K
KATZER,
Friederich
Paizagens do Ceará. Trad. de Capistrano de Abreu.
t. XVII, 291-298.
O A. descreve quatro tipos de paisagem do Ceará: a praia, a
planície regada, o sertão e a serra. O Dr. Friederich
Katzer foi geólogo do Museu Paraense, hoje Museu Goeldi, e
esse artigo apareceu originalmente na revista Globus, de Braunschweig,
n. de 3-7-1902, ilustrado com 4 fotografias. Trata-se de excelente
artigo, resultado de sua viagem durante algumas semanas ao Ceará,
em 1897, com o fim de realizar pesquisas geológicas.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Extrangeiros e Ceará.
t. XXXII, 191-274.
Notícia de Friederich Katzer, (pp. 231-232).
KEAN, Hugh Mac (1880)
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Extrangeiros e Ceará. (Continuacão).
t. XXXVI, 381-389.
Pequena notícia de Hugh Mac Kean, pp. 383-384.
KHORIATY, Clemente
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Extrangeiros e Ceará.
t. XXXIII, 239-243.
Entre outros estrangeiros de importância que estiveram no Ceará,
o autor regista o nome de Clemente Khoriaty, com uma pequena notícia.
KIDDER, Daniel P.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Extrangeiros e Ceará.
t. XXXII, 191-274.
O Barão faz sérias objeções à obra
Brazil and the Brazilians, de Kidder e Fletcher (J. C.) às
pp. 204-205. No t. XXXIV, 352, dá pequena notícia dos
dois autores.
KOSTER, Henry
SOUSA, Eusébio Neri Alves de (1883-1947).
Pela história do Ceará.
t. XLIII-XLIV. 247-268.
STUDART, Guilherme, barão de (1856-1938).
Extrangeiros e Ceará.
t. XXXII, 191-274.
Oferece dados biobibliográficos de Henry Koster às pp.
193-195, no que se refere ao Ceará. Koster esteve no Ceará
de 1810 a 1811. Escreveu Travels in Brazil, 1816. O cap. 7, que trata
do Ceará, está publicado no v. XII da Revista da Academia
Cearense.
KRUTMAN, Pedro
Estudo estatístico da mortalidade infantil em Fortaleza.
t. LII, 157-165. 2 quadros e 3 gráficos.
O A. estuda a mortalidade infantil em Fortaleza, baseando-se em dados
estatísticos que são comparados aos de Recife e Distrito
Federal. Diz não pesquisar as causas e conclui pelo crescimento
assustador da mortalidade infantil que, em Fortaleza, é de
37 crianças em 100 óbitos. Fornece dois quadros estatísticos
de Fortaleza, Recife e Rio de Janeiro e três gráficos.
No segundo quadro, o A. mostra a correlação entre a
exportação do algodão e a mortalidade infantil,
o que indica a importância da causa econômica na origem
do mal. Lamenta não ter podido fazer essa correlação
com a média do preço do algodão.
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