Maiorista,
janeiro de 1842.
Auto
de vistoria feito no local em que foi ferido o Capitão dinfantaria
Carlos Ferreyra, governador interino do Ceará (1708).
t. VI, 179-180.
Documento oferecido por Guilherme Studart. É datado de 13-8-1708.
Auto
do 1o lançamento da decima urbana em Fortaleza.
t. IX, 138-140.
Oferecido pelo Dr. Guilherme Studart. É datado de 1808.
Autographos
de Alexandre de Moura. Pertencentes à Collecção
Studart.
t. XXII, 320-326.
São ao todo 27 autógrafos, pertencentes à Coleção
Studart. Tratam de assuntos variados.
Autos
da creação e divisão do curato do Aracaty.
t. VI, 62-67.
Oferecidos pelo Dr. Guilherme Studart. São datados de 28-7-1780.
AVELAR,
Amaro Soares de
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Revolucionário e poeta.
t. XXIX, 312-314.
Curiosa crônica sobre Amaro Soares de Avelar, um dos revolucionários
de 1817 na Paraíba. Transcreve o A. o soneto A Mocidade Pernambucana,
oferecido pelo promotor de justiça como corpo de delito.
AVILA,
Francisco Dias d
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
O Padre Martin de Nantes e o Cel. Dias dAvila.
t. XLV, 37-52.
AZAMBUJA,
Graciano Alves de (1847-1911).
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Os mortos do Instituto.
t. XXVI, 382-395.
Dados biográficos do Dr. Graciano Alves de Azambuja, pp. 282-283.
AZEMAR,
Antoine
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Estrangeiros e Ceará.
t. XXXII, 191-274.
Ligeira notícia do estrangeiro Antoine Azemar que esteve no Ceará,
p. 219.
AZEVEDO,
Duarte de (1831-1912).
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Os mortos do Instituto.
t. XXVI, 382-395.
Dados biográficos do Conselheiro Duarte de Azevedo, pp. 394-395.
Azevedo
de Montaury e seu governo no Ceará. Pelo Dr. Guilherme Studart.
t. V, 5-81; t. VI, 141-178 (Parte documental).
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