L
LABATUT, Pedro
Para a biographia do General Pedro Labatut.
t. XIII, 218-222.
Aqui se transcrevem dois ofícios de Labatut a José Mariano
de Albuquerque Cavalcanti, presidente da Província, datados
de 4-9-1832, e 17-10-1882.
O Gen. Pedro Labatut comandou o Exército brasileiro durante
a guerra da Independência, desde outubro de 1822 até
maio de 1823, e as tropas que determinaram a pacificação
do Ceará em 1832. Faleceu em 1849.
SANTOS. João Brígido dos
O General Pedro Labatut.
t. XVII, 301-323.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Extrangeiros e Ceará.
t. XXXIII, 239-248.
Entre outros estrangeiros que estiveram no Ceará, o A. regista
o nome do Gen. Pedro Labatut com uma pequena notícia.
LACERDA,
João Batista de (1846-1915)
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Os mortos do Instituto.
t. XXX, 365-374.
Dados biográficos de João Baptista de Lacerda, pp. 365-367.
LAET,
Carlos de (1847-1928)
Leandro Bezerra.
t. XXXII, 119-124.
Notícia transcrita do Jornal do Brasil de 11-11-1914 sobre
Leandro Bezerra Monteiro (1826-1911).
FURTADO, Andrade
O centenário de Carlos de Laet. (Discurso).
t. LXI, 45-47.
Lagos (Os) costeiros do Ceará. Por Raymundo Francisco Ribeiro.
t. XXXIV, 225-230.
LALLEMANT,
Avé
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Extrangeiros e Ceará.
t. XXXIV, 351-358.
Pequena notícia de Avé Lallemant, p. 353.
LANE,
Guilherme
Lista de elevações, determinadas com o barômetro
aneróide, de alguns pontos do itinerário de Guilherme
Lane, no Estado do Ceará.
t. XXVI, 281-288.
LAVOR,
Raimundo de
Evocações.
t. LXI, 1947, 271-232.
Recorda o autor o ten. Luís Antônio de Lavor (18471925),
nascido em Arapari e figura saliente do Partido Liberal do Ceará.
LEÃO,
Antonio Elias Saraiva, padre (1808-1896?)
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Apontamentos biographicos.
t. XVI, 104-113.
Dados biográficos do Padre Dr. Antônio Elias Saraiva
Leão, pp. 104-105.
LEE,
T. H.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Extrangeiros e Ceará.
t. XXXIII, 239-248.
Entre outros estrangeiros que estiveram no Ceará, o A. regista
o nome de T. H. Lee com uma pequena notícia.
Legio
Crucis
SOUSA, Eusebio Neri Alves de
A vida da Legio Crucis.
t. XXIX, 315-322.
Um pouco de história. (Chronica de Ipú)
t. XXX, 248-278.
Lei
de 13 de maio. Por Angelo do Amaral.
t. XXI, 331-336.
LEITÃO,
Luiz de Sousa, padre
Notas políticas e religiosas da villa de Canindé.
t. XVI, 46-59.
O A. historia a fundação da Matriz de São Francisco,
fala no estado econômico do Município, na sua população
e contra a questão havida entre a Confraria de São Francisco
e o Bispo a respeito da administração dos bens constituídos
pelas esmolas.
LEITE,
Fernando
Discurso.
t. esp. 1938, 10-12.
Proferido por ocasião do sepultamento do Barão de Studart,
em nome do Centro Médico Cearense.
LEITE,
José de Barros
Provisão relativa a José de Barros Leite.
t. XXXVI, 93.
LEME, Sebastião, cardeal (1882-1942).
GOMES. Misael, padre.
Cardial Leme.
t. XVI, 102-109.
Lenda (A) do ouro. (Estudo ethnologico-historico). Pelo Padre Carlos
Tesschauer.
t. XXV, 3-49. Documentos, 42-49.
Lendas mehim. Por Th. Pompeu Sobrinho.
t. XLIX, 189-217.
Letreiros
antigos: Notícia sobre os caracteres do Serrote da Rôla.
Por João Franklin de Alencar Nogueira.
t. XV, 84-85.
Letreiros
lapidares. Por Tristão de Alencar Araripe.
t. XXIII, 359-377.
Levante
da ribeira do Jaguaribe. 1723.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Ineditos relativos ao levante occorrido na ribeira do Jaguaribe no
tempo de Manoel Francez e do ouvidor Mendes Machado, que fazem parte
da Collecção Studart.
t. X, 142-208. Documentos, pp. 157-208.
Liceu
do Ceará.
t. XXIX, 132-135.
Artigo transcrito do Unitário de 9 de outubro de 1906. Recorda
o artigo que antes de instituir-se o Liceu do Ceará já
havia cadeiras de latim e cadeiras avulsas de Humanidades espalhadas
pela Província. Traça a biografia de Manoel José
de Albuquerque, professor de Filosofia, de Manuel Severino Duarte,
professor de Latim de Jorge Acúrcio da Silveira, professor
de Francês e Miguel Fernandes Barros, professor de Geometria.
O Liceu agremiou essas cadeiras lá existentes.
Liceu,
Primeiro.
FONSECA, Paulino Nogueira Borges da (1842-1908).
Presidentes do Ceará. Segundo reinado, 14o presidente, Coronel
Graduado Ignacio Correa de Vasconcellos.
t. XXI, 337-352.
LIMA,
Agostinho José de Santiago, padre (1859-1912).
Notas de meu parochiato em Areias, com os principaes factos que se
prendem à história da Capella de Grossos, da mesma Freguezia.
t. XVI, 89-93.
Notas datadas de 26-11-1901. Segue-se uma ata da bênção
da primeira pedra da capela do SS. Coração de Jesus
dos Grossos, datada de 5-1-1896 (pp. 92-93).
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Os mortos do Instituto.
t. XXIV, 400-405.
Notas biográficas do cônego Santiago Lima, p. 400.
LIMA,
Alceu Amoroso
Capistrano de Abreu.
t. XLII, 132-142.
Trata-se de excelente artigo em que o A., a propósito da edição
dos Capítulos da História Colonial pela Sociedade Capistrano
de Abreu (Rio, 1928) estuda o papel de Capistrano na historiografia
brasileira e a contribuição original da obra então
reeditada.
LIMA,
Alexandre Barbosa, sobrinho
Registo bibliographico.
t. XLIII-XLIV, 364-374.
Notícia bibliográfica do livro Pernambuco e o São
Francisco de Barbosa Lima Sobrinho, assinada J. S. (370-371).
LIMA,
Dario Correia
Discurso.
t. LI, 455-459.
Discurso feito na Assembléia Legislativa em homenagem ao cinqüentenário
do Instituto do Ceará.
LIMA,
Francisco Telles de Menezes, padre
Extractos do livro inedito do Padre Francisco Telles de Menezes Lima,
na parte relativa ao Ceará. (Dos apontamentos para a Chronica
do Ceará, pelo Senador Pompeu).
t. XXIII, 337-358.
O Pe. Francisco Lima escreveu o Mapa curioso de novo descoberto Parte
III da Lamentação Brasilíca etc.. Começou
a escrever em 1799, na comarca do Ceará, e concluiu seu livro
na freguesia de Pau de Ferros, em 1806. O capítulo II trata
do Ceará e foi dele que se extraíram os trechos aqui
reproduzidos pela primeira vez. Trata do ouro em várias ribeiras,
da prata, chumbo, ferro, salitre, diamante, etc. Descreve singularidades
encontradas em vários lugares, inclusive tesouros, deixados
pelos holandeses e jesuítas.
ARARIPE, Tristão de Alencar.
Letreiros lapidares.
t. XXIII, 359-377.
LIMA,
Pedro de Araujo, marquês de Olinda (1787-1870).
VASCONCELLOS, barão de
Traços historico-genealogicos do Marquez de Olinda, Pedro de
Araujo Lima e de Bernardo Pereira de Vasconcellos.
t. XXI, 384-395.
O A. trata de Araujo Lima às pp. 384-389.
LIMA,
Raymundo Ferreira de Araujo (1818-1908)
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Os mortos do Instituto em 1908.
t. XXII, 394-416.
Dados biobibliográficos de Araujo Lima, pgs. 415-416.
Limites
do Ceará com o Piauí
t. XXXV, 152-155.
Ceará-Piauhy. Convenio arbitral.
t. XXXV, 152-155.
FERREIRA, Pedro
Ceará versus Piauhy (Em torno de um officio).
t. XXXV, 156-159.
Limites
do Ceará com o Piauhy. O pensamento da Câmara dos Deputados
quanto à Lei de 1880.
t. XXXV, 166-167.
Declaração de voto de vários deputados, feita
na sessão de 19-8-1880, relativamente aos limites entre o Ceará
e o Piauí.
Para o litígio sobre limites entre Ceará e Piauhy. (Documentos
da Collecção Studart).
t. XXXV, 160-165. Piauhy versus Ceará.
t. XXXVII, 391-393.
Transcrição dA Luta, de Sobral, de 3-11-1923. Trata
da questão de limites entre o Ceará e o Piauí.
Limites
do Ceará com o Rio Grande do Norte
BORGES, Frederico
Limites
entre o Ceará e o Rio Grande do Norte. Razões finais.t.
XVIII, 139-195.
BRANDÃO, Matheus N.
Explanação relativa aos limites do Ceará com
o Rio Grande do Norte.
t. XIX, 282-290.
Carta de Duarte Sodré Pereira a El-Rei. Documento para a Questão
Grossos.
t. XVIII, 74-79.
Os limites do Ceará. I. Questão com o Rio Grande do
Norte. A barra do Rio Mossoró.
t. VII, 5-121. Das pp. 122-228, 60 documentos. Das pp. 229301, apêndice,
mais 14 documentos.
O A., estudando a questão dos limites entre o Ceará
e o Rio Grande do Norte, resume os argumentos apresentados a favor
deste último e procura rebatê-los, baseando-se em documentos
que publica em seguida ao seu estudo. A principal questão em
debate é a do território entre o Morro do Timbau e a
barra do Rio Mossoró. Fundamenta-se em documentos, na história,
na geografia, na tradição e na posse, para concluir
pelo bom direito do Ceará ao território disputado.
Para a Questão Grossos. Documentos relativos a Sebastião
de Sá, o capitão-mor do Ceará, que para os Rio-Grandensesdo-Norte
nunca existiu. (Collecção Studart).
t. XXX, 326-337.
Petição dirigida ao Supremo Tribunal Federal pelo Procurador
Geral do Estado do Ceará, em que suscita Conflicto de jurisdição
com o Estado do Rio Grande do Norte sobre limites entre os dois Estados.
t. XI, 204-227.
Questão de Grossos.
t. XVI, 282-308.
WERNECK, Americo
Um diagnóstico.
t. XIX, 291-296.
Limites
do Ceará com Pernambuco
No Congresso de Geographia de Bello Horizonte.
t. XXXIII, 340-342.
Trata-se do projeto de acordo de limites entre o Ceará e Pernambuco,
datado de 29-8-1919, no qual se assentou o convênio para a delimitação
amigável. Contém 7 cláusulas e foi assinado por
Pedro Cavalcanti, representante de Pernambuco, e pelos Drs. Mário
Moura Brasil do Amaral, Tomás de Paula Rodrigues e Ildefonso
Albano pelo Estado do Ceará.
Limites
do distrito de Guimarães
PINTO, Clodoaldo (1896)
Directorio regional de geografia. Limites dos distritos de Guimarães
e outros casos. Parecer.
t. LIII, 207-219.
Limites
estaduais
POMPEU, Tomaz, sobrinho.
Vicissitudes da costa cearense.
t. LX, 116-184
LIMOEIRO
SANTOS, Benedicto A. dos
Para a história de algumas localidades cearenses.
t. XXIII, 189-265.
O A. trata, entre outras localidades, da história de Limoeiro,
pp. 242-247.
Língua
indígena. O nome Ceará.
t. XV, 311-318. Artigo de Cunha Mendes, no Estado de São Paulo,
no 8218, 1901; resposta de Teodoro Sampaio, datada de 29-5-1901, publicada
também no Estado de São Paulo, e nota de João
Mendes Júnior, publicada ainda no dito Estado. O primeiro história
as várias origens sem decidir-se por uma e conclui repetindo
a etimologia do cônego Pennafort. O segundo, o único
competente na matéria, opina pela significação
de Ci-mãe; origem, fonte; e ará papagaio rio ou fonte
dos papagaios. O terceiro, sem conhecimento melhor, opina pela origem
de Ce desejo, e ara enfermidade do calor, o que daria o sentido de
serem costumeiras as enfermidades provenientes do calor.
Língua
indígena. O nome Ceará.
t. XVI, 30-45.
Das pp. 30-35, artigo de Cunha Mendes, em que analisa as opiniões
de Teodoro Sampaio e João Mendes Júnior e dá
sua opinião no sentido de que Ceará significa uma casta
de papagaios.
Das pp. 35-38, artigo de Teodoro Sampaio. Pensa também que
Ceará significa uma casta de papagaios. Discute a faculdade
de generalização dos índios.
Das pp. 38-41, João Mendes Júnior analisa os argumentos
de Cunha Mendes contra a sua interpretação da palavra
Ceará ou a indicação das secas periódicas
e das moléstias causadas pelo calor.
Das pp. 41-45, H. von Ihering, Estudo lingüístico ornitológico.
Discute a hipótese de a palavra Ceará significar uma
casta de papagaios e cita vários outros exemplos de nomes de
pássaros de origem tupi. Os três primeiros artigos são
transcritos do Estado de São Paulo, respectivamente de 6-10-1901;
1310-1901; e 1901. O último foi publicado no Correio Paulistano
e é datado de 21-10-1901.
Língua
indígena. O nome Ceará. Por João Mendes Júnior.
t. XVI, 206-208.
Insiste na hipótese de que a palavra Ceará significa
em tupi moléstias do calor ou da seca, apresentando nova argumentação.
Transcrito do Estado de São Paulo, n. 8514, 1902.
Linguajar cearense
SERAINE, Florival.
Contribuição ao estudo da influência indígena
no linguajar cearense.
t. LXIV, 5-16.
Língua
portuguesa no Ceará
SERAINE, Florival.
Aspectos históricos da língua nacional no Ceará.
t. LXIII, 49-74.
LINHARES,
Augusto (1879)
Dados biográficos.
t. IX, 290.
LINHARESS,
Fortunato Alves, padre
Apontamentos para a história e corografia do Município
e cidade de Sobral.
t. LV, 234-251.
Boa monografia histórica e corográfica de Sobral. Conta
sua história, relaciona suas principais figuras, indica os
magistrados a partir de 1833 até 1936. bem como os curas que
dirigiram o curato desde 1712 até 1936. Dá os principais
festejos tradicionais e faz depois a descrição da cidade,
seus prédios, fábricas. Descreve os acidentes geográficos,
as riquezas do subsolo, fauna, flora e criação. Há
uma parte referente à indústria, ao comércio
e às finanças.
Notas históricas da cidade de Sobral.
t. XXXVI, 254-293.
Traça a história da cidade de Sobral, desde os habitantes
primitivos da Ribeira do Acaraú, a fundação da
povoação de Caiçara, elevada à categoria
de vila com o nome de Sobral, dá os nomes dos curas e vigários
de Sobral, descreve fatos políticos e sociais, os monumentos
públicos, a Imprensa local, e dá os troncos genealógicos
de algumas famílias da região, a saber: os Xerez, Arnaut
de Holanda. Agostinho de Holanda, os Linhares.
LINHARES,
Manoel do N. Alves Traços biographicos do capitão-mor
José de Xerez Furna Uchoa, o introductor do café no
Ceará.
t. XV, 66-76.
O A. oferece dados genealógicos e biográficos de Uchoa,
que além de introdutor do café no Ceará o foi
também de várias árvores frutíferas e
utilizou a arte do enxerto, até então desconhecida na
Capitania. Enumera os cargos políticos e analisa a influência
de Uchoa na vida do Ceará Colonial. Foi autor das Memórias
genealógicas, que se conservam no arquivo da família
Linhares.
LISBOA,
Christovam de, frei ( 1652).
Três cartas de Frei Christovam de Lisboa dirigidas ao irmão
Manoel Severim de Faria. (Da Collecção Studart).
t. XXIII, 316-333.
Nestas três cartas, datadas de 2-10-1626, 2-1-1627 e 20-1-1627,
Frei Cristóvão de Lisboa relata vários fatos
sobre a colonização do Norte e as missões dos
padres de ordens e jesuítas. Na primeira, capitula os agravos
de Bento Maciel Parente contra a Igreja, crítica sua vida dissoluta,
sua ligação com Luís Figueira, a quem acusa de
atiçador das rivalidades e disputas. Contém várias
acusações graves sobre provocações de
Luís Figueira. Na segunda, declara já haver escrito
sobre a capitania do Ceará e diz pretender agora relatar apenas
a Jornada que fez do Ceará para o Maranhão. Fala nos
tratados desta terra, que já mandou do Ceará, referindo-se
à sua obra sobre a história natural do Maranhão,
ainda inédita. O códice foi encontrado em Angola (Vide
Robert Smith, Revista do Patrimônio Artístico e histórico
Nacional, v. 5, p. 12). Louva o livro do irmão, que lhe pareceu
cousa divina, assim pela erudição como pela excelência
do estilo. Adverte contra as relações dos padres da
Companhia de Jesus, porque rara é a cousa que contenha verdade
sendo as mentiras tão claras. Na terceira carta repete essa
advertência e as críticas a Luís Figueira, o mor
perseguidor que cá temos. Aconselha-o a fiar-se só das
informações que de cá eu vos mandar porque sou
muito cioso do crédito; diz estar escrevendo a história
destas partes, ter ajuntado amostras das cousas da terra e querer
mostrar-lhe o tratado das aves, plantas, peixes e animais. Refere-se
a Frei Vicente do Salvador, que estava escrevendo sua história
do Brasil e lhe pedira informações sobre as coisas do
Norte. São cartas de extrema importância. Já haviam
sido publicadas nos Anais da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro,
t. 26, 1908, pp. 395-411.
SILVA, Innocencio Francisco da
Notas biobibliographicas. D. Fr. Christovão de Lisboa e Manoel
Severim de Faria.
t. XXIII, 309-315.
LISBOA,
Frederico A. da Silva
Correspondência do Archivo Publico da Bahia com o Instituto
do Ceará.
t. XI, 82-83.
Ofício do Dr. Silva Lisboa, diretor do Arquivo Público
da Bahia, agradecendo a maneira como o Instituto acolhera os documentos
por ele oferecidos sobre a história dos Correios no Ceará
(publicados neste tomo da Revista, pp. 78-81).
Lista
das associações nacionaes e estrangeiras para as quaes
é remetida a Revista do Instituto do Ceará.
t. X, 458-459; XVI, 325-327; XIX, 345-349.
Lista
de elevações, determinadas com o barômetro aneróide,
de alguns pontos do itinerário de Francisco Boa Nova, no Estado
do Ceará.
t. XXVI, 280-290.
Literatura do Ceará
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Geographia do Ceará. (Continuação).
t. XXXVIII, 3-124.
Livros,
revistas, cartas, etc., remetidos ao Instituto do Ceará.
t. XVI, 323-324; t. XVII, 406-408; t. XVIII, 292-294; t. XIX, 219-220
e 342-344; t. XX, 355-356; t. XXI, 202-206 e 440
355 443; t. XXII, 199-202 e 417-427; t. XXIII, 409-417; t. XXIV, 406-415;
t. XXV, 368-371 t. XXVI, 396-402; t. XXVII, 400405; t. XXIX, 398-405;
t. XXX. 375-379; t. XXXI, 377-381; t. XXXII, 362-368; t. XXXIII, 352-358;
t. XXXIV, 376-381; t. XXXV, 376-379; t. XXXVI, 354-361; t. XXXVI,
498-501; t. XXXVII, 394-398; t. XXXVIII, 378-380; t. XL, 249-254;
t. XLI, 278-284; t. XLII, 199-206.
LOEFGREN,
Alberto
Ceará. Notas botânicas.
t. XXV, 129-170.
Convidado pelo diretor das Obras contra as Secas a estudar e determinar
a verdadeira natureza das caatingas do Ceará, o A. percorreu
o Estado na época das chuvas e reuniu um herbário de
mais de 750 espécies. Estas Notas aqui publicadas foram as
que tomou no terreno durante a excursão, apenas um pouco coordenadas.
Para Loefgren, as secas do Ceará são fenômenos
naturais, parecendo mais efeito da distribuição irregular
do que da própria escassez das chuvas. Considera fora de dúvida
que os efeitos dessas secas, quer normais, quer anormais, poderão
ser atenuados pelo engenho humano e com o tempo inteiramente eliminados.
As notas botânicas ocupam largo espaço, mas as notas
econômicas são valiosa contribuição. Aponta
as causas da devastação das matas e o seu efeito sobre
o clima e o regime dos ventos. Enumera as medidas que poderiam contribuir
para o Ceará tornar-se agricolamente independente. A parte
destinada a explicar as medidas de prevenção ocupa três
capítulos especiais e diz respeito ao aproveitamento e armazenamento
dos produtos, medidas que impeçam a desnudação
do terreno, e medidas restaurativas e progressivas de replantação,
arborização e introdução de novos processos
agrícolas. Como botânico, o A. dedica especial atenção
ao problema da defesa florestal do Ceará.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Extrangeiros e Ceará.
t. XXXII, 191-274.
Notícia de Alberto Loefgren, sueco que chegou em Fortaleza
no ano de 1910 e escreveu sobre o Ceará (pp. 253-254).
LOPES
Osório
Vida literária cearense.
t. XLV, 224-227.
Artigo transcrito dO Jornal.
LOPES,
Thomaz
Hymno do Ceará.
t. XVII, 249-250.
Hino cantado a 31-7-1903 por 80 alunas da Escola Normal. Música
de Alberto Nepomuceno.
LORD
Cochrane e Tristão Gonçalves. (Documentos da Collecção
Tristão Araripe)
t. XXVII, 268-270.
Ofício de Lord Cochrane, Marquês do Maranhão,
ao presidente do Ceará, José Felix de Azevedo e Sá,
comunicando que Tristão Gonçalves de Alencar Araripe
fora abrangido pela anistia, outro no mesmo sentido ao próprio
Araripe, e a proclamação pela qual declara ser excluído
da mesma anistia Alencar Araripe, por não se ter apresentado
a fim de aproveitar-se da mesma e por ter cometido outros crimes.
Os dois primeiros documentos são datados de 20-10-1823 e a
Proclamação é datada de 1-11-1824.
LORETO
Couto, vide COUTO, Domingo do Loreto frei LOURENCO, José
Discurso.
t. XVI, 114-120.
Entre outras peças, é aqui transcrito um discurso do
Dr. José Lourenço, presidente da Câmara da capital
do Ceará, em presença do Imperador, sobre o assassinato
do Major João Facundo de Castro e Menezes.
LUMESI,
Simon, padre (1850-1914).
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Extrangeiros e Ceará.
t XXXIV, 351-358.
Pequena notícia do Pe. Simon Lumesi, p. 356.
LUNA,
Joaquim G. de, bispo.
Os monges beneditinos no Ceará.
t. LXV, 192-228.
Excelente contribuição para a história da ordem
beneditina no Brasil e especialmente no Ceará.
Os monges beneditinos no Ceará. (Continuação).
t. LXVI, 220-240.
Inicia este trecho do trabalho, o estudo sobre Dom Gerardo van Caloen,
(1853-1932), págs. 220-231, Dom Majolo de Caigny (1862-1939),
págs. 231-236, Dom Maurício Prichzi (1870-1907), págs.
237-240.
LUSTOSA,
Antônio de Almeida de, bispo
Anarquia dos nomes próprios.
t. LXVIII, 249-251.
Crônica sobre a pronúncia dos nomes próprios.
Discurso.
Ao tomar posse como sócio.
t. LVIII, 217-220.
A influência do vento no destino dos homens.
t. LX, 111-115.
Dissertação literária.
FURTADO, Andrade.
Figura do apóstolo.
t. LXV, 268-275.
Lutas
de 1824
BRIGIDO, Virgilio (1854-1920)
Ligeiras considerações sobre as lutas de 1824.
t. II, 3-8.
Lutas
entre famílias
MENEZES, Antonio Bezerra de (1841-1921).
Algumas origens do Ceará. Parte documental.
t. XVI, 134-159.
No doc. 22, Manoel Francês toma providências para pôr
um termo às lutas entre as famílias dos Montes e Feitosas,
auxiliados pelos tapuias.
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