F
FACÓ,
Boanerges.
Discurso ao ser recebido como sócio.
t. LXV, 279-289.
Fastos do Ceará.
t. LXVIII, 261-265.
Crônicas sobre Frei Miguel de Santa Teresa e a seca de 1790-1793.
Facsimiles
das assignaturas do Presidente e membros da Commissão Militar
de Ceará que condemnou à morte os martyres de 1824 t.
esp. 1924, 539.
FALCÃO,
Waldemar Cronwell do Rêgo (1895-1946) Registro bibliográfico.
t. XLVII, 215-220 Nota bibliográfica sobre o livro de Waldemar
Falcão A conversão da dívida externa dos Estados
e Municípios, assinada por A. F. (215).
Fallecimento (O) de Antônio Bezerra e a Imprensa cearense.
t. XXXV, 354-367.
Transcrição de notícias publicadas no Correio do
Ceará e na Tribuna, de 29-8-1921; Correio do Ceará, Diário
do Ceará e O Imparcial, de 30-8-1921; Correio do Ceará
de 31-8-1921 e Diário do Ceará de 8-9-192I.
FARIA,
Manoel Severim de (1583-1635).
SILVA, Innocencio Francisco da Notas biobibliographicas. D. Fr. Christovão
de Lisboa e Manoel Severim de Faria.
t. XXIII, 309-315 FARIAS BRITO vide BRITO, Raymundo Farias (1862-1917).
Fastos do Ceará Por Boanerges Facó.
t. LXVIII, 261-265.
Fauna cearense
ROCHA, Dias da
Subsídio para o estudo da fauna cearense. (Catálogo das
espécies animais por mim coligidas e notadas)
t. LXII, 102-138; t. LXIV, 284-313; t. LXVIII, 185-204.
FAZENDA,
José Vieira
Ventre livre.
t. XXI, 33-38.
Trata-se de um comentário ao trabalho do Barão de Vasconcelos
sobre Pedro Pereira da Silva Guimarães ( -1876), deputado cearense
que teve a iniciativa de propor no Parlamento a abolição.
Transcreve o projeto apresentado em 20-3-1850 pela terceira vez apresenta
o projeto, sendo novamente rejeitado. O artigo é baseado exclusivamente
no trabalho do Barão de Vasconcelos e é datado do Rio
de Janeiro, 8-10-1906.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-l938).
Os mortos do Instituto.
t. XXXIV, 314-368.
Necrológio do Dr. José Vieira Fazenda, pp. 365-368.
Febre
amarela
ABREU, Cruz.
Presidentes do Ceará. Segundo reinado. 18o presidente, Dr. Joaquim
Marco de Almeida Rego (de 9 de julho de 1851 a 28 de abril de 1853).
t. XLVIII, 173-184; t. XXX, 101-160.
FEIJÓ,
João da Silva (1760-1824).
Memória econômica sobre o gado lanígero do Ceará.
t. XXVIII, 367-397.
João da Silva Feijó, naturalista e estudioso do Ceará,
membro da expedição de Alexandre Rodrigues Ferreira e
autor de vários trabalhos, alguns deles publicados nesta Revista,
declara nesta Memória que o clima do Ceará é muito
apto para a criação de ovelhas. Estuda o proveito que
se pode tirar dessa criação e dá uma idéia
geral das diferentes raças e da qualidade da lã, bem como
do tratamento indicado para sua prosperidade. Dedica um capítulo
à organização dos novos rebanhos.
Memoria sobre a Capitania do Ceará, escripta de ordem superior
pelo Sargento-mor João da Silva Feijó, naturalista encarregado
por S.A.R. das investigações philosophicas da mesma.
t. III, 3-27.
Descrição geral da capitania do Ceará, dividida
em três partes: corográfica, física e política.
Fala na organização de várias minas, da composição
da população, sua distribuição, costumes
e trabalhos de aproveitamento das salinas. Sugere medidas de reflorestamento
e proteção à agricultura, assim como a introdução
de espécies novas. A memória é anotada por Paulino
Nogueira Borges da Fonseca, que providenciou sobre a sua publicação
na Revista.
Memoria sobre as antigas Lavras do Oiro da Mangabeira da Capitania do
Siará.
t. XXVI, 314-371.
Em nota introdutória à publicação dessa
Memoria, o Barão de Studart diz que ela parece ser a citada pelo
professor Caminhoá com nome diferente e incluída na lista
bibliográfica feita por Paulino Nogueira Borges da Fonseca e
publicada no t. II, 1888, desta Revista, quando escreveu a biografia
de Feijó. É documento valioso para a história natural
brasileira e especialmente do Ceará.
ABREU, Sílvio Froes de
O salitre no Ceará.
t. XXXVI, 172-177.
FONSECA,
Paulino Nogueira Borges da (1842-1908)
O naturalista João da Silva Feijó.
t. II, 247-276.
FEITOSA,
Carlos
A descendência de Antônio Leite de Chaves e Melo.
t. LXVIII, 155-177.
Estudo genealógico. Não fornece as datas extremas do chefe
da família e, às vezes dos seus descendentes.
FEITOSA, Família
FEITOSA, Leonardo.
Para a história do Ceará.
t. XLIII-XLIV, 281-296.
Estudo genealógico da família Feitosa.
FEITOSA,
Leonardo
O Coronel Manoel Martins Chaves.
t. XLII, 21-32.
Procura restaurar a memória do Coronel Manoel Martins Chaves,
grande potentado da Ribeira do Acaraú, preso por João
Carlos Augusto Oeynhausen e Gravenburg, futuro Marquês de Aracati
e enviado preso para Portugal. Diz que ele foi homem honesto e acrescenta
que o chefe da família Feitosa não era Martins Chaves,
como se escreve comumente, mas o Capitão-mor José Alves
Feitosa. Manuel Chaves é acusado por outros cronistas como um
dos principais criminosos da história criminal do Ceará.
História e genealogia.
t. XLVII, 126-132.
O A. trata a descendência de Jerônimo de Albuquerque, especialmente
no Ceará. É artigo de valor secundário nas fontes
e na documentação.
Para a história do Ceará.
t. XLIII-XLIV, 281-296.
O autor estuda a genealogia da família Feitosa cujo sobrenome,
acrescenta, deve provir não da cidade dessa denominação,
existente em Portugal, mais sim da família Feitosa existente
em Portugal. João Alves Feitosa, origem da grande família
cearense, foi Capitão-mor: O autor ajunta duas árvores
genealógicas.
FERNANDES, Alvaro Octacilio Nogueira (1873).
Etiologia physiographica das seccas. Summa meteórica.
t. LI, 163-166.
O A. pensa que o regime pluvial do Ceará está em função
fisiográfica dos baixos relevos da topografia nordestina, semidesértica,
de base arqueana superficial ou aflorante, centro estival de irradiação
calorífica. Esta a razão das secas, segundo o autor.
COSTA, Antônio Theodorico da (1861-1939).
Amerasia ou Mesopotamia brasileira. Carta t. XXXV, 334-338.
FERRARIO,
Benigno
Não confundamos.
t. LV, 55-62.
O A. refuta as objeções que o Dr. Jorge Bertolaso Stella
fez num folheto intitulado Carta Glotológica em defesa do monogenismo
lingüístico, ao seu artigo publicado na La manana de Montevidéu,
de 20-1-1937, críticando o livro de Antônio Portnoy Estado
actual del estudio de las lenguas indigenas que se hablaron en território
hoy argentino, publicado em Buenos Aires, 1936. O A. declara no final
do artigo que tanto a poli como a monogênese das línguas
são hoje artigos de fé.
FERRAZ,
Luiz Antonio
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Geographia do Ceará.
t. XXXVII, 160-384.
Dados biográficos do Tenente-Coronel Luiz Antônio Ferraz,
que governou o Ceará de 1889-1891, o 228-229.
FERREIRA,
Antonio Rodrigues (1801-1859)
FONSECA, João Nogueira Borges da (1842-1908).
O Ferreira boticário.
t. LVI, 79-82.
FONSECA, Paulino Nogueira Borges da (1842-1908).
Vida de Antônio Rodrigues Ferreira.
t. I, 13-51.
FERREIRA,
Carlos
Auto de vistoria feito no local em que foi ferido o Capitão de
Infantaria Carlos Ferreyra, governador interino do Ceará (1708).
t. VI, 179-180.
Documente oferecido por Guilherme Studart. É datado de 13-8-1708.
Tentativa de assassinato do governador interino Carlos Ferreira. Auto
de vistoria na pessoa do offendido.
t. VI, 215-216.
Documento oferecido por Guilherme Studart. É datado de 13-8-1708.
FERREIRA,
Pedro
Ceará versus Piauhy. (Em torno de um officio).
t. XXXV, 158-159.
Crítica as asserções do senador piauiense, Dr.
Abdias Neves, no jornal de Teresina, O Nordeste, sobre os limites entre
o Ceará e o Piauí, defendendo o direito de posse do primeiro
sobre a área da Serra da Ibiapaba, referida por Abdias Neves.
É datado o trabalho de Ibiapaba, setembro de 1920.
Festa
(Uma) em Fortaleza no tempo do governador Sampaio.
t. XIV, 271-274.
Descrição datada de Fortaleza, 16 de outubro de 1817,
oferecida pelo Dr. Ferreira Santiago. Descreve a festa realizada a 12
de outubro de 1817, data do aniversário do Príncipe D.
Pedro I o governador Sampaio a Manuel Inácio de Sampaio e Pina,
que dirigia a capitania de 1812 a 1819.
FIALHO,
José Antônio de Abreu (1874-1940).
Os mortos do Instituto em 1940.
t. LIV, 283-287.
Registra-se o falecimento, entre outras pessoas, do Dr. José
Antônio de Abreu Fialho.
FIGUEIRA,
Gaston
El poeta pernambucano Oliveira e Silva.
t. LIII, 262-270.
Artigo em língua espanhola, comentando a obra de Oliveira e Silva,
Horizonte (1922), Poema de Humildade (1924) e
259 Vôo Interrompido (1930). Transcreve o conto do Natal, Pequena
oração e Cristo nasceu. A crônica é datada
de Montevidéu, dezembro de 1939.
FIGUEIRA,
Luís, padre (1574/75?-1643).
Relação do Maranhão. 1608 pelo jesuíta Padre
Luís Figueira enviada a Claudio Aquaviva.
t. XVII, 97-140.
Descrição feita pelo padre Figueira de sua viagem ao Ceará.
É o documento mais antigo que existe sobre a história
do Ceará, segundo a opinião autorizada do Barão
de Studart, que o publicou. Foi o jesuíta van Meurs, do Limburgo
holandês, que o enviou ao Barão, de ordem de seus superiores
em Roma.
Há um diálogo entre o padre Figueira e o índio
Cobra Azul, em que se encontra uma referência ao modo incorreto
e desumano de Pero Coelho para com os índios. Às pp. 138-140
encontra-se uma carta do Pe. Figueira sobre as dificuldades da Missão
do Maranhão.
Há na Relação referências a alguns costumes
dos índios.
ABREU, João Capistrano de
Tricentenário do Ceará.
t. XVIII, 57-69.
Da missão que fizerão o padre Francisco Pinto e o padre
Luiz Figueira ao Rio do Maranhão.
t. XVI, 249-254.
Documentos para a História do Brasil e especialmente a do Ceará.
(Coleção Studart).
t. XXIV, 215-399.
Excerptos de vários autores com referencia à vinda dos
Padres Francisco Pinto e Luiz Figueira ao Ceará
t. XVII, 141-175.
Para a enumeração dos autores e obras de que foram tirados
os excertos, vide a entrada principal.
FONSECA, Paulino Nogueira Borges da (1842-1908).
O Padre Francisco Pinto ou a primeira catechese de Indios no Ceará.
t. XVIII, 5-49.
JUVENCIO, Joseph
Luiz Figueira e Francisco Pinto
t. XXIII, 64-65.
LISBOA, Christovam de, Frei
Três cartas de Frei Christovam de Lisboa dirigidas ao irmão
Manoel Severim de Faria. (Da Coleção Studart).
t. XXIII, 316-333.
Sobre hu memorial que fes Luiz Figra Religiozo da Companhia de Jesus
sobre as cousas tocantes a conquista do Maranhão. (Da Coleção
Studart).
t. XX, 324-338.
STUDART, Guilherme, barão de (1858-1938).
Francisco Pinto e Luiz Figueira, O mais antigo documento existente sobre
a história do Ceará.
t. XVII, 51-96.
FIGUEIREDO.
Afonso Celso de, Visconde de Ouro Preto (1837-1911)
STUDART, Guilherme, barão de (1858-1938).
Os mortos do Instituto.
t. XXVI, 382-395.
Dados biográficos do Visconde de Ouro Preto, pp. 389-391.
FIGUEIREDO,
Bruno, da Silva Rodrigues padre (1852-1930).
Os primeiros bispos do Ceará.
t. XXXII, 71-73.
Trata-se de um apenso ao opúsculo Os primeiros bispos do Ceará.
É datado de 30-8-1917, e justifica a afirmação
do folheto sobre a eleição do vigário capitular
do Ceará.
Monsenhor Bruno Figueiredo.
t. XLV, 195-198.
Necrológio de Monsenhor Bruno Figueiredo, com dados biobibliográficos.
FIGUEIREDO,
Fidelino de BRASIL, Thomás Pompeu de Sousa, sobrinho (1880).
Parenthese geographico.
t. XLVI, 137-176.
Trata-se de crítica ao livro de Fidelino de Figueiredo Parêntesis
anti-geografico. A análise não é ordenada, clara
e bem fundamentada.
Registro bibliographico.
t. XLIII-XLIV, 364-374.
Notícia bibliográfica da obra Notas para o idearium português
de Fidelino de Figueiredo, assinada A.B. (364-365).
FIGUEIREDO,
Manoel de
Exame de pilotos, no qual se contem as regras que todo piloto deve guardar
em suas navegações... Com os roteiros de Portugal para
o Brasil, Rio da Prata, Guiné, San Thomé, Angolla e Indias
de Portugal e Castella. Composto por Manoel de Figueiredo... Em Lisboa,
Impresso por Vicente Aluares, Anno 1614.
t. III, 223-225.
Trata-se de roteiro raríssimo. O autor, cosmógrafo-mor,
faz a derrota da Costa do Brasil pela parte norte.
Foi o mesmo oferecido por cópia ao Instituto pelo Dr. Guilherme
Studart, que o colheu na Sala dos Reservados da Biblioteca Nacional
de Lisboa.
FILGUEIRAS,
José Pereira
Officio de José Pereira Filgueiras ao Governador das armas de
Pernambuco.
t. X, 454-457.
Datado de 1-5-1824. Relata a posse e deposição de Pedro
José da Costa Barros no governo da Província, a convocação
da Câmara e a eleição de Tristão Gonçalves
de Alencar Araripe para a chefia do governo
MARTINS FILHO, Antônio.
Filgueiras e o Exército Libertador.
t. LIX, 234-239.
PINHEIRO, Irineu.
Um baiano a serviço do Ceará e do Brasil.
t. LXV, 5-27.
Fins
do Instituto do Ceará
t. esp. 1938,4; t. XLVIII, 6; t. XLIX, 6; t. L, 6; t. LI, 4; t. LII,
6; t. LIII 2; t. LIV. 4; t. LV, 4; t. LVI, 4.
FLETCHER,
J. C.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Extrangeiros e Ceará.
t. XXXII, 191-274
O Barão faz sérias objeções à obra
Brazil and the Brazilians, de Kidder e Fletcher às pp. 204-205.
No t. XXXIV, 352, o Barão dá pequena notícia dos
dois autores.
Flora
cearense
t. XV, 109-110.
Reprodução dA República de Fortaleza, 1900. Trata-se
da reprodução de uma lista de fetos da serra de Baturité,
extraída da tradução de um trabalho em que o Dr.
Hermann Christ, de Basiléia, determina cientificamente 47 espécies
de indivíduos da flora tropical, colecionados pelo Dr. J. Huber
quando de sua visita ao Ceará. A tradução foi publicada
no Boletim do Museu Paraense, fevereiro de 1901, sob o título
Materiais para a flora amazônica.
BRAGA, Renato.
Plantas do Ceará.
t. LXII, 21-62; t. LXIII, 145-175; t. LXIV, 95-141; t. LXV, 229-256.
ROCHA, Dias da
Subsídio para o estudo da flora cearense.
Catálogo das espécies vegetais por mim coligidas.
t. LX, 226-253.
FOEPPEL,
Guilherme Conceição (1867-1914).
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938)
Os mortos do Instituto. t. XXIX, 361-398
Dados biográficos do Dr. Guilherme Conceição Foeppel,
pp. 386-394
FOEPPEL.
(Guilherme da Conceição Foeppel)
t. XXIX, 244-248
Transcrição do Jornal do Comércio do Rio da Janeiro,
dando uma notícia do Dr. Guilherme da Conceição
Foeppel (1867-1914), que há pouco havia falecido na Bahia. Veja-se
a biografia escrita pelo Barão de Studart neste mesmo volume,
da página 386 a 394.
Folclore
ANDRADE, Francisco Alves de
O pioneiro do folclore no Nordeste do Brasil
t. LXII, 243-265.
MAGALHÃES, José
Previsões folclóricas das secas e dos invernos no Nordeste
brasileiro.
t. LXVI, 253-268.
MARTINS, Fran
Discurso ao ser recebido como sócio.
t LXII, 399-418.
SERAINE, Florival
Os estudos folclóricos e etnográficos cearenses.
t. LXV, 28-40.
Reisado no Interior cearense.
t. LXVIII, 31-83.
SILVA, Antônio Martinz Aguiar e (1893)
Cirandas infantis. (Letras e notas filológicas e lingüísticas)
t. XLVII, 3-24.
Fonética
do português do Ceará. Por Martinz de Aguiar.
t. LI, 271-307.
FONSECA,
Antônio José Victoriano Borges da (1718-1786).
OLIVEIRA, João Baptista Perdigão de (1834-1929).
Os secretários de Borges da Fonseca.
t. X, 134-141.
Trabalho de crítica ao publicado pelo Barão de Studart
no t. IX. 1895, da Revista. Para um comentário completo, vide
a entrada do autor.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Antônio José Victoriano Borges da Fonseca e seu governo
no Ceará.
t. IV, 189-234.
Os sucessores de Borges da Fonseca.
t. V, 232-235.
FONSECA,
Faustino da
TESCHAUER, Carlos, padre.
Será discutível a propriedade dos Portuguêzes no
descobrimento da América
t. XVII, 5-32.
FONSECA,
João Nogueira Borges da
Adivinhos.
t. LI, 318-319.
Crônica sobre o dom divinatório dos poetas. Refere-se depois
ao poeta Antônio Antunes, que floresceu pelos anos de 1840 e a
quem se atribuem uns versos sobre a não construção
do trapiche que se pretendia erigir na praça.
A chegada dos caboclos.
t. L, 115-118.
Discorre sobre a peregrinação dos caboclos da Parangaba
à cata de esmolas para a festa do Bom Jesus, orago daquela vila.
Esses caboclos tão descendentes remotos dos índios Algodões,
que foram aldeados pelos padres Francisco Finto e Luís Figueira.
Cidade de Fortaleza.
t. LVI, 147-152.
O A. dá uma lista dos nomes atuais e antigos das praças
e chafarizes da cidade de Fortaleza. Dá ainda antigas denominações
de alguns trechos da cidade. Fala dos paióis da pólvora,
dos frades de pedra, da arborização e de usos antigos.
Os congos.
t. XLVIII, 89-100.
O autor descreve os congos, folguedos que se realizavam por ocasião
do Natal, e mostra as diferenças entre eles e o auto dos Cocumbys
usuais na Bahia e no Rio de Janeiro.
D. Bárbara e o Governador Sampaio
t. XLII, 106-113.
Noticiando uma homenagem prestada à memória de D. Bárbara
de Alencar, João Nogueira, filho de Paulino Nogueira Borges da
Fonseca, transcreve um trabalho deste que ele fez publicar no Correio
do Ceará de 1-7-1915, e no qual o A. trata da prisão de
D. Bárbara e do comportamento do Governador Sampaio. Termina
com um pequeno comentário sobre a honradez desse Governador.
No fim ocorre a data 29-4-28.
Enterros no tempo antigo.
t. XLVIII, 75-81.
O autor conta que, até 1848, os enterramentos em Fortaleza eram
feitos nas igrejas ou em seus arredores. Naquele ano foi inaugurado
o cemitério do Croatá e os enterramentos passaram a ser
feitos ali. São relatadas as cerimônias do enterro, luto,
visitas, sacramento in articuli mortis, a forma dos convites para os
enterros etc.
O Ferreira boticário.
t. LVI, 79-82.
O A. lembra o sepultamento do boticário Antônio Rodrigues
Ferreira (1801-1859), no cemitério de São João
Batista, por iniciativa sua. Diz que assim quis completar a obra de
seu pai, Paulino Nogueira, que, escrevendo a biografia de Ferreira,
salvou seu nome de um esquecimento imerecido. Transcreve o discurso
que pronunciou por ocasião da trasladação dos restos
de Ferreira para o novo jazigo.
Iluminação de Fortaleza.
t. LIII, 141-146.
Tratam-se de três pequenos e breves estudos sobre a era do azeite
de peixe e do gás carbônico e a da eletricidade com fios;
a primeira iniciada a 1-3-1848, a segunda a 17-9-1866 e a terceira a
10-10-1933. Artigo valioso para a história do desenvolvimento
material do Ceará.
O Passeio Publico. Ad Seniores Fortalexienses.
t. XLVII, 221-226.
Transcrito na parte dedicada a Notas e Transcrições
Raymundo Candido de Queiroz.
t. XLIX, 161-164.
Relata que Raimundo Cândido de Queiroz, em estado de grande pobreza,
recusou um emprego que o obrigara a abandonar a amizade do Conselheiro
Rodrigues Júnior e louva a sua honradez e inteligência.
O terço do Cruzeiro.
t. LII, 35-39.
Crônica sobre o costume popular observado em Fortaleza, nas noites
de segunda-feira, quando acendem velas votivas e rezam em silêncio,
em frente ao Cruzeiro da Sé, pessoas do povo.
FONSECA,
Júlio César da, filho (1858-1931)
O Ceará e a proclamação da República.
t. XXXVIII, 342-354.
O A., refutando o que escrevera no Correio do Ceará Antônio
Sales sobre a proclamação da República no Ceará.
acontecimento de que participou. narra pormenorizadamente os sucessos
do dia 16 de novembro de 1889. Numa segunda parte, sob o título
Novíssima Verba, responde a uma carta anônima, reafirmando
o que dissera antes e confirmando que recusara o lugar de chefe da segurança
pública. Escreve sobre o que entende por República e crítica
os erros cometidos no Brasil durante a mesma. É artigo valioso
pelo fato de ser o autor participante dos acontecimentos.
Discurso. t. esp. 1924, 11-20.
Discurso em que fala especialmente da República do Equador. Essa
sessão foi comemorativa do 1o centenário do jornalismo
cearense.
Discurso.
t. esp. 1924, 601-612.
Discurso pronunciado na sessão comemorativa do primeiro centenário
da adesão do Ceará à Confederação
do Equador.
Discurso.
Proferido como orador do Instituto, na sessão de 12 de março
de 1889, quando tomou posse o sócio Tomás Pompeu de Sousa
Brasil.
Discurso fúnebre... na sessão solene comemorativa do falecimento
do consócio e tesoureiro Dr. José Sombra.
t. II, 93-98.
Contém alguns dados biográficos do falecido.
Discurso proferido pelo orador oficial Julio Cezar da Fonseca Filho,
por ocasião da inauguração da estátua do
General Tibúrcio a 24 de maio de 1893.
t. XXXIV, 140-145.
Discurso preferido na inauguração da estátua do
general Tibúrcio Ferreira de Sousa.
Discurso pronunciado... em 11 de agosto de 1924, por occasião
da commemoração solemne da inauguração dos
Cursos Jurídicos, promovida pela Faculdade de Direito.
t. XXXVI, 3-14.
Discurso pronunciado... em 13 de abril de 1926, por occasião
da sessão commemorativa do bi-centenário da fundação
da Cidade de Fortaleza, Sessão solemne promovida pela respectiva
Camara Municipal.
t. XL, 239-248.
Discurso sem conteúdo histórico.
Em torno da abolição.
t. XXXVIII, 355-360.
No Diário do Ceará, de 13-10-1920 escreveu-se que o Dr.
Justiniano de Serpa não fora membro fundador do Centro Abolicionista
e que este se originara do antagonismo à Libertadora Cearense.
O A. procura refutar ambas as afirmações. Uma nota da
redação esclarece que, por razões que não
convêm externar, o artigo deixou de ser publicado na época.
Resposta ao Sr. Rodolpho Theophilo.
t. XLIX, 220-225.
Nessa resposta, o A. diz ter sido sempre abolicionista. Artigo transcrito
em Notas e transcrições.
Júlio César.
t. XLVI, 245-246.
Nota sobre o passamento de Júlio César da Fonseca Filho.
FONSECA,
Luís da
Relazione inviata dal P. Ludovico Fonseca al R. P. Everardo Mercuriano,
Prof. Gen. dell C. de G. (Documento da Colleção Studart).
t. XXIII, 17-63.
O padre Luís da Fonseca foi o primeiro Vice-reitor do Colégio
da Bahia e, mais tarde, em 15 de agosto de 1584, foi nomeado Reitor.
Seu reitorado foi a época mais crítica do Colégio.
Foi a Roma em 1593 para participar da Congregação de Procuradores.
Depois de ter negociado assuntos do Brasil, faleceu em Madrid, em junho
de 1594.
Esta carta anua de 17 de dezembro de 1576, cujo original se encontra
no Arquivo da Sociedade de Jesus em Roma (Brasília, 15, 1549-1595,
pp. 288-296), é aqui publicada pela segunda vez. Foi a seguir
reimpressa pelo Barão de Studart em Documentos para a História
do Brasil, II, pp. 17-63, Fortaleza, 1909.
Contém variada e ampla informação sobre o Colégio
da Bahia, Prefeitura de Porto Seguro, Colégio do Rio de Janeiro,
Prefeitura de São Vicente de Piratininga, Espírito Santo
e Pernambuco. Foi traduzida para o francês em 1580, em Lettres
du Iappon, Pery et Bresil, Paris, pp. 73-79. No capítulo referente
ao Rio de Janeiro, descreve o A. a expedição de Antônio
de Salermo ao Cabo Frio, em que desbaratou os tamoios ali fortificados.
Capistrano de Abreu utilizou-se da tradução francesa desta
Relação para compor uma magnífica narração
daquela trágica jornada, onde mais de dois mil índios
foram mortos e quatro mil feitos prisioneiros. Rodolfo Garcia reproduz
essa narração (História Geral do Brasil, de Varnhagen,
1, 477-478) e indica as reimpressões desse resumo de Capistrano
de Abreu.
FONSECA,
Paulino Nogueira Borges da (1842-1908).
Aditamentos às biographias do padre Gonçalo e do coronel
Andrade.
t. III, 204-210.
Aditamentos e retificações às biografias do Padre
Gonçalo Inácio de Albuquerque Mororó e do Coronel
João de Andrade Pessoa Anta, escritas pelo Major João
Brígido. Publica o A. a carta de despedida do Coronel Andrade,
datada de 28 de abril de 1825, seu testamento e o codicilo (pp. 210221).
Informa que o trabalho do Major João Brígido foi transcrito
no Diário de Pernambuco, de 29 de janeiro de 1866, e refutado
no dia seguinte pelo Conselheiro Tristão de Alencar, no Jornal
de Recife, na parte referente ao Senador José Martiniano de Alencar.
A administração Homem de Mello e a Revista do Instituto
do Ceará.
t. X, 96-105.
Transcrição feita por Paulino Nogueira da carta que lhe
endereçou o Barão Homem de Melo a propósito do
artigo de Antônio Bezerra de Menezes, Descrição
da cidade de Fortaleza. Reclama contra a completa omissão que
nela se dá de tudo quanto fez a administração Homem
de Melo, que promoveu vários melhoramentos e a criação
de várias instituições naquela Capital. Resume
os principais serviços prestados durante seu governo. A carta
é datada de 25-2-1896. O Barão Homem de Melo governou
a Província do Ceará de 1865 a 1866.
Carta ao comendador Dr. Antônio Pinto Nogueira Accioly.
t. X, 330.
O Presidente do Instituto do Ceará comunica ao Presidente do
Estado a mudança de sede (ofício datado de 25-7-1896).
O Coronel José Antônio Machado injustamente acusado pelo
Presidente Coronel Antônio de Sales Nunes Berford. (Sêcca
de 1825 a 1827).
t. IX, 291-329
Trabalho escrito em contradita ao Juízo histórico sobre
fatos do Ceará, do Senador Pompeu, publicado neste mesmo tomo,
pp. 5-54, na parte referente ao Coronel José Antônio Machado
e a seca de 1825-1827. Transcreve cartas escritas por Berford a Machado,
lista dos donativos recebidos para os indigentes e outros documentos
inéditos. Conta que, sendo vicepresidente, foi o Coronel Machado
designado para substituir Berford no governo e resume sua gestão
durante quatro meses. Refere juízos favoráveis a Machado,
de Araripe, Théberge e João Brígido dos Santos.
Discurso.
t. II, 99-102.
Na data da sessão de 17 de maio de 1888 há a transcrição
de um discurso de Paulino Nogueira sobre a extinção da
escravidão pela lei de 13 de maio de 1888.
Execuções de pena de morte no Ceará.
t. VIII. 3-99 e 157-332.
Trata-se de valioso estudo, em que o autor, depois de breves considerações
sobre a pena de morte e de ligeiro histórico sobre essa penalidade
na legislação brasileira, no Código Criminal de
1830 e no de 1890, dá notícia das execuções
levedas a cabo na Província. Após curta referência
a dois enforcamentos que teriam ocorrido em 1632, ordenados por Domingos
da Veiga Cabral, que ficara substituindo Martim Soares Moreno, começa
a notíciar, com minúcias, as execuções promovidas
pela Comissão Militar em 1825, após o sufocamento da Confederação
do Equador. Descreve os últimos momentos do Padre Gonçalo
Inácio Loiola de Albuquerque Mororó e do Coronel João
de Andrade Pessoa Anta (18-29), os primeiros a serem fuzilados. A seguir,
a execução do Tenente-Coronel Francisco Miguel Pereira
Ibiapina (29-30), do Major Luís, Inácio de Azevedo Bolão
(30), do Tenente-Coronel Feliciano José da Silva Carapinima (31-34).
Trata depois do primeiro enforcamento após a promulgação
do Código Criminal de 1830 e do Código de Processo Criminal
de 1832, na pessoa de Maximiano da Silva Carvalho, assassino comum (1835).
Relata as mais execuções havidas na Província,
na Capital e no Interior, de vários escravos, notadamente em
Sobral e Icó, (Comissão Matuta, que fez executar 4 revolucionários
vencidos em 1824: Manuel Francisco de Mendonça, escrivão
da vila: José Felix, meirinho; Silvestre de tal, liberto: e José
Viegas Frazão, de Lavras).
Discute longamente a execução de Joaquim Pinto Madeira,
no Crato 1834 (pp. 176-258), que ficou considerada como um assassinato
jurídico, uma vez que o juiz não aceitou a apelação
pedida pelo réu e que era garantida pelas leis em vigor. O A.
publica a correspondência oficial trocada a respeito de Pinto
Madeira, na época.
Dá também as execuções levadas a efeito
em Aracati, em Viçosa, na Granja, em Ipu, São Mateus,
São Bernardo das Russas. No final, resume estatisticamente os
dados apresentados em seu estudo, quanto ao número de mortos,
forma de execução, etc, condenação pela
Comissão Militar, pela Comissão Matuta, pelo Júri,
ou no domínio do Código Criminal etc. Em aditamento publica
a sentença condenatória de uma escrava e o extrato da
devassa no processo de Pinto Madeira.
Este trabalho é uma excelente contribuição à
história do direito penal no Brasil, feito com consciência,
baseado em documentos, criterioso no julgamento jurídico e na
apuração dos dados.
Fortaleza do Ceará. (Fortificação).
t. II, 121-135.
O A. historia o levantamento da primeira fortificação
no Ceará, denominada Fortaleza Lusitana de São Tiago,
tendo sido chamada a povoação de Nova Lisboa; situada
a légua e meia da Capital. Em 1611, Martim Soares, Moreno erigiu
o reduto de Nossa Senhora do Amparo, e só mais tarde, em 1660,
foi fundado o forte de Nossa Senhora da Assunção, insignificante
em suas proporções. Por isso, em 1812, foram erigidos
os fundamentos do atual forte. O A. conta fatos relacionados com o mesmo
forte, historia a fundação da capela e nomeia os seus
comandantes, relatando como o nome de Fortaleza passou à vila,
erigida em cidade em 1823. No final aponta os vários erros cometidos
por Saint Adolphe no Dicionário Geográfico Histórico
e Descritivo do Império do Brasil (t. I, verbo Ceará).
Naturalidade do Dr. José Cardoso de Moura Brasil.
t. XV, 304-310.
O A., replicando ao jornal Diário do Natal, que afirmara ser
Moura Brasil rio-grandense, publica uma carta daquele famoso oculista,
datada de 15-7-1901, em que conta ter nascido no Ceará. Inicialmente,
o A. tece algumas ligeiras considerações sobre a naturalidade
de Antônio Felipe Camarão e do Dr. Miguel Joaquim de Almeida
e Castro.
Naturalidade do Dr. José Cardoso de Moura Brasil. (Continuação).
t. XVI, 60-71.
Respondendo à crítica que fez ao seu artigo sobre a naturalidade
de Moura Brasil, o Coronel Elias Souto (Diário de Natal, de 14,
15 e 17 de setembro de 1901), o A. transcreve trechos dessa crítica.
Transcreve também a carta que ele próprio dirigiu ao Coronel
Elias Souto, publicada no Diário de Natal, n. 1954, de 1-10-1901.
A seguir, transcreve duas cartas de Moura Brasil, datadas de 2 e 11
de outubro de 1901, em que reafirma ter nascido no Ceará, a 10-2-1846,
e não no Rio Grande do Norte.
O naturalista João da Silva Feijó. t. II, 247-276.
O A. inicia o seu trabalho, dizendo que poucos nacionais ou estrangeiros
prestaram à Província do Ceará serviços
mais relevantes e desinteressados que João da Silva Feijó
(1760-1824). Oferece-nos seus dados biobibliográficos, tais como
o de que foi professor de Botânica em Lisboa, membro da Academia
Real de Ciências e da expedição científica
de Alexandre Rodrigues Ferreira. Acentua a importância de suas
tarefas, especialmente na pesquisa das minas de salitre. Foi ele trazido
ao Ceará por Bernardo Manoel de Vasconcelos, como engenheiro
da capitania, incumbido de estudar o País, suas produções,
seus recursos e sus geografia, nomeado por Provisão Real de 20
de abril de 1799. Transcreve o A. três ofícios de Feijó
ao governador João Carlos Angusto Oeynhausen, depois Marquês
de Aracati, sobre matéria de serviço.
O Padre Francisco Pinto ou a primeira catechese de Indios no Ceará.
t. XVIII, 5-49.
Primeiramente publicado em folheto em 1887. Trata-se de boa memória
dedicada à figura do Padre Francisco Pinto (15521608), que, juntamente
com Luís Figueira, (1574/75?-1643) dirigiu a 1a missão
que pisou a terra cearense. A viagem de Francisco Pinto e Luís
Figueira, de exploração e catequese transitória,
realizou-se em 1607, com sacrifício de seu chefe. O Padre Luís
Figueira escreveu a narrativa dessa viagem, datada de 26-3-1608 e publicada
pelo Barão de Studart nesta Revista, tomo XVII, 1903.
O Padre Ibiapina.
t. II, 157-220.
Biografia do Dr. José Antônio Pereira Ibiapina (1806-1883),
depois Padre José Antônio de Maria Ibiapina. Conta sua
formação, sua carreira política, como exerceu a
magistratura e a advocacia e, finalmente, como se ordenou padre e se
fez missionário.
Transcreve o A. a correspondência oficial trocada entre Ibiapina,
como juiz de direito de Quixeramobim, e o presidente da Província,
José Martiniano de Alencar, dizendo que o perfeito conhecimento
dela vem a ser a melhor justificativa a censuras de que foi vítima.
São quatro cartas, datadas de 14 e 30 de dezembro de 1834 e 30
de janeiro e 8 de março de 1835, acompanhadas as três primeiras
das respectivas respostas (pp. 174-183). Nessa correspondência.
Ibiapina faz muitas referências à instituição
do júri na comarca e à grande criminalidade, estimulada
pela falta de prisões e pelo acoitamento dado a criminosos por
pessoas influentes.
Presidentes do Ceará.
t. IV, 41-42.
No prefácio, explica que há alguns anos escreveu, na Constituição
uma série de artigos sobre os presidentes do Ceará no
primeiro reinado, período regencial e 2o reinado. Diz que a primeira
parte foi oferecida ao Instituto Histórico, que o recebeu como
sócio correspondente. Anuncia ter dado maior desenvolvimento
ao trabalho.
Presidentes do Ceará. Primeiro Reinado. 1o Presidente, Coronel
Pedro José da Costa Barros.
t. IV, 43-71.
Tomando posse do governo em 17-4-1824, Pedro José da Costa Barros
(1779-1839) foi obrigado a entregá-lo em 29 do mesmo mês
ao Tenente-Coronel Tristão Gonçalves de Alencar Araripe,
que proclamou a República do Equador. O A. transcreve o protesto
que Costa Barros fez lançar na ata da sessão extraordinária
da Câmara Municipal de Fortaleza nesse mesmo 29-4-1824. Sufocado
o movimento republicano, reassumiu o governo em 17-12-1824. São
também transcritos a proclamação de Costa Barros
ao povo e seus ofícios ao Ministro Estêvão Ribeiro
de Andrade, ao Ministro da Justiça e ao Brigadeiro Francisco
de Lima e Silva, dos quais ressaltam, como diz o autor a paixão
e vingança que o dominavam e impossibilitavam de administrar
o Ceará. Removido para a presidência do Maranhão,
Costa Barros entregou o governo ao seu sucessor em 13-1-1825. O A. transcreve
uma Ode de Costa Barros dirigida a D. Pedro I. Presidentes do Ceará.
Primeiro Reinado. 2o Presidente, Coronel José Felix de Azevedo
e Sá.
t. V, 239-264.
Quando foi proclamada a República do Equador, José Felix
de Azevedo e Sá (1780-1827) tinha sido eleito Conselheiro do
Governo, cargo correspondente ao de vice-governador ou vicepresidente.
Aclamado presidente da República do Equador o Tenente-Coronel
Tristão Gonçalves, de Alencar Araripe, teve este de partir
a 17-10-1824 para o Aracati, e José Felix, como conselheiro imediato
em votos, assumiu as rédeas da administração, aderindo
assim ao movimento revolucionário. Em face do bloqueio da esquadra
imperial, correu José Felix a se pôr à disposição
de Lord Cochrane. O A. publica o manifesto lançado por ele ao
povo, oferecendo anistia aos revolucionários e a correspondência
oficial, através da qual procura pôr fim ao movimento.
Publica também o A. uma interessante Conta dos mantimentos mandados
comprar por José Felix para fornecer o brigue Laxford que ia
levar à corte os revolucionários mais comprometidos, da
qual constam preços de vários artigos. A 17 de dezembro
do mesmo ano passou o governo ao Coronel Pedro José da Costa
Barros, nomeado Presidente da Província, reassumindo-o a 13-1-1825,
nomeado que foi por Carta Imperial de 1-12-1824. Foi então muito
atacado e para salvar-se desceu aos menores detalhes na execução
de seus ex-companheiros de movimento. Relata ainda o A. as providências
tomadas por José Felix quanto à seca de 1825, a sua interferência
nas eleições dos deputados e senadores à primeira
legislatura ordinária transcrevendo a circular de 24-1-1825,
por ele enviada às Câmaras Municipais. Governou até
4-2-1826.
Presidentes do Ceará. Primeiro Reinado. 3o Presidente, Coronel
Antônio de Sales Nunes Berford.
t. VI, 227-246.
Cuidadoso estudo sobre o governo do Coronel Antônio de Sales Nunes
Berford no Ceará, de 4-2-1826 até 2-1-1829. Berford prestara
grandes serviços à independência de sua província,
o Maranhão. O A. transcreve a proclamação que Berford
lançou ao povo em 7-2-1826 e trechos de sua correspondência
oficial, durante sua administração.
Presidentes do Ceará. Primeiro reinado, 4o presidente. Marechal-de-Campo
Manoel Joaquim Pereira da Silva.
t. X, 5-45.
O A. relata os principais acontecimentos durante o governo do Marechal-de-Campo
Manoel Joaquim Pereira da Silva, de 6-4-1829 até 8-7-1830, quando
partiu para assumir a Presidência da Província da Paraíba.
Era português de nascimento e faleceu em 21-4-1839. Noticia os
distúrbios havidos em Icó e Jardim, provocados pelos absolutistas
ou Coluna, que eram partidários da monarquia sem constituição,
corrente de que Joaquim Pinto Madeira era um dos principais, e as arbitrariedades
cometidas pelo Ouvidor Manoel Pedro de Morais Mayer. Transcreve ofícios
trocados na época e a Fala do Presidente ao ser instalado o Conselho,
na qual faz um quadro da situação econômica da Província.
Segundo o autor, este importante documento, lido em 112-1829, foi escrito
por Manuel José de Albuquerque, baiano que representou importante
papel na Província do Ceará.
Presidentes do Ceará. Período regencial, 5o presidente,
Tenente José Mariano de Albuquerque Cavalcanti.
t. X, 221-285.
O A. oferece dados biográficos de José Mariano de Albuquerque
Cavalcanti, terceiro cearense nomeado presidente do Ceará. Relata
sua participação na revolução de 1817, em
Pernambuco, e sua ação no Parlamento, como um dos representantes
do Ceará (1823). Nomeado em 29-8-1831 governador do Ceará.
É empossado a 8 de dezembro do mesmo ano. Logo depois há
a insurreição de Joaquim Pinto Madeira e do Padre Antônio
Manuel de Sousa na comarca do Crato. José Mariano envia contra
os insurretos Francisco Xavier Torres, como comandante das tropas legalistas,
e pouco depois vai chefiar pessoalmente as operações até
a chegada do General Labatut. Transcreve o A. vários ofícios
trocados entre o Governador e Xavier Torres e Labatut. Derrotados inteiramente
os insurretos, José Mariano empreende o combate contra a moeda
falsa de que estava cheio o Ceará e a qual o povo apelidava de
xem-xem, pelo pouco ruído que produzia. Relata a seguir a sedição
militar de 10-11-1833, chefiada por Torres, que estava descontente por
ter sido reintegrado no Comando do seu batalhão em Fortaleza,
sedição logo debelada. Em 23-11-1833 José Mariano
é substituído pelo novo Governador. Resume o A. seus principais
dados biográficos depois de deixar o governo do Ceará.
Presidentes do Ceará. Período regencial, 5o presidente.
Tenente-Coronel Ignacio Corrêa de Vasconcellos.
t. XI, 89-104.
Nomeado em 1-8-1833, Vasconcelos tomou possa a 13 de dezembro do mesmo
ano. No ofício em que dá conta de sua chegada, relata
o estado em que se encontra a Província, ainda perturbada por
adeptos de Pinto Madeira. Transcreve o A. a proclamação
dirigida pelo Presidente ao foro, e o ofício em que pede sejam
nomeados para a província juízes formados. Transcreve
também sua correspondência com o Bispo de Olinda sobre
o preenchimento de vagas de clérigos em quatro freguesias. Governou
até 6-10-1834, quando passou as rédeas da administração
ao senador José Martiniano de Alencar.
Presidentes do Ceará. Período regencial, 7o presidente,
Senador José Martiniano de Alencar.
t. XII, 34-57 e 89-166.
O A. relata, às pp. 34-57 a participação de Alencar
na revolução de 1817 e os suplícios por que passou
com seu irmão e mãe, até ser anistiado. Às
pp. 89-166 conta sua volta ao Ceará e eleição para
representante da Província perante as Cortes portuguesas de 1822,
depois sua eleição para a Constituinte Brasileira de 1822
e o papel que aí representou. Depois de dissolvida a Constituinte,
Alencar toma parte na Confederação do Equador (1824),
no Ceará, e é novamente preso. Transcreve a súplica
endereçada por Alencar ao Imperador, em que relata pormenores
de sua vida desde 22-11-1823 até 14-11-1824 e onde pede para
ter a cidade por menagem, ou que fique preso em um convento, a fim de
melhor poder defender-se. Foi recolhido à Fortaleza de Santa
Cruz. Submetido a Conselho Militar, é absolvido. É eleito
para a legislatura de 1830-1833 e o autor refere suas atividades no
Congresso. José Martiniano foi o quarto cearense nomeado presidente
do Ceará.
Presidentes do Ceará. Período regencial. 7o presidente,
Senador José Martiniano de Alencar. (Continuação).
t. XIII, 47-106.
O A. inicia esta parte de seu estudo, mostrando o estado da província
do Ceará quando Alencar é nomeado presidente de lá
por Carta Imperial de 23-8-1834. Tomou possa a 6 de outubro do mesmo
ano. Sua primeira preocupação foi combater os facínoras
que infestavam o Interior e fazer parar a torrente de bárbaros
assassinatos que, todos os dias, sucediam na Capital. Relata as providências
preliminares para o júri de Joaquim Pinto Madeira e o seu julgamento
e execução. Transcreve toda a correspondência oficial
trocada a respeito. Alencar exprobra o procedimento do juiz negando
a Pinto Madeira o direito da recurso e comunica o fato ao Ministro da
Justiça, pedindo-lhe levá-lo ao conhecimento do Imperador.
Daí resultou a ordem do Regente no sentido de que fossem apuradas
as responsabilidades. Alencar, nesse ofício, diz ser uma verdade
que o Interior do nosso Brasil ainda não está bem preparado
para as instalações que garantem o nosso Código
do Processo Criminal. A execução de Pinto Madeira passou
à história como um assassinato jurídico. Cita historiadores
que dele acusaram Alencar. Contra essa acusação publica
boa e autêntica documentação.
Refere-se depois aos casos do Padre Antônio Manoel de Sousa, chefe
proeminente da rebelião, e ao do Tenente-Coronel João
André Teixeira Mendes, um dos criminosos mais prepotentes. O
A. transcreve muita documentação. Presidentes do Ceará.
Período regencial. 7o presidente, senador José Martiniano
de Alencar. (Conclusão).
t. XIII, 119-216.
O A. relata, neste trecho do seu estudo, o caso da família os
Moirões; célebre por seus crimes, e o julgamento de Alexandre
Moirão. Transcreva ampla documentação e diz que
este último escreveu sua autobiografia, de importância
incontestável para a história do Ceará. O documento
foi visto no Maranhão, nas mãos de um seu parente.
Mostra ter Alencar decidido apelar aos religiosos da Capitania para
que estes colaborassem na campanha contra o crime.
Refere-se ao Regulamento de 7 de janeiro de 1737, baixado por Alencar,
visando facilitar a captura e criminosos de morte. Mostra a impunidade
generalizada dos crimes e a fraqueza dos jurados que, quase sem exceção,
absolviam os criminosos. Esse Regulamento, que gratificava os agentes
de Polícia por cada criminoso morto ou preso ou arma apreendida,
provocou, devido a interpretações malévolas grande
celeuma na Câmara dos Deputados.
Transcreve a Fala do Presidente da Província (datada de 7 de
abril de 1835) ao ser instalada a Assembléia Provincial, em virtude
do Ato Adicional. Neste importante documento, Alencar resume o estado
da segurança pública, da administração judiciária,
das finanças, instrução etc. O A. transcreve também
a resposta a esta Fala e o agradecimento do Presidente. Entre as medidas
tomadas pela Assembléia, o A. ressalta a criação
do Banco Provincial do Ceará, cujos estatutos transcreve. Alencar
promoveu ainda a vinda de colonos europeus, o melhoramento da viação
da Província, o melhoramento do porto, o melhor abastecimento
dágua. Passou a presidência a seu sucessor em 25-11-1837.
Presidentes do Ceará. Período regencial. 8o presidente,
Capitão Graduado do Corpo de Engenheiros Manoel Felizardo de
Souza e Mello.
t. XIV, 97-113.
Relata o A. o governo de Manoel Felizardo de Sousa e Melo, que tomou
possa da presidência em 16 de dezembro de 1837, deixando-a a 15-2-1839.
Foi depois presidente do Maranhão e de Alagoas. O A. fornece
outros dados biográficos de Sousa e Melo (1805-1866).
Presidentes do Ceará. Período regencial. 9o presidente,
Bacharel João Antônio de Miranda.
t. XIV, 259-264.
O A. oferece dados biográficos de João Antônio de
Miranda, que governou o Ceará de 15-2-1839 a 3-2-1840. Quanto
à sua administração, poucas são as informações
prestadas.
Presidentes do Ceará. 10o presidente, Bacharel Francisco de Souza
Martins.
t. XV, 5-61.
O A. oferece dados biográficos de Sousa Martins (18051857), que
tomou posse da presidência do Ceará em 3-2-1840. Morrendo
na Corte o Coronel Costa Barros, senador pelo Ceará, Presidente
manda se proceda à eleição para aquela vaga. O
A. conta as irregularidades ocorridas durante a mesma e como saiu eleito
Miguel Calmon du Pin e Almeida. futuro Marquês de Abrantes. Conta
depois a expedição mandada contra os balaios, que se tinham
fortificado no lugar denominado Freicheiras. Transcreve o ofício
de Souza Martins ao ministro da Justiça dando informações
sobre os rebeldes e vários documentos referentes à expedição.
Refere alguns dos melhoramentos levados a efeito ou iniciados por Souza
Martins, que passou a administração do seu sucessor em
9-9-1840.
Presidentes do Ceará. Segundo reinado. 11o presidente, Senador
José Martiniano de Alencar.
t. XVI 5-29.
O A. conta a formação do Clube da Maioridade e as demarches
realizadas para a proclamação da Maioridade de D. Pedro
II, em que José Martiniano de Alencar teve papel principal. Em
lugar de fazer parte do Gabinete da Maioridade, preferiu ser nomeado
presidente do Ceará, tomando posse a 20-10-1840. O A. transcreve
a descrição publicada no Vinte Três de Julho (n.
1, de 22 de outubro), órgão do Partido Liberal recentecente
criado, da chegada e posse do Senador Alencar e a Ode recitada pelo
Dr. Frederico Pamplona.
Presidentes do Ceará. Segundo Reinado. 11o presidente. Senador
José Martiniano de Alencar.
t. XIX, 155-218.
Neste trecho de seu excelente trabalho sobre o Senador Alencar, o A.
conta o seu segundo período de governo no Ceará, com a
subida dos liberais ao poder, em seguida à maioridade de D. Pedro.
Transcreve a representação enviada ao Imperador pelos
caranguejos (conservadores), datada de 9-9-1840 e a resposta que lhes
deu Antônio Carlos Ribeiro de Andrade Machado e Silva. Refere
arbitrariedades praticadas dos dois lados e o movimento sedicioso em
Sobral, contra Alencar, chefiado pelo Tenente-Coronel Francisco Xavier
Torres, e que ele conseguiu vencer. Transcreve vários documentes
encontrados nos arraiais insurgentes e os ofícios de Alencar
ao Ministro da Justiça, contando o ocorrido. Relata, ainda, com
minúcia, as eleições para o preenchimento da vaga
de senador pelo Ceará de João Antônio Rodrigues
de Carvalho e para deputados gerais, transcrevendo as chapas apresentadas.
Refere à queda do Gabinete Antônio Carlos, em 23-3-1841,
e sua substituição por outro de tendência conservadora,
a volta de Alencar ao Rio e sua morte em 1860. Finalmente, transcreve
um editorial publicado nO Comercial, de Fortaleza, de 6-4-1860, sob
o título Já não existe o Senador José Martiniano
de Alencar, assinado pelo Padre Carlos Augusto Peixoto dAlencar. (pp.
209-218).
Trata-se de trabalho excelente, bem documentado e muito rico para a
história política cearense e nacional.
Presidentes do Ceará. Segundo reinado, 12o presidente. General
José Joaquim Coelho (Barão da Victoria).
t. XIX, 1 (sic) (223-281.
O A. transcreve, inicialmente, dados biográficos do General Coelho,
encontrados no Esboço biográfico que dele fez o Dr. Joaquim
dAquino Fonseca (Pernambuco, 1859). Nomeado Presidente do Ceará
e Comandante das Armas, tomou posse a 8-5-1841. Transcreve ofícios
do Vice-presidente Major João Facundo ao ministro Antônio
Carlos sobre as eleições do colégio da Granja e
posse da Assembléia provincial, e a resposta deste. Relata as
contínuas represálias exercida entre caranguejos (conservadores)
e chimangos (liberais). Diz não acreditar na participação
do General Coelho no assassinato de Facundo e transcreve o ofício
de Coelho ao ministro Araújo Viana, em que relata o ocorrido
(datado de 14-12-1841) e a resposta de Manoel Felizardo de Souza e Mello,
presidente de Alagoas e expresidente do Ceará, que era interessado
pelos caranguejos e tinha prestígio perante o Governo Imperial
(datado de 8-1-1842). Transcreve também os três discursos
de Martiniano de Alencar, Padre Carlos Augusto Peixoto dAlencar e José
Lourenço de Castro e Silva, perante o Imperador, sobre o assassinato
do Major João Facundo, e o ofício do General Coelho, refutando
as acusações deste, datado de 11-1-1842. Refere duas tentativas
de assassinato contra Facundo anteriores à que lhe tirou a vida
e transcreve o pedido de pensão de sua mulher ao Imperador, o
qual não mereceu acolhida,
Presidente do Ceará, Segundo Reinado, 12o presidente, General
José Joaquim Coelho (Barão da Victoria),
t. XX, 148-171.
Depois de contar o desfecho do julgamento do Major Joaquim Ferreira
de Souza Jacarandá, mandante do assassinato de Facundo, o A.
transcreve a correspondência de Coelho com o governo imperial
sobre uma tentativa de morte contra sua pessoa e outra de conspiração
contra o governo geral e provincial. O A. nega tivesse realmente havido
essa tentativa de morte contra Coelho, mas confirma a sedição
de Exu, cujos participantes foram abrangidos na anistia de 1842. Eleito
para a Câmara dos Deputados, Coelho passa o governo em 14-3-1843.
Dissolvido o Congresso, ainda prestou vários serviços
em diferentes províncias, até a sus morte, em 1860.
Presidentes do Ceará, Segundo reinado, 13o presidente, Brigadeiro
José Maria da Silva Bitencourt.
t. XXI, 3-11.
Nomeado presidente em 12-1-1842, tomou posse a 2 de abril do mesmo ano.
Seus primeiros atos tiveram por fim punir o crime e defender a segurança
individual. Descreve o A. os serviços prestados pela administração
de Bitencourt, como o de completar o novo edifício da Alfândega
e de iniciar a construção do primeiro cemitério
do Ceará, Relata as atividades e lutas políticas entre
os liberais e os caranguejos ou conservadores, aos quais ele era associado,
Exonerado a 23-1-1844, passou a administração a 8 do mesmo
mês. Transcreve o ofício de 4 de dezembro dirigido ao Ministro
Almeida Torres. Bitencourt faleceu em 1875, tendo sido promovido a marechal-de-exército
em 20-2-1865.
Presidentes do Ceará. Segundo reinado, 14o presidente, Coronel
graduado Ignacio Corrêa de Vasconcellos.
t. XXI, 337-352.
Nomeado pela segunda vez presidente do Ceará, Vasconcelos tomou
posse em 4-12-1844. Conta as dificuldades oriundas da seca de 1845,
as várias obras públicas realizadas, especialmente a instalação
do primeiro Liceu, dando os nomes dos seus primeiros professores e transcrevendo
o termo de instalação. Relata acidentes havidos durante
sua administração, como o roubo da Alfândega, e
a formação da Sociedade dos Penitentes, no Crato, cujos
membros se flagelavam para expungir seus pecados e chamavam os governantes
de judeus e republicanos. Transcreve o ofício do Presidente ao
Ministro José Carlos P. de Almeida Torres (Visconde de Macaé),
datado de 3-6-1845, sobre essa sociedade. Passou o governo em 3-81847
e faleceu em 1859.
Presidentes do Ceará. Segundo reinado, 15o presidente, Dr. Casimiro
José de Moraes Sarmento.
t. XXII, 155-163.
Dados biográficos de Sarmento. Louva sua administração
no Rio Grande do Norte e transcreve a mensagem da Assembléia
provincial ao Imperador, de que resultou a transferência de Casimiro
para a presidência do Ceará, província de categoria
mais elevada. Governou o Ceará de 14-10-1847 a 14-4-1848. Foi
quem fez construir o primeiro cemitério de Fortaleza, onde os
enterramentos eram até então feitos nas igrejas. Narra
as eleições realizadas sob seu governo para deputados
gerais.
A Relação da Fortaleza.
t. XIV, 114-127.
O A. dá o decreto legislativo (n. 2342, de 6-8-1873) de criação
da Relação de Fortaleza. Dá o nome do pessoal que
o compõe e conta a instalação da mesma, Transcreve
o discurso do Presidente Conselheiro, Bernardo Machado da Costa Dória
e o discurso do Senador Dr. Tomás Pompeu de Souza Brasil, orador
da comissão nomeada para promover a solenidade.
Relação dos cearenses titulares e condecorados.
t. XV, 121-136.
Os nomes são registados na ordem alfabética e vão
até R. Trata-se de lista útil e valiosa.
Relação dos cearenses titulares e condecorados. (Continuação).
t. XVI, 101-103.
Aditamento às duas listas já publicadas.
Vida de Antônio Rodrigues Ferreira.
t. 1, 13-51.
O A. inicia esta biografia de Antônio Rodrigues Ferreira, dizendo
que ele foi o político que mais legítima, benéfica
e exemplar influência exerceu na política conservadora
do Ceará. Ao lado dos dados biográficos relata episódios
curiosos sobre eleições naquela província e entra
em detalhes quanto às lutas locais entre os chamados caranguejos,
saquarema, ou conservadores e chimangos ou liberais.
Nasceu Rodrigues Ferreira em Niterói, em 1801, e faleceu em 1859.
O autor contesta que chimango signifique uma espécie de rato,
como escreveu Sílvio Romero. É ave onívora, espécie
de caracará. Descreve os vários serviços prestados
por Rodrigues Ferreira durante os 18 anos em que foi vereador e presidente
da Câmara Municipal de Fortaleza.
A seguir, pp. 53-55, o A. transcreve o testamento de Rodrigues Ferreira,
o qual é datado de Fortaleza, 27 de abril de 1859.
Vocabulário indígena em uso na Província do Ceará,
com explicações etimológicas, orthographicas, topographicas,
historicas, therapeutica etc.
t. 1, 209-434.
O A. coligiu e explicou alguns nomes indígenas em uso no Ceará,
assim cono definiu a etimologia dos nomes de cidades, vilas e povoados
cearenses. Memória sobre a Capitania do Ceará, escrita
de ordem superior pelo Sargento-mor João da Silva Feijó,
naturalista encarregado por S.A.R. das investigações philosophicas
da mesma.
t. III, 3-27.
Descrição geral da capitania do Ceará, dividida
em 3 partes: corográfica, física e política. Fala
na localização de várias minas, da composição
da população, sua distribuição, costumes
e trabalhos de aproveitamento das salinas. Sugere medidas de reflorestamento
e proteção à agricultura, assim como a introdução
de espécies novas. A memória é anotada por Paulino
Nogueira Borges da Fonseca, que providenciou sobre a sua publicação
na Revista.
MELLO, Francisco Ignacio Homem de, barão (1837-1918).
Relação dos presidentes e vice-presidentes que têm
administrado a Província do Ceará, desde 1824 até
1866.
t. IX, 55-59.
A Relação é publicada por Paulino Nogueira Borges
da Fonseca, que em notas regista os títulos com que alguns dos
ad ministradores foram agraciados mais tarde pelo governo Imperial.
Publica também uma carta do Barão que lhe foi dirigida.
oferecendo o trabalho.
Província dos Cariris Novos. Representação da Assembléia
Legislativa Provincial do Ceará ao Senado e Câmara dos
Deputados.
t. VI, 222-226.
Documento oferecido e anotado por Paulino Nogueira Borges da Fonseca,
no qual se chama atenção para a conveniência e pública
utilidade da criação da província dos Cariris Novos.
A povoação fora elevada a vila em 1764, com a denominação
de Crato. ABREU, Cruz
Paulino Nogueira.
t. XLVI, 45-49.
Pequena biografia de Paulino Nogueira, acompanhada de uma notícia
bibliográfica extraída do Dicionário Biobibliográfico
Cearense do Barão de Studart.
Os mortos do Instituto em 1908. Pelo Barão de Studart.
t. XXII, 394-416.
Dados biobibliográficos de Paulino Nogueira Borges às
p. 394-402.
OLIVEIRA. João Baptista Perdigão de (1854-1929).
Palavras pronunciadas na sessão extraordinária solene
a 15 de agosto de 1908, etc. (Necrológio).
t. XXII, 207-235.
SANTOS, Benedicto.
A pena de morte em Aracaty.
t. XXIV, 62-78.
VASCONCELLOS, Abner Carneiro Leão de (1884).
Paulino Nogueira.
t. XVI, 194-199.
FONTENELLE,
José Freire Bizerril
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938). Geographia do Ceará.
t. XXXVII, 160-354.
Dados biográficos do Tenente-Coronel José Freire Bizerril
Fontenele, que governou o Ceará de 1892 a 1896, pp. 229-230.
Fontes
de receita das Câmaras da Capitania
PEIXOTO, Eduardo Marques
A Câmara da Villa de N. S. dAssumpção do Ceará
Grande, o seu edifício etc.
t. XX, 3-36.
Fontes
termais
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Descripção do Município de Barbalha.
t. II, 9-13.
Foral
de direitos e mercês mandado passar em favor de João de
Barros. Dito em favor de Ayres da Cunha. (Documento da Coleção
Studart).
t. XXIII, 3-9.
Coube a João de Barros (1496-1570), grande históriador,
não só a extensão do litoral da baía de
Traição até o Rio Grande do Norte, dada em parceria
com Aires da Cunha, como 50 léguas mais da costa do Maranhão
ao Piauí. Este Foral é datado de 11-31530 e nele se confirmam
as doações e privilégios concedidos e se fixam
os deveres do donatário para com a Coroa, e para com os colonos.
Regista-se a carta de foral de Aires da Cunha, igual à de João
de Barros. O documento foi extraído da Chancelaria de D. João
III, livro 1o, fls. 85, e oferecido pelo Barão de Studart.
Foral
de doação e mercês mandado passar em favor de Antônio
Cardoso de Barros. (Documento da Coleção Studart).
t. XXIII, 10-16.
Foral datado de 20-11-1530 confirmando a doação de 40
léguas de terra no Ceará e privilégios ao senhor
da terra, e no qual se fixam os seus deveres para com a Coroa e os colonos.
O documento foi extraído da Chancelaria de D. João II,
livro 22, fls. 108v. e oferecido pelo Barão de Studart.
No t. XXXIII, pp. 294-299, há um estudo do Barão de Studart
sobre Antônio Cardoso de Barros.
Força
pública 1848-1850
ABREU, Cruz
Presidentes do Ceará. Segundo Reinado. 16o presidente, Fausto
Augusto de Aguiar.
t. XXXIII, 110-197.
Ford,
Isaac N.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Extrangeiros e Ceará.
t. XXXIV, 351-358.
Pequena notícia de Isaac N. Ford, p. 355.
Fortaleza
Documentos. O Campo dAmelia, hoje Praça Castro Carreiro. Uma
festa em 1830 na Fortaleza.
t. XLVII, 201-203.
Documentos sobre a Fortaleza da capitania do Ceará Grande.
t. XV, 236-242.
FONSECA, Paulino Nogueira Borges da
Fortaleza do Ceará. (Fortificação).
t. II, 121-135.
GIRÃO, Raimundo
Plano de urbanização de Fortaleza. (Subsídio para
a sua história).
t. LVII, 205-222.
NOGUEIRA, João
Iluminação de Fortaleza.
t. LIII, 141-146.
MENEZES, Antônio Bezerra de
Descripção da cidade de Fortaleza.
t. IX, 147-290.
NOGUEIRA, João
A inscrição do Santo Cruzeiro. t. LVII, 282-284.
SANTOS, João Brígido dos
A Fortaleza em 1810.
t. XXVI, 83-131.
Fortaleza (A) de N. S. dAssumpção. Por Eduardo Marques
Peixoto.
t. XIX, 297-302.
Forte
Schoonenborch
BECK, Mathias
Diário da Expedição de Mathias Beck no Ceará,
em 1649. Trad. de Alfredo de Carvalho.
t. XVII, 325-405.
Fortificações
Documentos para a história do Brasil e especialmente do Ceará.t.
XXXVI, 97-230.
Os documentos ns. 361, 368, 382, 388 dizem respeito às fortificações
do Ceará para só títulos, vide a entrada principal.
Documentos para a história do Brasil e especialmente a do Ceará.
Coleção Studart.
t. XXXVII, 20-145.
Os documentos 418, 440 e 459 tratam de fortificações no
Maranhão e Ceará. Vide comentário na entrada principal.
STUDART, Carlos, filho
As fortificações do Ceará.
t. XLIII-XLIV, 119-121.
Fortim
t. XXIV, 168-171.
Transcrição dO Aracati, ns. de 21 e 27-8-1909. Notícia
sobre o Fortim que fica a algumas milhas barra adentro do rio Jaguaribe.
Foster,
John James
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Extrangeiros e Ceará.
t. XXXIV, 351-358.
Pequena notícia de John James Foster, p. 354.
Frades
Capuchinhos no Ceará.
Para a história dos Frades Capuchinhos no Ceará. (Off.
pelo Rvd. Mansueto de Peveransa).
t. XX, 146-147.
Texto latino.
FRANCA,
José Vicente
Para a história de Sobral. Sedição ou rebelião
em Sobral em 1840.
t. XX, 290-306.
Relata os sucessos da rebelião que surgiu em 1840 na cidade de
Sobral, quando era presidente da Província o Padre José
Martiniano de Alencar. Transcreve o plano de rebelião traçado
por Joaquim Ferreira de Sousa Jacarandá e escrito a 4 de dezembro
de 1840. Desejavam depor o presidente e formar novas autoridades. Conta
o processo de julgamento dos promotores, transcreve autos, pública-formas,
interrogatórios, sentença de pronúncia etc.
Franceses
no Maranhão
SILVEIRA, Simão Estacio da
Relação summaria das cousas do Maranhão. Escripta
pelo Capitão Simão Estacio da Silveira, dirigida aos pobres
deste Reino de Portugal.
t. XIX, 124-154.
Franceses
no Maranhão, Expulsão dos
MORENO, Diogo de Campos
Jornada do Maranhão por Diogo de Campos Moreno, sargento-mor
do Estado do Brazil.
t. XXI, 209-330.
Francez,
Manoel
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Inéditos relativos ao levante ocorrido na ribeira do Jaguaribe
no tempo de Manoel Francez e do Ouvidor Mendes Machado, que fazem parte
da Colleção Studart. t. X, 142-208. Documentos, pp. 157-208.
Três documentos do tempo de Manoel Francez.
t. XII, 270-272.
FRANCO,
Afonso Arinos de Mello
Discurso mandado transcrever no Diário Official a requerimento
feito na Câmara dos Deputados Federais pelo Dr. Justiniano de
Serpa, cearense, representante do Estado do Pará.
t. XXX, 311-325.
Conferência feita no festival realizado em Belo Horizonte em benefício
dos flagelados. Disserta sobre a unidade da Pátria e o dever
das classes ricas no auxílio dos sitiantes.
FRANCO,
Manoel José de Araujo
MUNIZ, Palma
Ouvidor Araujo Franco.
t. XXXVIII, 361-362.
FRANCO,
Pedro da Rocha
HENRIQUE, J.
O Capitão-mor Pedro da Rocha Franco e sua prole.
t. XXXVI, 392-395.
FRANKLIN,
Tristão
Curso das ravinas do Ceará.
t. III, 54-56.
O autor aceita a substituição da palavra rios pela palavra
ravinas, no que respeita à hidrografia do Ceará, proposta
por Beaurepaire Rohan uma vez que as maiores correntes só existem
durante o inverno. Divide-as em três grupos principais e três
grupos menores.
Freguesias
do Ceará.
Documentos.
t. LIV, 90-98.
Transcrevem-se, aqui, dois documentos. O primeiro é sobre a Freguesia
do Pereiro, extraído do livro orginal existente na Matriz do
Pereiro, sob a rubrica Limites da Freguesia, ano de 1883.
Estatutos da freguesia de N. S. do Rosário das Russas concordados
em 29 de setembro de 1761.
t. XV, 88-92.
Da Coleção Studart
MORAES, Francisco Carlos de, padre
Apontamentos sobre as Freguezias de Arneiroz e de Saboeiro.
t. XVI, 72-82.
Notícia das Freguezias do Ceará visitadas pelo Pe. José
de Almeida Machado nos annos de 1805 e 1806, extrahida dum livro de
Devassas que serviu na Visita.
t. XVI, 191-205.
Serviu de secretário da visita o presbítero secular Manoel
Antônio de Pinho. Registra-se a visita e dá-se pequena
notícia das freguesias.
OLIVEIRA, João Baptista Perdigão de
A primeira freguezia da Província.
t. II, 223-236.
Uma data de sesmaria.
t. VIII, 100-102.
Dá a primeira freguesia do Ceará.
PEIXOTO, Eduardo Marques
Apontamentos sobre a freguezia de S. Quitéria.
t. XX, 69-93.
PESSOA, João Ribeiro, padre.
Notícia da Freguezia de N. S. da Conceição da Caissara...
Ano de 1767.
t. II, 136-143 e 147-150.
FREIRE,
Adelino Antônio de Luna
Revolução de 1824. (Parte relativa ao Ceará).
t. XVI, 223-232.
Artigo reproduzido da Revista do Instituto Arqueológico e Geográfico
Pernambucano, n. 47. Historia os sucessos da Confederação
do Equador no Ceará. Apóia-se na ata escrita por ocasião
da proclamação da República, na qual se compreendem
as queixas levantadas contra o Imperador e que deram motivo à
revolução.
Descreve os auxílios enviados pelo Ceará a Pernambuco
e os sucessos da luta no Ceará, derrota e prisão dos revolucionários
e nomeia os membros da Comissão Militar. As notas que acompanham
o texto são informativas.
FREIRE,
Brito
Notícia da capitania do Seará. Os indios offerecem aos
côtrarias entregar-lhes o reducto que nella temo o qual ganhão
sem resistencia. Anno 1637.
t. XX, 229-230.
Extraída da Nova Lusitânia, História da Guerra Brasílica,
de Brito Fretes. Livro X, pp. 422 e 423, ed. de Lisboa, 1675.
FREIRE,
Felisbello Firmo de Oliveira (1858-1916).
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Os mortos do Instituto.
t. XXXIII, 345-351.
Dados biográficos do Dr. Felisbelo Firmo de Oliveira Freire,
p. 345.
FREITAS,
José Joaquim de Senna (1840).
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Extrangeiros e Ceará.
t. XXXII, 191-274.
Notícia do missionário José Joaquim de Sena Freitas,
pp. 216-217.
SOUSA, Eusebio Neri Alves de (1863).
Pela história do Ceará.
t. XLVIII, 115-133.
FROTA,
João Augusto da, padre (1849-1942).
Os mortos do Instituto em 1942.
t. LVI, 235-239.
Registra-se a morte do Padre João Augusto da Frota.
FURTADO,
Manoel Antonio de Andrade (1890)
A Catedral.
t. LVI, 5-12.
Palestra ligeira lida no auditório do Colégio da Imaculada,
no dia 25-4-1942.
Cearense-Padrão.
t. LV, 180-188.
Discurso pronunciado na sessão solene do Instituto do Ceará
em 31-2-1941, centenário do nascimento do escritor Antônio
Bezerra de Menezes. Contém alguns dados sobre Bezerra e sua obra.
O caráter retórico prejudica a crítica.
O centenário da Princesa Isabel.
t. LX, 185-187.
Discurso.
O centenário de Carlos de Laet. Discurso.
t. LXI, 1947, 45-57,
O centenário de Joaquim Nabuco.
t. LXIII, 98-104.
Discurso.
O centenário de Justiniano de Serpa.
t. LXVI, 307-312.
O culto da tradição.
t. LI, 390-397
Discurso pronunciado na sessão de 28 de fevereiro do Congresso
Regional de História e Geografia, promovido pelo Instituto do
Ceará.
O culto do Santíssimo Sacramento na vida colonial da Terra de
Santa Cruz.
t. XLVIII, 149-157.
Discurso proferido no 1o Congresso Eucarístico Nacional, realizado
na cidade do Salvador em 5-9-1933.
Discurso.
t. LII, 150-156.
Pronunciado ao ser recebido como Sócio do Instituto do Ceará
o Padre Misael Gomes.
Discurso.
Recepção do novo sócio Dom Antônio de Almeida
Lustosa.
t. LVIII, 207-217.
Discurso.
t. XLVII, 205-210.
Proferido na Sessão de recepção ao sócio
Djacir Menezes, eleito na vaga de José de Carvalho.
Dos nossos o maior. (Discurso).
t. esp. 1938, 13-20.
Discurso proferido na sessão fúnebre realizada no 30o
dia do falecimento do Barão de Studart, na Escola Nornal Justiniano
de Serpa e promovida pelo Instituto do Ceará, Academia Cearense
de Letras e Centro Médico Cearense.
Figura de apóstolo.
t. LXV, 268-275.
Discurso feito nas comemorações das bodas de prata de
dom Antônio de Almeida Lustosa, Arcebispo de Fortaleza, a 20 de
abril de 1950.
Liberdade de cathedra.
t. V, 101-106.
Comentando um projeto do senador Waldemar Falcão sobre a regulamentação
da liberdade de cátedra, o A. ataca a Rússia e a organização
soviética.
Legenda de Glória.
t. LVII, 44-51.
Artigo de caráter discursivo, e sem contribuição
histórica.
O Papa Defensor do Direito Internacional.
t. LIX, 206-216.
Crônica em tom discursivo.
Para que o mundo pense...
t. LXIV, pp. 168-177.
Dissertação literária
Pior que a imoralidade.
t. LIII, 57-51.
Crônica louvando declarações de Oliveira Salazar.
O IV Centenário da Companhia de Jesus.
Discurso.
t. LIV, 142-152.
Dissertação sobre a formação da Companhia
de Jesus e sobre sua ação no Brasil.
O IV centenário de Anchieta.
t. XLIX, 71-83.
Discurso pronunciado na sessão solene promovida pelo Instituto
do Ceará para comemorar o quarto centenário de Anchieta.
O tricentenário de Nassau.
t. L, 7-11.
Repele a idéia de se comemorar o tricentenário da chegada
de Nassau a Pernambuco e diz que, debatido o assunto em sessão
plena do Instituto, todos foram unânimes em não aprovar
essa comemoração.
Recepção ao Dr. Andrade Furtado. Sessão de 5 de
setembro de 1932.
t. XLVI, 309-318.
Transcrevem-se os discursos do Dr. José Lino da Justa (309312)
e o do Dr. Andrade Furtado.